A Amiga da Minha Irmã na Festa Junina
Minha irmã tem dez anos a menos que eu. Na época eu estava chegando perto dos trinta e um, ela dos vinte e um. Teria uma festa aqui em casa no fim de semana, início de agosto, e seria uma festa junina. Minha irmã coment…
Início do roteiro
Minha irmã tem dez anos a menos que eu. Na época eu estava chegando perto dos trinta e um, ela dos vinte e um. Teria uma festa aqui em casa no fim de semana, início de agosto, e seria uma festa junina. Minha irmã comentou que uma amiga tinha terminado o namoro e estava pensando em chamá-la, pois a menina não estava lá muito bem. Não tive o menor interesse no assunto e dei de ombro — até que, ainda cedo, a campainha tocou.
lhei pela janela do quarto e imaginei ser a tal amiga, já que conhecia quase todos os convidados e ela tinha chegado umas cinco horas antes de todo mundo. Era dois anos mais velha que minha irmã, vinte e três anos, muito magrinha — o que fazia ela quase não ter peito, diria PP de tão miúdo — e uma bunda P que no corpo dela parecia bem maior. Cabelo comprido até o meio das costas, bem agitada e falante. Passei um bom tempo sem nenhuma interação com ela. Quando saí para pegar água e ela estava na cozinha, já veio me cumprimentando com um semi- abraço e um beijo no rosto, falando o nome dela enquanto minha irmã terminava de dizer que eu era o irmão — ela já tinha imaginado que um primo bem mais novo era eu.
Conversei pouco tempo com elas ali, bebi minha água e voltei para o quarto. Mal tinha sentado na cadeira do PC, ouço bater na porta — era ela me entregando um doce que disse ter sido mandado pela minha irmã. Agradeci e trocamos mais algumas palavras. Isso foi se repetindo ao longo do dia, até o horário que a festa começou.
Eu estava em um canto quando ela veio sentar ao meu lado e reclamar que a menina que estava conversando com minha irmã não era muito do agrado dela. Falei para ficar ali comigo. O quintal aqui é bem grande e eu estava no fundo dele, perto da fogueira que ainda estava apagada. Ficamos conversando até que chegou uma outra conhecida das duas, que empurrou ela para mais perto de mim abrindo espaço para sentar no banco em que estávamos. Com isso ficamos próximos demais e a mão dela quase encostando na minha. Fui mexendo os dedos de forma natural, quase sem perceber, massageando um dedo dela com dois meus enquanto conversávamos. Até que a outra menina perguntou se estávamos juntos, pois estávamos de mãos dadas. Ri e disse que não, que tinha sido sem querer.
Logo depois ela foi ver outra coisa e continuamos ali ainda próximos — sem necessidade agora —, ela com a mão levemente sobre a minha coxa. Olhou para as pessoas mais distantes e falou: "Todo mundo vai achar que estamos juntos." Ri e falei: "Ainda bem que os dois são solteiros. O único risco é seu ex saber e querer problemas." Nisso ela já estava acariciando minha coxa e toda a situação já estava tensa. Sem pensar duas vezes, dei um beijo nela, que correspondeu e de imediato gemeu dentro da minha boca apertando minha coxa.
Ficamos ali conversando, já parecendo um casal, com ela sempre com a mão em mim e eu com a minha mão nela. Até que em certo momento, durante mais um beijo, ela passou sutilmente o dedo para sentir o meu pau — que já estava duro. Ela sorriu e disse ser uma pena estar ali no meio da festa com a porta do meu quarto tão visível pela casa toda. Mandei ela não ter pressa, que criaria o momento ideal ao longo da noite, já que o combinado era ela dormir aqui. A festa foi se desenrolando e em alguns momentos nos encontrávamos por algum canto, a pegação era firme, sempre com algumas promessas.
