Hétero10 minPor Nina02 de abril de 2026
Roteiro guiado

A Festinha Liberal

Olá a todos. Volto aqui para narrar mais uma safadeza minha, daquelas que fazem a pele queimar só de lembrar. Após minha primeira foda intensa com Lucas, a coisa não parou por ali. Transei com ele mais duas vezes na sem…

Olá a todos. Volto aqui para narrar mais uma safadeza minha, daquelas que fazem a pele queimar só de lembrar. Após minha primeira foda intensa com Lucas, a coisa não parou por ali. Transei com ele mais duas vezes na semana seguinte, encontros furtivos e sujos, sempre sendo bem arrombada, feita de vadia sem pudor e voltando para casa com as pernas bambas e cheia de porra na buceta.

Porém, a cereja do bolo ainda estava por vir. Como prometido no conto anterior, convidei Lucas para uma festinha particular de muito sexo em minha casa, algo que quebraria todas as barreiras. Combinamos que ele iria na sexta à noite, e o plano era simples e delicioso: aproveitaríamos a madrugada toda metendo demais, sem hora para acabar.

Naquela sexta-feira combinada, a ansiedade era tanta que nem fui trabalhar. Usei a desculpa de uma consulta médica para ficar em casa e me preparar ritualisticamente para a noite. Fui me produzir com calma: arrumei os cabelos, deixando-os um pouco mais aloirados, o que sempre me dá um ar de mais vadia — algo que, convenhamos, eu já sou por natureza.

Por volta das seis da tarde, entrei no banho. Depilei a buceta com cuidado, deixando-a lisinha como pele de bebê, pronta para o que viria. Escolhi meu figurino a dedo: um vestidinho laranja de algodão, bem curtinho e justo, que abraçava minhas curvas e destacava minhas coxas grossas. Por baixo, apenas uma mini calcinha branca de renda, quase inexistente, e nos pés, um salto alto que alongava minha silhueta.

Quando o relógio marcou sete e meia, meu celular vibrou com a mensagem de Lucas: estava chegando. Meu coração disparou. Meu marido e eu fomos até o portão esperá-lo. Quando ele desceu do carro, estava como sempre: gostoso, bem arrumado, com aquele perfume que exala testosterona. Ele cumprimentou meu marido sem nenhuma vergonha, com um sorriso cúmplice no rosto.

Entramos, nos acomodamos na sala e servimos algumas cervejas geladas para quebrar o gelo — se é que havia algum. Ficamos conversando, e claro que o assunto principal era eu. Falávamos abertamente sobre como ele havia me fodido nos encontros anteriores e como me deixara bem realizada, exausta e feliz. Lucas confessou que, apesar de já conhecer bastante desse meio liberal, nunca tinha transado com uma mulher na frente do marido. Disse que não teria problema algum, mas pediu uma única condição: que ele e eu começássemos a brincadeira, e depois meu marido entraria.

Rimos, e meu marido assentiu, excitado com a ideia de me ver sendo usada. Sem perder tempo, Lucas se levantou, veio até mim e me deu um beijo delicioso, de tirar o fôlego. Pegou em minhas mãos e foi me guiando para o quarto, com meu marido nos seguindo como um espectador ansioso.

No quarto, a luz estava baixa. Meu marido se sentou à beira da cama, e eu me sentei na lateral, de frente para Lucas. Ele se aproximou, começou a alisar meus cabelos com uma delicadeza que contrastava com suas palavras:

— Vamos começar então, vadia?

Adorei ouvir aquilo. O som da palavra "vadia" saindo da boca dele foi o gatilho que eu precisava. Avancei na calça dele com fome, abri o zíper e tirei aquela rola grossa para fora. Ela já estava dura, pulsando. Passei a chupá-lo com vontade, engolindo o pau dele e fazendo barulhos obscenos, por vezes olhando de soslaio, com cara de puta, para meu marido, que assistia a tudo já mexendo na própria rola.

Chupei a rola de Lucas por pelo menos uns oito minutos, babando na cabeça, descendo até as bolas. Então, ele deu um tapinha estalado em meu rosto e me mandou deitar. Obedeci na hora. Me deitei na cama e ele foi tirando meu vestido, deslizando o tecido pelo meu corpo, depois a calcinha, me deixando nua, apenas de sandálias de salto. Ele caiu de boca na minha buceta.

Minha buceta estava totalmente lisa e já melada, escorrendo de tanto tesão. Como sempre, ele me chupou muito gostoso, usando a língua com maestria, me fazendo gemer alto, sem me importar com os vizinhos. Meu marido, assistindo a tudo, só me chamava de safada em coro com Lucas, perguntando se eu estava gostando. Eu respondia entre gemidos que estava amando, que queria mais. Lucas metia os dedos fundo enquanto lambia meu clitóris, quase me fazendo gozar ali mesmo.

Quando viu que eu estava mais molhada que uma cachoeira, ele se ajeitou entre minhas coxas abertas e me penetrou selvagemente, de uma vez só. O gemido que soltei foi gutural. Com aquela posição, o pau dele foi até o fundo da minha buceta, tocando de leve no meu útero, preenchendo cada espaço. Lucas começou a me foder forte, sem dó. Ele me beijava com violência, puxava meus cabelos para trás, dava tapas leves e ardidos no meu rosto, chupava e mordia meus seios e me xingava de tudo quanto é nome: puta, cadela, vadia, arrombada... tudo enquanto socava cada vez mais forte e fundo.

Nessa hora eu já não gemia mais: eu gritava, implorando, incentivando ele a meter cada vez mais forte, a me quebrar ao meio. Aos berros, tive meu primeiro orgasmo da noite, o corpo todo tremendo em espasmos.

