Anal7 minPor Bianca Travessa20 de março de 2026
Roteiro guiado

O Policial da Vizinha

Na época em que eu ainda estudava com a Jéssica e a Daiane, na maioria dos sábados eu ia ao prédio onde elas moravam para estudarmos ou apenas azararmos os meninos — brincando de girar a garrafa. Os meninos achavam que…

Na época em que eu ainda estudava com a Jéssica e a Daiane, na maioria dos sábados eu ia ao prédio onde elas moravam para estudarmos ou apenas azararmos os meninos — brincando de girar a garrafa. Os meninos achavam que eram mais espertos só porque nós, as meninas, sempre ficávamos peladas. Eram uns bobões. Haha.

Na segunda-feira seguinte seria feriado e a maioria da turma tinha viajado, inclusive a Jéssica, que foi com a mãe para a casa de sua avó no interior. O pai dela não foi, pois era policial e estaria de serviço no domingo e na segunda. Eu sempre o achei um tesão. Um quarentão fortão, voz grossa, que me deixava toda molhadinha. Muitas vezes me masturbei pensando nele.

Sábado de tardezinha eu já estava de saco cheio de ficar em casa e falei pra mamãe que ia um pouco na Daiane. Chegando no prédio, logo avistei o pai da Jéssica na sacada do apartamento dele. Subi até o andar da Daiane e nem toquei a campainha. Ele, que mora no mesmo andar, estava ali na porta e disse que todo mundo tinha saído para a casa de parentes.

EU: "Vixi, hoje tá embaçado, vou lá na quadra!" ELE: "Lá não tem ninguém, anjo, acabei de vir de lá. Entra, descansa um pouco e bebe algo."

Eu, mesmo receosa — pois nunca tinha ficado sozinha com ele —, entrei. O desejo de aventura era maior que o bom senso.

EU (JÁ LÁ DENTRO): "Está sozinho?" ELE: "Sim, princesa, as mulheres viajaram!"

Quando ele disse isso, senti os olhos dele nos meus seios. Meus biquinhos estavam durinhos e ficavam bem nítidos naquele topzinho branco. Uma sainha curtinha completava o figurino — a intenção era provocar os meninos, e com ele funcionou bem. Acho que até demais. Fiquei assustada com o jeito que ele me olhava enquanto bebia do copo. Já não achava que tinha sido uma boa ideia ter entrado. Me virei, insinuando que ia embora. Mas ele falou autoritário: ELE: "Não vai não, ainda nem começamos!" Tentei sair e ele trancou a porta, pegou minhas mãos e falou: ELE: "Calma, anjo, não se assuste. Você sabe que não sou um tarado. Eu sei tratar uma moça com carinho."

Me puxou para junto do corpo dele e tentou me beijar na boca. Não foi nada do que eu tinha imaginado quando me masturbava pensando nele — ele sempre foi educado, mas hoje estava muito bruto.

EU: "Você está me machucando!"

Mas eu estava era ficando molhadinha com aquela pegada mais agressiva. Ele aliviou a pressão e passou a mão na minha bunda com suavidade.

ELE: "Desculpe, anjo. Não quero te machucar. É que fico doido com um corpinho tão lindo e delicado assim grudado ao meu. Prometo ser carinhoso e fazer só se você quiser."

Disse isso enquanto enfiava as mãos por debaixo da minha saia, alisando e apertando de leve a minha bunda. Eu perdi o receio e correspondi quando ele me beijou novamente. Foi um beijo bem selvagem e a rola duríssima dele roçava a minha xoxotinha por cima da saia. Acho que naquele momento até deixaria ele me algemar. Haha.

Acompanhei-o até a sala e também na vodka. Ele sentou no sofá e me pegou pela cintura ali em pé na sua frente, rasgava elogios ao meu corpo. Foi descendo as mãos por debaixo da minha mini saia e desceu lentamente minha calcinha até os meus pés. Levantei os pezinhos para ele tirar — e depois ele cheirou bem demorado a minha calcinha.

ELE: "Huuum… que cheirinho de menina!"

Com uma mão levantou minha saia e com a outra alisava todo o meu quadril e a minha xoxota. Os olhos dele brilhavam de admiração.

ELE: "Vem, anjinho, me deixa chupar você todinha!"

