Troca de casais28 minPor Irinaldo Branco20 de março de 2026
Roteiro guiado

A Bonequinha de Corda e o Destino

Sou Irineu, 64 anos, moreno claro, uso cavanhaque há 40 anos, cabelos grisalhos, 1,73 de altura — para os padrões de hoje, sou baixo. Corpo normal. Sou casado há 40 anos com Rosa. Ela tem 61 anos, 1,72 de altura, cabelo…

Sou Irineu, 64 anos, moreno claro, uso cavanhaque há 40 anos, cabelos grisalhos, 1,73 de altura — para os padrões de hoje, sou baixo. Corpo normal. Sou casado há 40 anos com Rosa. Ela tem 61 anos, 1,72 de altura, cabelos nos ombros, magra, elegante, ainda com seios bonitos e pequenos, bumbum pequeno mas muito bonito.

A história que vou contar tem origem há cerca de 30 anos. Quando tirava férias, sempre íamos para uma praia com um condomínio do qual eu era sócio. Costumávamos ficar 20 dias lá.

Antes, quando por algum motivo eu estava em casa no horário em que minha filha saía da escola, eu fazia questão de buscá-la. Era raro, mas sempre que podia eu ia. Toda vez que ia lá, eu via uma mulher loira muito bonita buscando sua filhinha, que devia ter a idade da minha. Ela devia ter 1,65 de altura. Sempre usava vestidos colados ao corpo, cabelos loiros impecavelmente cacheados, sempre com um sorriso no rosto. Raramente a vi conversar com alguém. Também em todos os finais de semana eu a via passar com sacolas de compras, usando os mesmos vestidos, sandálias de meia altura e com os cabelos loiros cacheados, sem nem um fio fora do lugar. Os vestidos pareciam costurados no corpo. Quase nunca repetiam, mas pareciam iguais, mudando só as estampas e cores, sempre acima dos joelhos, com decotes generosos. Seus seios pareciam duros e brancos, de médios para grandes. Sua cintura era fina e o bumbum era grande e redondo. Tinha coxas muito grossas e branquinhas.

Ela me encucava. Um dia, conversando com um vizinho, ela passou e ele, sem que eu falasse nada, disse: "Cara, está vendo essa mulher? Ela deve ter um guarda-roupa com mil vestidos iguais a este. É casada com um cara que trabalha comigo. Ele não conversa com ninguém e eu nunca a vi conversar com ninguém, só sorri, mas não fala. Aliás, fala com a filha." Eu respondi que incrível, que eu também já tinha reparado nisso, e que a filha dela devia estudar na mesma sala que a minha. Ficou nisso.

No final de semana seguinte, eu estava com Rosa na janela quando ela passou na rua. Comentei sobre os vestidos e o jeitão dela. Rosa disse que todo mundo já tinha reparado nisso, que ela morava numa casa de muros altos, que os vizinhos diziam que os três entravam e saíam sempre com sorriso e um cumprimento de cabeça. E completou: "Esta mulher tem um corpo perfeito." Eu concordei que nada nela era exagerado ou fora do lugar. Rosa me olhou e disse: "É, taradinho, tá reparando na bonequinha de corda do bairro. Que safado." Me beijou e me puxou para dentro.

EU: "Rosa, que história é essa de bonequinha de corda?" ROSA: "As mulheres da escola apelidaram ela. Não gosto disso. Acho feio ficar apelidando os outros."

Voltando às férias. Fomos para o condomínio e deixamos os filhos à vontade na praia — era um local seguro. Algumas vezes fugíamos para o apartamento para tirar uma. Rosa falava que era para eu não ficar de pau duro na praia. Dizia que eu era um tarado e não podia ver uma bunda bonita sem enrijecer.

Já tinha uns três dias na praia quando Rosa quis acordar para ver o sol nascer. Era um pouquinho mais de 5h quando ela me chamou. Coloquei sunga e ela o biquíni, pegamos duas toalhas e atravessamos a rua. Ficamos abraçados vendo o sol nascer. Assim que os primeiros raios bateram na água, uma mulher passou e parou a uns cinco metros de nós. Jogou uma toalha no chão e ficou em pé olhando para o mar. De costas, tinha o corpo perfeito. Branquinha, usava um biquíni rosa bem comportado, mas de costas a sua bunda tinha o tal desenho perfeito — grande sem exagero, redonda, como diria Ziraldo no Pasquim: a bunda dela sorria. Suas coxas grossas eram perfeitas.

