A Importadora, o Patrão e a Virada do Jogo
Meu primeiro e único emprego foi em uma importadora de médio porte cuja matriz ficava na cidade onde me criei e cujo proprietário, de nome Norberto, era um sujeito influente com contatos importantes em todos os círculos…
Início do roteiro
Meu primeiro e único emprego foi em uma importadora de médio porte cuja matriz ficava na cidade onde me criei e cujo proprietário, de nome Norberto, era um sujeito influente com contatos importantes em todos os círculos de interesse e poder. Eu estava no último ano da faculdade de administração e meu pai, dono de um escritório de contabilidade que na carteira de clientes detinha a empresa de Norberto, se incumbiu de conseguir um estágio para mim — que ao final me efetivou como responsável pela área de logística, ainda algo pouco conhecido no mundo empresarial. Graças a isso galguei alguns postos dentro da empresa, sempre sob o olhar arguto do proprietário que, vez ou outra, fazia questão de vir até a minha sala tecendo elogios melosos ao meu desempenho.
Na época eu não me achava uma mulher atraente, mesmo tendo a juventude como minha aliada. Jamais dava atenção aos olhares safados ao meu redor; poucas vezes eu me examinava diante do espelho tentando compreender o que tanto chamava a atenção dos homens, e permanecia insegura. Um pouco acima do peso, dona de peitos grandes e flácidos, bunda saliente, coxas grossas com alguma celulite, rosto levemente arredondado, lábios finos e um eterno ar blasé — a meu ver não eram atributos capazes de acender o tesão dos homens. Porém, mesmo assim, os olhares persistiam, acrescidos de alguns gracejos e flertes safados que eu procurava não estimular.
Tive sim alguns namorados, mas nenhum deles vingou em uma relação mais duradoura, e quando o tesão batia forte eu me aliviava com uma siririca bem gostosa, baixando meu facho e tornando tudo o mais monótono possível. Nessa época, seu Norberto passou por um momento fodido em sua vida pessoal ao descobrir que sua esposa lhe metia chifres a torto e a direito, acabando em uma separação escabrosa que expôs a sua vida íntima, deixando-o arrasado e sem rumo por um bom tempo. Não sei se a situação e o estado dele me impeliram a ensaiar uma aproximação que ele abraçou como uma tábua de salvação, evitando que se afogasse em mágoas.
Uma tarde ele ligou no meu ramal querendo saber se eu aceitaria jantar com ele. Fiquei aturdida com o convite que me pegou de surpresa, mas acabei aceitando — talvez por pena diante da solidão do sujeito. Saímos um pouco depois das oito da noite; dentro do carro, Norberto me explicou que iríamos para um restaurante em uma cidade próxima, pois ele não queria que nosso encontro pudesse ser mal visto ou mal interpretado. O lugar era um tanto sofisticado, mas consegui lidar com a situação enquanto conversávamos, eu ouvindo as lamúrias e reclamações de um homem solitário. No caminho de volta, Norberto estacionou em uma praça e perguntou se podia me beijar.
Não consegui esconder minha estupefação com o pedido e, antes que pudesse responder, ele me agarrou — logo senti sua língua safada vasculhando o interior da minha boca e uma mão forte apertando meus peitos por cima da roupa. Naquele momento eu experimentava uma mescla de tesão e hesitação, já que o homem que apertava meus peitos e beijava minha boca quase me deixando sem ar era meu patrão, cliente do meu pai e ainda por cima um homem separado depois de descobrir que era corno. Esbocei uma reação que logo se mostrou pífia, pois Norberto exercia um controle incompreensível sobre mim. Repentinamente ele cessou o assédio, fitando meu rosto com uma expressão apreensiva — temia que seus gestos pudessem ter repercussão indesejada. Sem dizer uma palavra, ligou o carro retomando a marcha.
Para minha surpresa, acabamos retornando para a firma. Norberto saltou do veículo me conduzindo pelo braço que ele segurava com firmeza; subimos as escadas até chegarmos ao seu escritório, onde entramos.
NORBERTO: "Tira a roupa, caralho!"
Ordenou ele com firmeza na voz e na postura, exibindo um olhar tempestuoso que me deixava arrepiada e com a buceta escorrendo. Eu tinha noção de que poderia me negar a obedecê-lo, mas me senti impelida pelo tesão que ele havia despertado — em poucos minutos fiquei pelada diante de Norberto, que arregalou os olhos numa expressão lasciva enquanto apertava a pica dura por cima da calça com gestos nervosos. Eu permanecia onde estava, sentindo minha pele arrepiada fremer involuntariamente, com a buceta molhada choramingando de tesão.