Ele me segurou pela cintura, deitou no sofá, me colocou ajoelhada sobre ele com a minha xoxota na boca dele e começou a chupar, socar a língua, me sugar e morder com os lábios. Eu toda cadelinha gemi até que gozei na boca dele.

EU (GEMENDO): "Ahaaaaa… como isso é bom!"

Ele levantou, tirou o short, me puxou com força pra cima dele e ajeitou o pau na minha xoxota, me forçando pra baixo. Eu toda vadia soltei o corpo e aquele cacete enterrou todinho em mim.

EU: "Ohooooo!" Senti que me rasgava todinha, mas o tesão foi anestesia para a dor e cavalguei com os peitinhos balançando — o top já estava na cintura. Ele me segurava fazendo subir e descer bem forte. Meu segundo orgasmo veio ao mesmo tempo que ele gozou, me enchendo todinha. Eu mexia como louca enquanto ele parecia querer me perfurar, tamanho era a força das bombadas.

Quando diminuímos os movimentos até pararmos, larguei meu corpo sobre o dele, que me abraçou, e caímos deitados no sofá ainda com o pau dele dentro de mim. Ficamos ali juntinhos e quando percebemos já era noite e a sala estava toda escura. Ele levantou e acendeu a luz.

ELE (ESPANTADO): "Caralho, olha o sofá!"

O sofá estava todo melecado com muita porra misturada a líquido de gozo e suor. Falei sorrindo: EU: "Acho que você vai ter muito trabalho até amanhã!"

EU: "Já anoiteceu, minha mãe vai ficar doida comigo. Tenho que ir rapidão!" ELE: "Poxa, anjo, dorme comigo aqui esta noite. Serei seu homem e você minha mulher. Vou te dar prazer a noite toda!"

Adorei o convite. Eu já estava toda entregue e ele ainda não tinha violado o meu rabinho, mas tinha que ir. EU: "Sem chance, minha mãe me mata. Vamos esperar outra oportunidade. Prometo que deixo você fazer tudinho que quiser!"

Fui tomar um banho rapidão. Ele entrou logo atrás e começou tudo de novo. A carne é fraca demais e eu já estava toda putinha novamente com ele abaixado ali no box me chupando da xoxota até o reguinho. Pegou o gel que acabara de trazer, melecou o meu anelzinho e o cacete dele e começou a roçar na minha bunda.

EU: "Paraaa… eu tenho que ir!" Era só charminho. Queria era gritar: "Soca logo este cacete no meu cuzinho, porra!" Ele leu o meu pensamento e enfiou sem paradas. Senti tocar o fundo da minha alma. EU (GEMENDO FEITO UMA VADIA): "Ohoooooooo!"

Meus olhos até encheram de lágrimas. Ele socava aquela rola em mim, eu gemia de prazer mexendo gostoso a bunda. As estocadas eram bem fortes — ele me segurava pelos cabelos me prensando ali na parede azulejada. Com os dois dedos mexendo na minha xoxota, ele me chamava de putinha, biscatinha e mais um monte de coisas que só aumentavam o meu tesão. Gozei muito outra vez. Eu já estava com as perninhas bambas, quase arriando ali no chão, quando ele gozou enchendo o meu rabinho de porra.

ELE: "Ahaaaa…" Ele me segurou senão eu desabava ali mesmo. Logo depois do banho falei que tinha que correr pra casa. Já vestida dei mais um beijo nele, tomei dois goles de outra Smirnoff geladinha, joguei os cabelos ao vento e fui pra minha casa. Beijos, amigos. Até a próxima!

Se quiser continuar esse clima em uma experiência online, abra o hub de acompanhantes virtuais e avance para videochamada ou chamada de voz dentro da Private Muse.

Próximo passo

Continue a leitura sem sair do clima

Continue navegando

Mais em Anal

Outros contos dentro do mesmo clima para continuar a jornada sem trocar de tema.

Ver categoria

Continue navegando

Outros roteiros para continuar no digital

Uma segunda trilha de leitura para expandir o tema, descobrir novas categorias e manter a navegação viva dentro do acervo.

Ver todo o acervo

Do conto para a experiência virtual

Continue esse roteiro em uma experiencia ao vivo

Se o conto trabalha tensao visual, timing e presenca em tempo real, estas rotas conectam a leitura a uma experiencia 100% virtual dentro da Private Muse.