Rosa olhou para mim e disse: hora de ir para casa. Chegando lá, me arrastou para o quarto, fechou a porta, puxou meu calção e o meu pau pulou para fora duro como rocha.

ROSA: "Eu sabia. Olha o tamanho que ele está. Puta que pariu, nem ver o sol nascer posso mais. Amor, precisa se controlar. Realmente aquela bunda era perfeita, mas você só de sunga fica feio com o pau estufado. A partir de agora pode usar sunga que eu gosto, principalmente quando sua bundinha fica branquinha, mas vai e volta da praia de calção, você é muito tarado. Amor, fica aí deitado com este pau duro. Pode pensar naquela bunda. Vou ali no banheiro e volto já. Me espera."

Saiu e me trancou no quarto. Uns 15 minutos depois ela voltou enrolada na toalha. Olhou para mim e disse:

ROSA: "Que lindo, gente, ainda duro me esperando. Pensou naquela bunda redonda, amor?" EU: "É para falar a verdade?" ROSA: "Sim." EU: "Pensei, amor."

Ela foi até sua malinha, pegou um gel e pediu para eu passar no seu cuzinho. Primeiro eu beijei sua bunda já com marquinha, lambi sua xoxota, mordi seu grelo grande e desci até o cuzinho, enfiei minha língua naquele anelzinho e o beijei muito. Passei o gel e brinquei com meu dedo dentro do seu cuzinho roxinho. Passei gel no meu pau e deitei de costas. Ela tinha preferência em dar a bunda nessa posição — gostava de sentar no meu pau com o cuzinho voltado para mim, dizia que era para eu ver o pau entrar no seu anelzinho. Abriu as nádegas com as mãos e encaixou o cuzinho na cabeça do meu pau. Foi descendo milímetro por milímetro, adorava fazer assim. Já me pediu para tirar várias fotos dela com meu pau entrando no seu rabo. Quando entrava uns 5cm ela tirava e descia mais, até meus 18cm sumirem todinhos dentro dela — ele era grosso, mas ela adorava. Subia e descia com uma frequência incrível. Dizia que sabia quando eu ia gozar, e devia saber mesmo, porque nessa hora ela ficava parada e começava a tocar siririca com muita força. Ela esguichava seus líquidos nas minhas coxas e descia de uma vez, cravando meu pau até o fundo no seu cuzinho. Eu a segurava pela cintura e gozava muito, muito mesmo na sua bundinha. Depois, com habilidade incrível, deitava de costas em mim com parte do meu pau ainda dentro do seu rabo. Eu acariciava seus seios. Ficava de cócoras e forçava para a porra ir caindo sobre mim. Às vezes deitava de frente, me beijava e ia se esfregando, espalhando a porra entre nós.

Tomamos banho, acordamos os filhos, tomamos um café reforçado e fomos para a praia. Claro que ela me fez usar calção, disse que tinha um reserva na sua bolsa de praia.

Ao atravessarmos a rua de terra, Rosa olhou para a praia como se estivesse procurando algo. Arrumamos o guarda-sol e as cadeiras. Os filhos já iam longe correndo. Ela me fez ficar em pé, tirou meu calção e passou protetor em mim. Depois me pediu para passar bronzeador nela. Passei nas costas e no bumbum lindo dela. Assim que terminei, antes de ela deitar na toalha, ela olhou para minha sunga, fez cara de brava e disse:

ROSA: "Não acredito, amor. Comeu meu rabo não tem meia hora e já está de pau duro, porra! Isso tudo porque passou bronzeador numa bunda que acabou de arrombar. Veste a porra do calção. Francamente."

Pegou um livro, deitou de bunda para cima, ajeitou o biquíni e começou a ler. Eu sentado na sombra ao lado dela. Se tem uma coisa em que acredito é que, se tiver de acontecer, acontece.

