Confissão3 minPor Ceci15 de junho de 2026
Roteiro guiado

A calcinha rasgada na casa dos meus pais com o amigo tarado do meu irmão

Olá, meu nome é Cecília, tenho 21 anos, sou branca, cabelos loiros e lisos, coxas grossas, seios fartos e bumbum médio. Hoje vou contar o que rolou com o amigo do meu irmão. Só que pra começar, deixa eu explicar: meu ir…

Olá, meu nome é Cecília, tenho 21 anos, sou branca, cabelos loiros e lisos, coxas grossas, seios fartos e bumbum médio. Hoje vou contar o que rolou com o amigo do meu irmão. Só que pra começar, deixa eu explicar: meu irmão tem 22 anos, e o amigo dele, que vou chamar de Nicolas, tem 20 – já é de maior, viu? Porque o que aconteceu foi entre dois adultos, sem erro.

Certo dia, meu irmão chamou uns amigos dele pra fazer um trabalho da escola (eles ainda tavam na faculdade, mas enfim). Eu tive que sair e deixei eles sozinhos em casa, porque meus pais tinham saído também. Quando voltei, tomei banho e fui pegar uma calcinha no meu guarda-roupa. Pra minha surpresa, elas estavam todas bagunçadas e espalhadas – e eu tinha arrumado meu guarda-roupa bem pouco tempo antes. Fiquei com uma pulga atrás da orelha, mas ignorei.

Uma semana depois, eles vieram de novo. Mas dessa vez foi pra jantar com a minha família, pra comemorar uma vitória do time de futebol deles. Porém, só veio um amigo do meu irmão: o Nicolas, o mesmo de antes. Durante o jantar, eu senti uma mão alisando minha perna por baixo da mesa. Estranhei na hora e tirei.

Depois ele veio de novo. Eu não queria fazer vexame na frente de toda a minha família por causa de um coleguinha do meu irmão, então continuei só tirando a mão dele. Mas ele não desistia. Aí eu fiz uma cara feia pra ele, bem brava, como quem diz: "Para, porra!". Ele parou por uns cinco minutos, mas depois voltou pior.

Detalhe: eu estava usando uma mini-saia. Ele enfiou a mão entre minhas pernas e apalpou minha buceta por cima da calcinha. Eu dei um pulinho de susto e tirei a mão dele de novo, com força. Quando acabei de jantar, deixei o prato na pia e fui direto pro meu quarto. Enquanto eu subia as escadas, ele ficou admirando minha calcinha – eu até ri da situação, porque aquele filho da puta de 20 anos já tava me tirando do sério.

Logo depois, fiquei sabendo que ele dormiria aqui em casa. Fiquei pensando no que ele poderia fazer... E, sinceramente, fiquei com um certo tesão também. Bati uma pena do pobre taradinho. Então eu fui lá no quarto de hóspedes ver se ele estava dormindo. Ele não estava. Tranquei a porta lentamente, fiquei só de calcinha e sutiã e falei: "Meu irmão não pode saber disso, ok?" Ele, muito constrangido, gaguejou um pouco e respondeu: "Ok."

Aí eu rasguei minha calcinha bem na fenda da buceta. Ele meteu aquele pau dele – uns 13 centímetros, mais ou menos – direto na minha boceta, bem no buraco da calcinha rasgada. Foi uma delícia, apertado e proibido. No dia seguinte, fomos tomar café em família, e ele ficava me alisando nas minhas partes sensíveis por debaixo da mesa de novo, só que dessa vez eu deixei. Afinal, a gente já tinha transado mesmo.

Se quiser continuar esse clima em uma experiência online, abra o hub de acompanhantes virtuais e avance para atendimento discreto ou chat privado dentro da Private Muse.

Próximo passo

Continue a leitura sem sair do clima

Continue navegando

Mais em Confissão

Outros contos dentro do mesmo clima para continuar a jornada sem trocar de tema.

Ver categoria

Continue navegando

Outros roteiros para continuar no digital

Uma segunda trilha de leitura para expandir o tema, descobrir novas categorias e manter a navegação viva dentro do acervo.

Ver todo o acervo

Do conto para a experiência virtual

Continue esse tema por uma rota mais discreta

Quando o enredo gira em torno de reserva, sigilo e privacidade, estas rotas sao a ponte mais natural entre o conto e a experiencia dentro da plataforma.