O Amigo do Meu Marido
Olá a todos. Preciso compartilhar algo que aconteceu num domingo à tarde, um daqueles dias quentes e preguiçosos que parecem feitos para o pecado. Um amigo do meu marido apareceu lá em casa de surpresa. Os dois se acomo…
Início do roteiro
Olá a todos. Preciso compartilhar algo que aconteceu num domingo à tarde, um daqueles dias quentes e preguiçosos que parecem feitos para o pecado. Um amigo do meu marido apareceu lá em casa de surpresa. Os dois se acomodaram na sala para conversar: meu marido relaxado em uma poltrona de costas para a cozinha, e o amigo na outra, de frente para a cozinha e, consequentemente, bem na direção da mesa onde eu estava.
O calor estava insuportável naquele dia, então eu vestia uma bermuda curta de tecido bem molinho e fresquinho, que desenhava minhas curvas, e uma regata levemente decotada, deixando meu colo à mostra. Como o papo era só coisa de homem, fiquei na cozinha cuidando das minhas coisas, fingindo desinteresse. Quando terminei, puxei uma cadeira e me sentei à mesa, bem na linha de visão deles. Peguei meu celular e fiquei na minha, mas meus sentidos estavam alertas.
De repente, meu marido levantou e foi até o banheiro. Foi o momento da virada. Quando levantei os olhos do celular, dei de cara com o amigo dele me encarando fixamente. Não era um olhar comum; era um olhar penetrante, cheio de desejo cru. Sustentei o olhar por alguns segundos, sentindo um arrepio percorrer minha espinha, mas não fiz nada demais. Logo meu marido voltou, e a conversa deles recomeçou.
Eu continuava ali, cuidando. Mas a dinâmica tinha mudado. Toda hora eu sentia os olhos dele queimando sobre mim. Em certos momentos, eu olhava de volta, sorria de canto e disfarçava, fingindo inocência. Aquela troca de olhares proibida começou a me excitar de uma forma que eu não esperava. Minha respiração ficou mais pesada, e eu senti minha calcinha começar a umedecer.
Depois de um tempo, já bastante excitada com aquele jogo silencioso, decidi elevar a aposta. Fui até a sala, caminhando devagar, parei atrás da poltrona do meu marido e dei um beijo carinhoso na nuca dele.
— Precisa de alguma coisa, amor? — perguntei, com a voz doce. — Não, tá tudo certo — ele respondeu, distraído.
Então, olhando sério e fixamente para o amigo dele, levei as mãos aos seios e os ajeitei dentro do sutiã, fazendo questão de realçar o volume e o decote.
— Vou tomar um banho, estou morrendo de calor... — anunciei, mordendo o lábio inferior enquanto encarava o amigo.
Saí em direção ao quarto, sentindo o olhar dele grudado na minha bunda balançando no shortinho mole. Peguei minha roupa e, ao entrar no banheiro, olhei para trás uma última vez. Ele estava vidrado. Mordi os lábios de novo, apertei meus peitos com força na frente dele e vi a excitação estampada na cara dele. Entrei e fechei a porta.
Debaixo do chuveiro, a água morna não foi suficiente. Brinquei com a minha bucetinha, esfreguei o clitóris com sabão e gozei rápido, gemendo abafado. Mas meu tesão não passou. Pelo contrário, parecia que tinha apenas acordado o monstro. Eu queria mais. Queria perigo.
Saí do banho vestindo uma regatinha branca justa, sem sutiã, uma calcinha pequena e uma sainha preta que ia até o joelho. Passei pela sala com um olhar mais safadinho, daquele que promete problemas. Olhei pro amigo dele, dei um sorrisinho malicioso e voltei para a mesa da cozinha. Dessa vez, sentei no mesmo lugar, porém um pouco mais de lado, com as pernas voltadas para ele. Saí decidida a provocar.
Enquanto ele me olhava, hipnotizado, comecei a passar a mão pelo meu corpo, descendo do pescoço até as coxas. Devagar, fui erguendo levemente a barra da minha saia, centímetro por centímetro, até mostrar a calcinha. Em seguida, estiquei o tecido da calcinha para o lado, enterrando-o na minha bucetinha inchada, comprimindo meu grelinho sensível. Aquilo me deixou ainda mais excitada, beirando a loucura.
Então, tirei a calcinha de lado completamente. Comecei a brincar ali, bem na frente dele. Enfiei meus dedos na minha buceta molhada, torcendo desesperadamente para que meu marido não olhasse para trás. Se ele virasse, veria a esposa puta dele, toda meladinha, se masturbando para outro homem na mesa da cozinha. O perigo era eletrizante.
Eu me masturbava com vontade, tremendo de tesão. O amigo dele mal conseguia prestar atenção na conversa, respondendo com monossílabos, suando frio. Depois de uns minutos brincando, olhei nos olhos dele e, apenas movendo os lábios sem emitir som, chamei ele para me foder. Dava tapinhas leves na minha bucetinha exposta e sussurrava mudamente: "Mete aqui, vem".
Ele ficou quieto, paralisado, o pau devia estar rasgando a calça. Eu não parei. Brincava com o clitóris com uma mão e enfiava dois dedos fundos na bucetinha e um no cuzinho apertado. O prazer explodiu. Gozei gostoso, ali na frente dele, contraindo tudo, mordendo o lábio para não gritar.
Quando o espasmo passou, mostrei meus dedos para ele, brilhando com meu melzinho misturado com minha porrinha. Levei os dedos à boca, encarando-o, e chupei um por um, devagar e com gosto, como se chupasse o pau dele. Ele quase caiu da cadeira.
Sequei minha bucetinha rapidamente e me recompus, ajeitando a saia como se nada tivesse acontecido. Ele não aguentou mais. Logo disse que precisava ir para casa e se levantou. Despediu-se do meu marido na sala. Enquanto meu marido foi até o quarto buscar alguma coisa, ele veio até a cozinha se despedir de mim.
Não perdi tempo. Agarrei o pau dele por cima da calça. Estava latejando de tão duro, uma rocha quente. Puxei ele para um beijo, enfiando minha língua na boca dele, deixando ele sentir o gosto da minha bucetinha que ainda estava nos meus lábios.
Colei meu corpo no dele, punhetando o pau dele com força por cima do tecido grosso, e sussurrei no ouvido dele, com voz de puta:
— Hoje você vai pra casa, bate uma punheta e manda essa porra gostosa pra mim, tá ouvindo?
Ele concordou, atordoado, e saiu quase correndo. Fiquei ali, encostada na pia, muito satisfeita e gozada, rindo sozinha. Sabendo que, muito provavelmente, naquela noite ele ia foder a esposa dele pensando em me foder, em arrombar a mulher do amigo. E isso me deu um tesão do caralho.
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