Rosa largou o livro, me mandou um beijo e deitou a cabeça sobre os braços. Um cara de fisionomia oriental me perguntou se podia colocar o guarda-sol dele mais perto do nosso para ampliar a sombra. Antes que eu respondesse, disse que era ele, mulher e filha. Aceitei e ajudei a colocar o guarda-sol. Ele foi buscar a família.

Rosa levantou a cabeça: "Tomara que não sejam meninos atentados. Se for, damos uma hora e vamos para outro lugar." Riu e me mandou um beijo. Logo o cara voltou com uma menina linda que não me era estranha. Deixou três cadeiras e foi com a menina para a água. A esposa chegou em seguida. Eu e Rosa quase caímos das cadeiras. Era a mulher do biquíni rosa. Pior ainda: era a mulher dos vestidos iguais, a "bonequinha de corda". Ela reconheceu Rosa e a cumprimentou efusivamente. Logo o marido voltou com a filha e ela nos apresentou: era a Ester, o marido era Fernando e a filha era Belinha. Ao contrário do comportamento fechado que tinham no bairro, eram pessoas alegres e animadas. Ester tinha um sorriso encantador. Logo meus filhos chegaram e as meninas se abraçaram — estudavam juntas. Pronto, viraram inseparáveis.

Fui com Fernando um pouco na água. Rosa e Ester foram até onde a água batia na cintura. Voltamos os quatro molhados e sentamos nas toalhas. Aí complicou. O biquíni de Ester molhado marcava a xoxota dela com perfeição — dava para ver o desenho completo. O sutiã molhado destacava os bicos dos seus seios perfeitos. Porra, que mulher gostosa. Como se não bastasse ser gostosa, era gente muito boa.

Rosa passou a mão por detrás de minha bunda e me deu um beliscão que quase cuspi o suco na cara de Ester. Só aí me toquei que estava com uma ereção completa e a cabeça do meu pau ameaçava sair da sunga. Dei uma disfarçada com a ajuda de Rosa e vesti o calção. Passamos o dia na praia, comemos na beirada e voltamos umas 3h para o apartamento. Os filhos tomaram banho e desceram para tomar sorvete com Belinha. Eu tomei banho, liguei o ar e fiquei deitado só de cueca. Rosa voltou do banho com uma toalha enrolada.

ROSA: "Deita de costas, amor." Deitei. Ela tirou minha cueca e começou a passar um creme refrescante nos meus ombros, depois nas costas, até chegar no meu bumbum. ROSA (PASSANDO O CREME CARINHOSAMENTE): "Tadinho, meu Deus. O beliscão que te dei marcou este bumbum lindo." EU: "Doeu mesmo, precisava daquilo?"

ROSA (BEIJANDO MEU BUMBUM): "Amor, a cabeçona do seu pau estava saindo da sunga. Ela viu. Combinamos que quando saísse da água você vestiria o calção. Tive que apelar, mas vou te recompensar. A culpa não é sua, sempre foi assim, taradinho, por isso casei com você. E ela é muito, muito gostosa. Até eu molhei minha xoxota. Nunca senti tesão em mulher, mas ela tem a xoxota perfeita."

Virei de pau para cima e disse que não conhecia aquele lado dela. Rosa respondeu que nem ela conhecia, mas que a xoxota tinha ficado molhada. Beijou e chupou meu pau e sentou nele. Ela gozou muito e eu também. Foi a segunda foda do dia.

À noite saímos para comer um sanduíche com os filhos e os novos amigos. Ester usava o vestido tradicional, só que desta vez branco, com decote maior e mais curto. Não deu outra: passeio inteiro de pau duro.

Quando voltamos, os filhos apagaram de cansaço. Nós também. Tiramos o suor do corpo, ligamos o ar e deitamos pelados cobertos apenas por um lençol, tudo no breu. Foi Rosa quem puxou o assunto que mudaria em parte nossas vidas por anos.

ROSA: "Amor, sabe quando vemos filme pornô?" EU: "Sim, amor. O que tem?" ROSA: "Quando tem casal trocando, eu noto que você fica com o pau ainda maior. E mete em mim com mais força. Em que você pensa? Pode falar a verdade." EU: "Amor, é delicado, mas penso eu e você naquela situação. Por que quer saber?" ROSA: "É que eu também penso. E não penso só nos homens, penso também nas mulheres." EU (SURPRESO): "Tem tesão nelas?"

