A Paramédica que me Atendeu no Fundo da Ambulância
Caí de bicicleta, ralei o joelho, nada grave. Chamaram a ambulância por excesso de cautela. A paramédica se chamava Sabrina, 33 anos, cabelo raspado de um lado, piercing no septo, braços tatuados. Ela me colocou na maca…
Início do roteiro
Caí de bicicleta, ralei o joelho, nada grave. Chamaram a ambulância por excesso de cautela. A paramédica se chamava Sabrina, 33 anos, cabelo raspado de um lado, piercing no septo, braços tatuados. Ela me colocou na maca dentro da ambulância e fechou a porta.
— Perda de sangue? — perguntou, com a voz séria. — Só no joelho — respondi.
Ela olhou pro meu pau marcando a calça de ciclismo. Olhou de novo. Limpou meu joelho com álcool. Depois colocou a mão na minha coxa.
— Tem outro lugar sangrando? — perguntou, com a voz mais grossa. — Talvez.
Ela abaixou minha calça de ciclismo. Meu pau estava duro, latejando. Ela nem hesitou. Abriu o próprio macacão de paramédica. Tava sem calcinha. A buceta depilada, cabeluda em cima, raspada nos lábios, já melada.
— Sessão de emergência — ela disse, montando em cima de mim na maca.
Enfiou meu pau na buceta dela com tudo e começou a cavalgar com força, a ambulância balançando, as macas batendo uma na outra. Ela gozou em trinta segundos, se contorcendo, as tatuagens suando. Eu segurei na bunda dela e meti de baixo pra cima com tudo. Ela gozou de novo. Eu virei ela de quatro na maca, meti no cu dela sem avisar. Ela gostou, gemeu alto, pedia "mais, mais". Gozei dentro do cu dela.
Ela se limpou com gaze, ajeitou o macacão. — Seu joelho tá bem — disse. — Mas vai precisar de reexame amanhã. Passou o cartão de visita dela. "Sabrina — Serviço de Atendimento Móvel." Debaixo, ela escreveu com caneta: "Chama à noite."
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