Quando a festa estava praticamente encerrada, com só alguns parentes que dormiriam aqui, ela entrou na cozinha exatamente na hora em que eu estava entrando no meu quarto. Puxei ela rapidamente e nos pegamos de novo, agora com o blusão caipira aberto. Consegui acesso aos seus seios, que fui chupando com muita vontade, ela jogando o corpo para trás parecendo querer ter mais peito dentro da minha boca, intercalando a mão no outro seio. Ela me puxou pelo cabelo para me beijar e a mão foi direto ao meu pau — abriu a calça, colocou meu pau para fora e foi se abaixando na minha frente. Passou a língua nele todo, cuspiu na cabeça algumas vezes e começou uma punheta me olhando nos olhos e lambendo meu pau com vontade.
Foi quando ouvimos alguém perguntando onde ela estava. Ela parou imediatamente, segurou o riso, me deu um beijo e antes de sair pedi para ela esperar. Peguei uma cachaça que ficava no meu quarto e disse que era para ela falar que tinha ido pegar para minha irmã.
Logo depois, perto de todos que ainda estavam aqui, ela veio no meu ouvido com a cara mais natural possível e disse que ainda estava saboreando o gosto do meu pau e que agora precisava sentir o gosto do meu leite. Ri e a chamei de demônio — ela apertou minha bunda e saiu de perto.
Já era quase três da manhã, todos estavam deitados, quando do nada a porta do meu quarto se abriu. Ela entrou sorrateiramente e me deu um beijo. Sabendo que ela faria isso, eu já tinha colocado o colchão no chão para evitar ruídos. Perguntei o que tinha dito para minha irmã — disse ter avisado que ia me dar e que mais tarde voltava. Falei de novo que ela era o demônio. Ela não respondeu nada: foi logo pegando o meu pau na cueca e indo em sua direção. Beijou, chupou, mordeu e ficou ali relaxando com meu pau na boca — eu tendo que me segurar para não gemer e não encher a boca dela de porra.
Logo em seguida ela parou, ajeitou o corpo sobre o meu sem o short e encaixou a buceta no meu pau. Deixou ele ir descendo e engolindo até a base, deitou o corpo sobre o meu e ficou rebolando lentamente. Me deu alguns beijos e falou que adorava ficar por cima. Começou a sentar com mais força e a me beijar para abafar o gemido, rebolando e quicando com muita habilidade, pedindo para eu avisar quando fosse gozar para ela me chupar.
Pedi para ela ficar de quatro e fui negado na hora. Dei um sorriso e avisei:
EU: "Nem sempre você vai mandar!"
Virei ela no colchão com muita facilidade — ela devia ter metade do meu peso. Com ela deitada, dei umas bombadas fortes, dei um tapa na cara dela e falei:
EU: "Agora fica de quatro.
O olhar dela mudou completamente. Disse que não, que se eu quisesse que fosse eu quem colocasse — o que fiz de imediato, virando ela na cama. Na hora ela empinou a bunda e ficou de dois apoios com a cara no colchão. Comecei a bombar segurando a cinturinha dela, que nesse ângulo parecia ainda mais fina. Ela mordia o colchão, o travesseiro e tudo que podia para abafar os gemidos
Nessa posição ela começou a massagear o próprio cuzinho, o que a fez jogar a bunda para trás com força, pedindo para eu não parar, que estava quase gozando. Quando ela gozou, o dedo entrou no cu e ficou sendo mastigado igual ao meu pau pela buceta dela. Ela foi colocando meu pau para fora enquanto deitava por completo.
Me olhando com o pau duro e eu ajoelhado, ela foi virando o corpo, puxou meu pau me fazendo sentar, encostou a cabeça na minha coxa e começou a mamar com muita calma — parecendo só não querer perder a ereção enquanto recuperava as forças. Assim que foi se recuperando, começou a punhetar e pediu:
ELA: "Goza na minha boca!"
O que foi prontamente atendido. Depois de um dia inteiro de tortura com vários estímulos, gozei muito na boca dela, que deixou escorrer tudo no lençol.
Fim.
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