ROSA (ACARICIANDO MEU PAU LENTAMENTE): "Não em todas, mas em algumas tenho. Assim como nem todas as mulheres me agradam, também tem caras que não gosto. Não olho só o tamanho do pau. Gosto dos que são iguais a você, bem tarados. E das mulheres as que chupam bem. Dou para você pensando neles. É muito bom."

EU (COM MEDO DA RESPOSTA): "Uma mulher como a Ester te atrai?" ROSA: "Muito. Nossa, hoje minha xoxota não secou — ela é muito gostosa. Não me importaria de ver você comendo-a na minha frente. Enquanto você metesse nela, eu a chuparia toda. Bom, falo isso, mas sei lá. Nunca fomos um casal de demonstrações de ciúmes, mas não sei." EU: "E o marido dela?" ROSA: "Até o momento não me atrai." EU: "Teria coragem e vontade de fazer troca de casais?"

Ela apertou meu pau e começou a punhetá-lo. Ficou muito tempo em silêncio, como se estivesse procurando as palavras. Acelerou mais a punheta. Tirou o lençol e começou a passar a língua na cabeça do meu pau. Embora estivesse muito escuro, eu sabia como estava a carinha dela naquele momento — semi-fechando os olhos e abrindo, olhando para o nada.

ROSA: "Vontade eu tenho. Mas a coragem dependeria de muita coisa. Teria que ser um casal que tanto ele quanto ela fossem do gosto dos dois. Teria que confiar muito neles, mas não queria que fossem de nosso círculo de amizades e nem que morassem perto de nós. E você, quer fazer uma troca? Está pronto para me ver dando para outro? Ter uma mulher entre nós eu sei que você topa, mas um cara me fodendo — está pronto para ver isso?" EU: "Não ter ciúmes é uma coisa, mas ver você gozando com outro cara sinto um frio na barriga. Mas vontade eu tenho." ROSA: "Te amo, amor. Por isso teria que ser um único encontro. Nada de repetir."

Disse isso, foi para cima do meu pau e sentou nele. Enquanto rebolava na minha vara disse: "Você pode comer a bunda delas, mas no meu cuzinho só este pau entra. Só trepo com casais com você ao meu lado." Meteu até gozar. Naquela conversa na escuridão, começamos nossa vida no mundo swing.

Foram poucos parceiros, todos escolhidos a dedo. Ela chupou bucetas lindas, deu para caralhos bonitos, eu meti muito. Mas a primeira vez que vi ela rebolar em outro pau, tive ânsia de vômito. Levamos mais de um ano para achar o primeiro casal. Foi uma experiência nervosa, mas muito boa. Logo que voltamos das férias, fomos a uma casa de swing com muito medo — só para ver de perto casais transando e nos acostumarmos com a ideia. Não rolou nada entre nós e outros casais. Eu comi a xoxota de Rosa expondo a bunda dela, mas não aceitamos que tocassem nela.

Fomos para casa e começamos a procura pelo primeiro casal. Não foram muitos. Também não era frequente — às vezes passavam até 6 meses sem fazermos trocas. Quando os filhos ficaram adolescentes, paramos. Só ficamos na imaginação. A Ester mudou para outro estado meses após voltarmos das férias, pois o marido foi transferido. Rosa jura que ela tinha vontade de me dar. Ficamos sem saber.

— O Destino —

Muitos anos depois — quase 30. Eu estava num consultório dentário quando uma mulher muito bonita e gostosa entrou, conversou com a atendente e, quando virou para o meu lado: surpresa! Era a Ester. Tinha apenas os cabelos mais curtos e talvez usasse tintura. Os peitos, a cintura e a bunda continuavam deliciosos. Ela ficou muito feliz de me ver, perguntou sobre Rosa e os filhos. Já tinha uma netinha, disse que Fernando era um avô babão. A dentista a chamou. Eu quase liguei para Rosa, mas deixei para contar pessoalmente. Ela saiu e nos despedimos. Entrei, fiz a limpeza e saí. Chegando no hall do prédio, a encontrei me esperando.

ESTER: "Não queria ir sem antes te dar um abraço. Lá dentro não ficaria bem."