Ainda em transe pós-orgasmo, pedi para ele tirar o pau. Nesse momento, olhei para meu marido e o chamei para participar. Ele se deitou na cama e eu, indo por cima, deslizei minha buceta molhada na rola dele, encaixando gostoso. Então olhei para Lucas, que estava em pé ao lado, e falei com a voz rouca:

— Mete na minha buceta junto com meu corno!

Lucas se ajeitou atrás de mim e, antes de começar, confessou que nunca tinha visto nem feito aquilo antes — uma dupla penetração vaginal. Mesmo assim, começou a enfiar a cabeça da rola bem devagar, ao lado da do meu marido. Senti minha buceta esticar ao máximo, uma pressão absurda e deliciosa, até que eu estava com as duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo.

Comecei a me movimentar com os dois paus me preenchendo. Era uma sensação de plenitude insana. Meu marido me beijava na boca, me chamava de puta, de vadia. Lucas fazia o mesmo por trás, puxando meus cabelos e mordendo meu pescoço. Minha excitação era enorme, sobrenatural, e acabei gozando de novo, quase desmaiando de tanto prazer, sentindo aquelas duas rolas pulsando dentro de mim.

Continuei me movimentando, esfregando minha buceta neles, e pedi para que os dois gozassem dentro de mim ao mesmo tempo. Sem demora, os dois começaram a me foder mais forte, num ritmo frenético, e logo senti minha buceta sendo inundada de porra quente e grossa, jatos e mais jatos de ambos. Eu gemia alto, sentindo a respiração ofegante dos dois no meu ouvido.

Aos poucos, suas rolas foram saindo, moles e satisfeitas, e um mar de porra escorreu de dentro de mim, branco e espesso, sujando o saco e o pau do meu esposo, escorrendo pelas minhas coxas. Não perdi tempo: abaixei a cabeça e chupei meu marido ali mesmo, limpando tudo, engolindo toda a porra que escorria dele e de mim.

Lucas, vendo aquilo, comentou, impressionado:

— Nossa, amigo, você tem uma bela puta. Nunca fodi uma mulher tão safada e vadia!

Meu marido sorriu orgulhoso e respondeu que ele ainda não tinha visto nem a metade, que eu era muito mais safada que aquilo.

Ouvindo o que eles disseram, e querendo provar meu ponto, mandei Lucas se sentar na beira da cama. Comecei a chupar a rola dele, que ainda estava melada de gozo e sucos vaginais, trabalhei com a língua até que ficou dura de novo, erguendo-se imponente. Sem perder tempo, passei a mão na minha buceta, peguei um pouco da porra que ainda escorria e melei meu cuzinho, lubrificando a entrada. Fui sentando de costas no colo de Lucas, encaixando meu cu na rola dele, engolindo-a todinha até o talo, sentindo meu anel lacear e acomodar aquele volume.

Comecei a cavalgar devagar no colo dele, sentindo o pau roçar na minha próstata, e ao mesmo tempo me inclinei para frente e chupei meu corninho, que logo ficou de pau duro também, animado com a visão. Então fui me recostando para trás, no peito de Lucas, ficando toda aberta e exposta, e disse ao meu marido:

— Agora mostra pra ele como sua esposinha é vadia e safada!

Meu marido entendeu o recado na hora. Se aproximou, posicionou a rola e começou a forçar a entrada do meu cu, que já estava ocupado com o pau de Lucas. Senti meu cu arder de dor e tesão, uma pressão alucinante de ser duplamente invadida por trás, e aos poucos fui sendo arrombada pelos dois, que logo passaram a me foder intensamente no mesmo buraco. Eu gritava coisas que nem lembro, desconexas, pois era uma sensação avassaladora. Era praticamente uma tripla penetração, já que meu marido, enquanto me fodia no cu junto com Lucas, enfiava três dedos na minha buceta encharcada.

Nessa hora enlouqueci completamente e tive um segundo orgasmo, muito mais intenso que o primeiro. Cheguei a tremer o corpo todo, revirando os olhos, e gritar de um jeito que dava para ouvir na rua. Ao mesmo tempo, os dois foram aumentando o ritmo, impiedosos. Meu marido batia no meu rosto, me beijava com força, e logo os dois se acabaram dentro do meu cu. Mesmo tendo gozado antes, ainda saiu muita porra de dentro deles, inundando meu rabinho, transbordando.

Quando meu marido saiu de dentro de mim e Lucas me soltou, caí de lado na cama, exausta, destruída no melhor sentido. Estava em transe, melada de suor, sêmen e saliva, vermelha, com as marcas dos tapas, e toda arrombada. Meu cu pingava porra sem parar, melando todo o lençol e escorrendo pelas minhas coxas.

Quando tive forças, me levantei cambaleando para tomar um banho. Ao voltar, falei que descansaria um pouco, mas apaguei. Desmaiei de cansaço na cama. Só acordei por volta de duas da manhã com os dois se deitando ao meu lado, já de paus duros novamente. Não teve jeito: a noite não tinha acabado. Os dois acabaram comigo um pouco mais, me usando, me deixando toda arrombada e melada na cama mais uma vez.

No dia seguinte, acordei e já passava das dez da manhã. Lucas já havia ido embora. Além de ter dito ao meu marido que havia adorado a putaria, ainda me mandou uma mensagem agradecendo a bela noite de sexo e dizendo que entraria em contato, pois estava louco para mais uma putaria.

E foi exatamente o que aconteceu três semanas depois: uma deliciosa e massiva putaria com ele e alguns amigos dele, que irei contar com todos os detalhes sórdidos num próximo conto.

A Festinha Liberal

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