A Comissária de Bordo que me Levou pra Cabine
Voo noturno de São Paulo pra Salvador, três horas de viagem. Pouca gente na classe econômica. A comissária se chamava Letícia, 26 anos, loira, pernas longas, uniforme azul marinho, sorriso de propaganda de creme dental.…
Início do roteiro
Voo noturno de São Paulo pra Salvador, três horas de viagem. Pouca gente na classe econômica. A comissária se chamava Letícia, 26 anos, loira, pernas longas, uniforme azul marinho, sorriso de propaganda de creme dental. Ela passou servindo bebida e me olhou diferente. Depois passou de novo. Na terceira vez, ela parou no meu assento e sussurrou:
— O senhor pode me ajudar com uma coisa no fundo? É rápido.
Levantei. Ela me levou pra área dos comissários, atrás das cortinas. Apertou um botão, abriu uma portinha minúscula.
— É a cabine de descanso da tripulação — disse, entrando. — Cabe duas pessoas se elas gostarem uma da outra.
Ela tirou o paletó do uniforme, abriu a blusa. Os peitos dela eram perfeitos, redondos, com os mamilos já duros. Abriu minha calça, chupou meu pau rápido, só pra molhar, porque o tempo era curto. Depois levantou a saia lápis. Tava sem calcinha. A buceta lisinha, rosada, já melada, brilhando na luz amarela da cabine.
Ela sentou no meu pau com tudo, naquele espaço minúsculo, a cabeça dela batendo no teto. Cavalgou rápido, sem gemer alto, com medo de algum passageiro ouvir. Mordeu meu ombro enquanto gozava, se tremendo. Eu virei ela de quatro, apoiei na parede de metal e meti com força, o avião dando uma turbulência de leve. Gozei dentro, sentindo a buceta dela se contrair.
— Pouso em uma hora — ela disse, ajeitando o uniforme. — Quer outro café?
Fiquei com o pau doendo o voo inteiro. Voltei pra Salvador três vezes naquele mês. Todas no mesmo voo.
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