Só de ela falar isso e eu pensar em abraçá-la meu pau ficou duro. Ela me abraçou e deu um beijo no rosto. Propus uma cafeteria ali na frente e ela aceitou. Fernando estava na casa da filha no interior e voltaria no dia seguinte. Começamos a conversar. Ela estava solta, falando de tudo. Do nada olhou para mim e disse:

ESTER: "Amigo, posso te perguntar uma coisa que me corrói há décadas? Naquela viagem na praia, você teve uma ereção enorme. Foi por minha causa?" EU: "Totalmente." ESTER: "Uau. Seu negócio quase saiu da sunga, melhor dizendo, algo rosado apareceu." EU: "Rosa me disse que você viu. Mas naquela posição que você sentou eu não aguentei. Ester, você tem um corpo incrível. Passamos todos aqueles dias admirando você. Até a Rosa se sentiu atraída — me surpreendeu dizendo que sentiu vontade de transar com você. Foi a primeira manifestação dela nesse sentido." ESTER: "Amigo, talvez fique surpreso com o que vou te falar. Já passaram tantos anos… Todas as noites naquele período de praia, eu e Fernando transávamos pensando em vocês. Isso não é uma cantada, não quero ir para a cama com você hoje. Eu dava para o Fernando pensando no volume que vi naquele dia. Ele ficava excitadíssimo lembrando do corpo da Rosa — era apaixonado pelos seios dela e por aquele bumbum arrebitado. Foi a primeira vez que ele externalizou desejo por outra mulher. Ele se sentia mais confiante porque eu falava do tesão que fiquei sentindo quando vi o seu pau tão duro. Foi o start para o que ainda vou te contar."

Ela olhou para mim e continuou:

ESTER: "Vi vocês dois em outra ocasião, mas nos escondemos. E fomos embora. Sabe onde foi? Na casa de swing. Fomos lá para conhecer, estávamos muito excitados e nervosos. Vimos vocês, ficamos com medo e saímos." EU: "Inacreditável. Nós também estávamos lá pela primeira vez. Vocês sem saber influenciaram nossa decisão. Rosa sempre ficava mais excitada com filmes de troca de casais. Partiu dela a ideia — imaginava eu transando com você e ela te chupando. E Fernando teria que participar. Imagina se tivéssemos nos encontrado naquele dia…"

ESTER: "Que destino cruel. Naquela noite já tínhamos tido um caso de troca — logo quando voltamos da praia. O que era para ser com vocês, foi com um casal italiano, amigos do Fernando, que nos visitaram. A mulher foi conduzindo a situação até que na terceira noite fizemos a troca. Depois passamos um tempo digerindo. Aí, por causa de vocês, voltamos a ter vontade. Muitas vezes tive vontade de falar com Rosa. Um dia na escola ela estava de shortinho e uma blusinha solta. Fernando tinha ido comigo buscar Belinha. À noite ele virou um monstro na cama. Me comeu de toda forma me chamando de Rosa. No dia seguinte, por duas vezes peguei o telefone para ligar para a sua casa. Mas desisti. O que eu ia falar? Aí no outro ano mudamos. Lá foi mais fácil realizar as trocas. Conhecemos uns quatro casais de São Paulo. Também paramos por causa da filha. Hoje vivemos das lembranças."

EU: "Posso contar para a Rosa?" ESTER: "Se não der problema para você. Vou anotar meu número para ela. Também vou contar para o Fernando — ele vai ficar puto por termos ido embora naquele dia. Me fala uma coisa com toda a sinceridade: ainda me acha atraente?"

EU: "Você continua linda e sexy. E com a sinceridade que pediu: tive tesão quando me abraçou." ESTER (SORRINDO): "Então estava certa, você teve uma ereção. Obrigada, amigo. Me passa o telefone da Rosa — vou ligar para ela e marcarmos uma pizza. O que acha?"

EU: "Liga sim, ela vai gostar."

Nos despedimos com mais abraços e selinhos.

ESTER (RINDO): "Que isso, menino, duro novamente?"

Rimos e fomos embora. Em casa contei tudo para Rosa, que ficou impressionada. Rosa disse: "Amor, foi até bom. Estávamos com muito tesão neles. Talvez nos envolveríamos mais do que precisava. Mas ia ser bom."