De rompante, Norberto avançou em minha direção segurando meus peitos com firmeza, apertando com vontade, aproveitando para dar beliscões nos meus mamilos — o que me fez gemer que nem uma cadela no cio. Mais uma vez ele enfiou a língua safada na minha boca; eu não resistia, me entregando aos beijos e às carícias nos peitos que foram ganhando um vigor cada vez mais abusado. Logo transformou meus peitos no novo alvo da sua safadeza, levando a boca até os mamilos para lamber e sugar com chupões fortes que misturavam dor e prazer. Norberto me usava como brinquedo predileto enquanto eu me limitava a servi-lo, seguindo um instinto que sequer sabia de onde provinha.
NORBERTO (IMPACIENTE): "De joelhos, agora! Mama minha pica, puta!"
Gritou ele enquanto abria a braguilha, fazendo saltar a rola enrijecida e pulsante. Sem pensar duas vezes, me pus de joelhos e tomei a pica nas mãos, sentindo sua rigidez vibrante e suas dimensões inquietantes antes de abocanhá-la — desferindo uma mamada voraz que logo fez o safado grunhir e gemer em tom rouco. Ele acariciou meus cabelos com certa ternura antes de segurá-los com força, passando a socar a pica contra minha boca como se ela fosse uma buceta gostosa, chegando ao ponto de roçar minha garganta com a cabeça da rola. Procurei controlar o desconforto segurando a pica pela base, aliviando um pouco o impacto das estocadas contundentes — até que ele culminou num gozo abundante que eu não fui capaz de conter, recuando com os jatos de porra lambuzando meu rosto e escorrendo pelo meu peito.
Norberto cambaleou para trás procurando se apoiar sobre a mesa de trabalho, a rola ainda gotejando porra. Quando finalmente conseguiu se recompor, veio até mim estendendo a mão — eu ainda permanecia de joelhos com o corpo dolorido pela posição. Norberto me ajudou a ficar de pé, acariciou meu rosto com um sorriso fraterno e pediu que eu me vestisse para irmos embora. Antes que eu saltasse do carro próximo de casa, ele me puxou pelo braço e mais uma vez trocamos um beijo luxurioso — uma despedida sem palavras.
Não consegui pregar o olho a noite inteira. Toda vez que tentava, a lembrança da mamada em Norberto me deixava com a buceta molhada, impondo que eu me aliviasse mais de uma vez com a siririca, sufocando os gemidos e gozando sem parar. Quando a manhã chegou eu estava exausta após tantas siriricas que perdi a conta. Tomei banho, me arrumei e fui para o escritório imaginando como seria rever meu patrão após a noite anterior — mas acabei atolada no trabalho sem tempo de ir até a sala dele.
Fiz hora extra para dar conta de tudo, e quando terminei peguei a pasta com os documentos que precisavam da assinatura de Norberto. Ao passar pela recepção, vi que Melinda — a secretária loirinha periguete, dona de peitões siliconados e bunda proeminente, fiel cumpridora de horários — também havia esticado o expediente, o que me deixou um pouco surpresa. Bati à porta e, depois de alguns instantes, ouvi Norberto pedindo que eu entrasse. Fiquei boquiaberta ao me deparar com a cena: Norberto sentado em sua poltrona com as calças arriadas e Melinda nua, ajoelhada entre suas pernas, mamando a rola rija com uma voracidade de cadela faminta. Ao ver aquela safadeza toda, tive vontade de dar meia volta e correr — mas o tesão já gritava dentro de mim e minha buceta começou a escorrer na hora.
Assim que me viu, Melinda abriu um largo sorriso, pôs-se em pé e veio em minha direção. Sem que eu pudesse esboçar uma reação, ela começou a me despir — sem perder tempo em enfiar os dedos na minha buceta enquanto chupava meus mamilos, provocando uma onda de gozo descontrolada que me fazia gemer e tremelicar que nem uma vadia. De sua poltrona, Norberto nos observava batendo uma punheta forte na rola. A habilidade de Melinda em me fazer gozar várias vezes me levou à beira da exaustão — foi quando Norberto nos interrompeu, ordenando que ela me levasse até a beira da mesa e me deitasse de barriga para baixo com os peitos apoiados no tampo. Melinda ainda fez com que eu abrisse bem as pernas e aproveitou para abrir minhas bundas, passando a língua no rego com especial atenção no meu cuzinho.
Algum tempo depois ela mudou de posição, mantendo minhas bundas bem abertas, e chamou Norberto.