— Quem Espera —

Dois dias após meu encontro com Ester, eu estava em um cliente quando recebi uma mensagem de Rosa:

ROSA (MENSAGEM): "Amor, por favor venha logo para casa. Preciso de você para apagar meu fogo."

A mensagem foi seguida de uma foto da xoxotinha dela com os dedos saindo dela completamente melados. Ainda bem que já estava saindo.

Assim que cheguei ela me mandou tomar banho e, assim que saí, me jogou na cama. Fazia tempo que não via minha mulher com tanto tesão. Comi ela com gosto. Ela gozou com meu pau na xoxota, depois no cuzinho, e ainda quis ganhar gozada na boca. Ficamos exaustos, lado a lado, respirando fundo e nos olhando.

ROSA: "Amor, Ester ligou. Nos convidou para sexta comermos uma pizza na casa deles. Eu aceitei." EU: "Ótimo. Mas por que esse fogo todo que não via há anos? O que te despertou, o convite?"

ROSA: "Injusto falar do meu entusiasmo. Sempre tenho, confesso que hoje foi maior. É que eu e ela falamos do tesão que sentimos naquele passeio. Senti que Fernando estava ao lado dela e estava bolinando-a. Ela mal conseguia falar e parece que gozou. Isso mexeu comigo. Foi muito bom."

Transamos mais uma vez e dormimos profundamente. Na véspera do encontro, Rosa foi ao salão fazer unhas e cabelo. Escolheu minha roupa, da cueca até a camisa. Também o perfume. Ela estava linda — olhos faiscando, vestido preto justo marcando o corpo, lingerie preta. Estonteante.

Chegando na casa deles, fomos recebidos com muito carinho. Ester estava deslumbrante, cabelos loiros lindos, vestido azul bem mais curto que os de sempre, sem sutiã e aparentemente sem calcinha — não havia nenhuma marca de lingerie no corpo. Fernando estava elegante e bem mais bonito do que eu lembrava. Os anos tinham lhe feito bem. A casa era de dois andares. Embaixo uma enorme sala, cozinha americana com linda bancada, sofá reversível enorme e outro menor para duas pessoas, mesa de vidro servida com tábua de frios, vinho, suco e bombons.

Falávamos de tudo — dos filhos, dos netos, dos anos passados. Ester estava nervosíssima, as mãos geladas. Todos queriam muito que aquela noite acontecesse, só que ninguém tinha dito isso em palavras. Rosa havia se preparado por dois dias para aquele encontro.

EU: "Tenho um bom remédio para isso. Vamos dançar."

Fernando foi até os apagadores, ligou as fitas de LED das sancas e desligou todas as outras luzes. Ficou um amarelo esmaecido. Ele aumentou um pouco a música. Foi pegar Ester para dançar, mas eu intervim e disse que ela dançaria comigo. Ele pegou Rosa pela mão. Passei minha mão na cintura de Ester e colamos nossos corpos. Coloquei uma das mãos no cóccix dela, a outra na nuca, e a puxei contra mim. Ela tremia. Comecei a beijá-la e a descer a mão até o seu bumbum. Ela começou a se esfregar em mim.

ESTER (PARANDO DE ME BEIJAR): "É bom sentir que você ainda me deseja, depois de tantos anos, e está tendo uma ereção poderosa por mim. Hoje vou realizar um sonho de muitos anos. Olhe os dois — meu marido deve estar extasiado. Rosa é linda, amor. Estamos bem, depois de tanto tempo."

Rosa já tinha o vestido levantado e Fernando acariciava as suas nádegas enquanto trocavam beijos. Ester olhou para eles e disse que Rosa ainda tinha um bumbum lindo. Depois olhou para mim:

ESTER: "Como eu tive tesão na sua mulher." EU: "Você despertou nela a vontade de transar com outra mulher. Vai lá dançar com ela. Eu e Fernando seremos espectadores maravilhados."

Ela me deu um longo beijo, foi até os dois e beijou o pescoço de Rosa. Fernando entregou Rosa nos braços de Ester. Elas se olharam por um tempo, começaram a se acariciar. Colaram o corpo e entraram numa dança lenta e sensual conduzida por Rosa. Por minutos não houve beijos nem carícias — era puro balanço. Ester então ofereceu os lábios à minha mulher. No início eram toques suaves; depois línguas explorando a boca uma da outra. Um frenesi. Os corpos se esfregavam. Rosa começou a beijar o pescoço de Ester, que com uma das mãos acariciava os seios de minha mulher por cima do vestido. Rosa apertava o bumbum de Ester e a puxava contra si. Ester, num ato inesperado, retirou o vestido de Rosa, deixando-a de calcinha e sutiã. Se esfregavam. Rosa levou as mãos por baixo do vestido de Ester.

ROSA (FALANDO BAIXINHO): "Safada, já está sem calcinha, putinha gostosa. Que bunda gostosa. Aposto que está sem sutiã também, né, putinha?"

ESTER (DENGOSA): "Hum, hum. Prontinha para você, minha delícia. Meu sonho. Foi tanto tempo te desejando…"

Rosa subiu o vestido de Ester deixando o bumbum exposto, acariciou e apertou a bunda da amiga. Virou Ester na minha direção — o bumbum não era igual ao de quase 30 anos atrás, mas continuava lindo, branco, duro e redondo. Rosa puxou o vestido pela cabeça. Apareceram os seios ainda bonitos de Ester. Rosa começou a sugar os seios da amante. Foi conduzindo Ester até o sofá e ficou admirando o corpo dela inteiro. Com a mão direita acariciou a xoxota da amiga, a puxou para junto do corpo e colocou os dedos molhados na própria boca. Passou os dedos molhados nos lábios de Ester e a beijou.

ROSA: "Que gosto bom você tem, minha putinha. Quero chupar sua buceta."

Com os casais que saímos antes, minha mulher nunca tinha tido uma atitude tão explícita. Era um tesão que ela estava sentindo por Ester como eu nunca tinha visto ela demonstrar por mulher alguma. Colocou a amiga deitada no sofá e deitou com a cabeça entre as pernas dela. Admirou cada detalhe da xoxota de Ester. Com a língua começou a brincar com o grelo da amiga, beijava, lambia, chupava. Achou rapidamente o ponto mais sensível e ali dedicou mais pressão. Ester logo começou a elevar os quadris. Com um dos polegares Rosa brincava com o clitóris e com a outra mão alcançou os seios de Ester, apertando os bicos rosados. Ester não aguentou e gozou na boca de Rosa, que sugou cada gotinha daquela xoxota tão desejada. O corpo de Ester teve espasmos e ela apertava a cabeça de minha mulher contra a xoxota.

ESTER (COM DIFICULDADE PARA FALAR): "Valeu cada minuto que esperei para isso acontecer. Vem cá minha putinha, vem dar um beijo na sua puta. Não quero mais ficar longe de vocês, principalmente de você, minha delícia."

Elas se beijaram apaixonadamente. Ester tirou a calcinha e o sutiã de Rosa. Sentou a amiga e começou a chupar os peitinhos dela. Alisava, beijava, admirava, mordia — queria tudo ao mesmo tempo. Rosa suspirava e retribuía os carinhos.

ESTER: "Olha, amor, olha os peitinhos que você tanto sonhou. Olha o bumbum dela. Vem cá, passe a mão neste bumbum arrepiado. Olha como cada centímetro desta putinha está arrepiado."

Fernando levantou e acariciou o bumbum de minha mulher. Já estava nu e com o pau duro. Rosa aproveitou para segurar no pau dele e começar um boquete. Chupava e passava o cacete de Fernando nos peitinhos de Ester. Ester tomou minha mulher para ela novamente. Fernando voltou ao lugar. Foi a vez de Ester fazer Rosa gozar na boca — Rosa gozou uma quantidade generosa de mel, todo sugado por Ester. Elas fizeram um 69 apaixonado. Rosa, além de chupar a amiga, enfiou um dedo no cuzinho de Ester, que rebolava e resolveu retribuir o carinho.

ROSA: "Olha, amor, o cuzinho dessa puta."

ROSA: "Empurra, safado, empurra no cuzinho dela. Queria ter um pau para foder esse rabo. Você é muito gostosa, minha putinha."

Empurrei um pouco e a cabeça entrou. Rosa começou a lamber meu pau e o cuzinho da amiga ao mesmo tempo. Se posicionou e começou a lamber a xoxota de Ester. Segurei Ester pela cintura e empurrei mais. Entrou a cabeça toda. Rosa tirou meu pau e enfiou a língua no rabo da amiga.

Elas treparam muito. Depois ficaram sentadas se beijando. Ester levantou, me pegou pela mão e subiu as escadas comigo até a suíte dela. Deitou na cama e começou a me beijar. Rosa havia ficado lá embaixo com Fernando.

ESTER: "Foi o melhor sexo que tive com uma mulher. Estou arrepiada até agora. Acho que esperamos muitos anos para acontecer. Agora que aconteceu, foi melhor do que esperávamos. Irineu, se ela quiser, você se importa de nos quatro continuarmos a nos encontrar?"

EU: "Claro que podemos. Da minha parte, ok. Se quiserem, e Fernando não se opor, podem até se encontrar só as duas. Vi o desejo de ambas. Nunca vi minha mulher desse jeito. Pode ser aqui ou na minha casa."

ESTER: "Nossa, verdade? Será que ela vai querer? Eu ia adorar ser amante dela. Não impediria de você e Fernando participarem. Nossa!"

Ela pegou um gel lubrificante e me entregou, ficou de quatro e disse: "Agora, delícia, termina o que começou." Mas eu disse que primeiro queria sentir aquele corpo que eu desejava há anos.

Nos beijamos e acariciamos. Ela estava com a xoxota molhada. Continuei o que minha mulher tinha começado — chupei ela e coloquei o dedinho no cuzinho. Ela rapidamente gozou, uma atrás da outra. Fizemos um 69 muito gostoso. Ela chupava magnificamente. Coloquei ela de quatro e meti na xoxota dela.

ESTER: "Isso, lindo. Agora é sua vez de me fazer de puta. Mete sem dó."

Fizemos até ela gozar. Beijei o seu cuzinho, ela rebolava na minha cara. Que bunda linda. Passei gel lubrificante no seu cuzinho e coloquei a cabeça do meu cacete bem na entradinha.

ESTER: "Segura firme na minha cintura, deixa eu tentar empurrar."

Ela foi rebolando devagar e empurrando a bunda. A cabeça quase entrou toda. Ela empurrou mais um pouco.

ESTER: "Seu pau é grosso, uma delícia. Deixa-me colocar ele todo no meu rabo. Você vai ver como sou puta."

Ela rebolava e empurrava o bumbum até entrar tudo. Dava o rabo com prazer.

ESTER: "Tá gostando de comer meu cu, está, amor? Rosa disse que você adora comer um cu e que sonhava em comer o meu. Olha minha bunda grande engolindo o seu cacetão."

Metemos muito. Ela me deitou, ficou abaixada de costas para mim, desceu com o rabo até meu pau entrar todo e — assim como Rosa fazia — começou a subir e descer com a bunda engolindo meu caralho enquanto tocava uma siririca. Ela gozou e desceu com o rabo, fazendo sumir todo o meu pau.

ESTER: "Vai, puto, enche o meu rabo de porra."

Eu a segurei pela cintura e empurrei levantando os quadris. Ela começou outra siririca. Virei ela novamente de quatro e soquei no rabo. Ela continuava com a mão na xoxota.

Gozou novamente e eu enchi o cu dela de porra. Ela ficou de cócoras e expulsou minha porra da bunda.

Tomamos banho e ficamos deitados conversando. Logo Rosa subiu com Fernando. Começamos mais uma rodada. Desta vez gozei na buceta de Ester — que buceta quente. Fernando ao nosso lado gozou na buceta de Rosa. Ela desta vez não deu o cuzinho para ele. Fui eu quem comeu o cuzinho dela.

A partir daquele dia viramos amantes. Às vezes Ester ia lá em casa e transava com Rosa, e quando eu estava lá, comia as duas. Outras vezes Rosa ia para a casa de Ester e elas transavam sozinhas, ou com a participação de Fernando, que viajava muito para a casa da filha. Quando ele estava viajando, Rosa costumava dormir com Ester ou Ester dormir com Rosa lá em casa. Também tinha o dia dos quatro. Rosa começou a dar o cuzinho para Fernando. Estamos até hoje nos dando muito bem. Elas são amantes.

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