MELINDA (COM TOM JOCOSO): "Pronto, velho safado! Tem mais um cuzinho aqui pra você arrombar!"
Senti as primeiras estocadas contundentes que logo obtiveram o resultado esperado — a cabeça da pica arrombando meu cu, forçando a entrada e me invadindo com um furor tempestuoso. Não contive um grito rouco ao sentir a rola me rasgando impiedosamente, e creio que meu grito estimulou ainda mais o safado, que passou a socar com mais força até enfiar a rola inteira no meu rabo. Cada estocada de Norberto ampliava a sensação incômoda, acrescida de uma dor puta que pariu — resultado da fodida violenta que me assolava — e mesmo os beijos vadios de Melinda não eram suficientes para aliviar.
Houve um momento em que pensei que ia desmaiar de tanto que ele metia no meu cu. Porém, um bom tempo depois, pude experimentar uma sensação confusa: um prazer inexplicável começou a mitigar a dor e, de repente, me vi tomada por um tesão vibrante que provocava deliciosos arrepios e espasmos. Foi nesse clima que gozei sem que ninguém tocasse na minha buceta — e quando anunciei o gozo entre gritinhos e gemidos, Norberto urrou enterrando a rola bem fundo no meu cu enquanto ejaculou abundante dentro de mim. A intensidade foi tamanha que eu tremelicava a cada novo jato de porra sendo despejado lá dentro, e quando tudo acabou ainda desfrutei da sensação da rola pulsando no meu cu antes de murchar e escorregar para fora — causando um novo gozo gostoso. Melinda fez questão de manter minhas bundas abertas para permitir que Norberto desfrutasse da visão da porra dele escorrendo do meu cu num filete copioso e arrepiante.
Depois daquela fodida arrebatadora, Norberto passou a me usar sempre que possível: fosse em finais de expediente para que eu mamasse sua rola, fosse no elevador para uma punheta rápida com direito a chupões nos mamilos, fosse logo pela manhã às portas fechadas onde ele se divertia enfiando os dedos na minha buceta e me fazendo gozar várias vezes seguidas. Com o passar do tempo percebi que Melinda estava sendo jogada para o escanteio — e isso me preocupou, pois logo descobri que a relação dela com Norberto vinha de antes da separação. Da minha parte não havia nenhuma intenção de tomar seu lugar.
A bolha estourou: o escândalo se instalou com Melinda denunciando o patrão por assédio, o que resultou na prisão de Norberto — logo liberado pelo seu advogado. A repercussão dentro e fora da empresa foi tal que a clientela começou a minguar, beirando a falência. O que me levou a um gesto impensado: uma noite fui ao escritório de Norberto, que se mostrava apático e desmotivado. Sentei em frente a sua mesa e expliquei meu plano para anular a denúncia de Melinda, expondo algumas provas que eu havia coletado por conta própria.
NORBERTO (RESSABIADO): "Tudo bem, mas o que você quer em troca?"
Contive um risinho de escárnio antes de responder: EU: "Em troca, você vai fazer tudo que eu mandar. Tudo, sem reclamar."
Norberto arregalou os olhos com ar estupefato, mas depois de respirar profundamente acabou aceitando. Dias depois a denúncia de Melinda foi acusada de falso testemunho e simplesmente desapareceu sem deixar rastros.
Semanas depois, após recuperar sua idoneidade e os clientes que havia perdido, Norberto se mostrava confiante novamente — mas sempre que nos encontrávamos eu notava uma ponta de preocupação no olhar dele com a dívida que havia contraído comigo. Certa noite ele me chamou até a sua sala; assim que entrei, foi logo perguntando sobre minhas pretensões após nosso acordo. Respirei fundo, sentei na cadeira e tirei os sapatos devagar, com toda a calma do mundo.
EU (COM TOM ENFÁTICO E OLHAR FIRME): "Você pode começar lambendo meus pés, seu tarado."
Norberto exibiu um ar de estupefação que me levou a pensar que ele poderia me mandar à merda logo de saída. Todavia, poucos minutos depois o safado estava de quatro diante de mim, segurando meus pés e dando beijos e lambidas vorazes. A cena causou tal estardalhaço em mim que gozei ali mesmo, umedecendo a calcinha e escorrendo porra pelas coxas.
Com Norberto deitado de barriga para cima, calças baixadas, exibindo a rola dura na minha frente, dei a ele uma punheta com meus pés até seu gozo explodir em jatos de porra quente — deixando ambos lambuzados entre gemidos e suspiros.
Daquele dia em diante meu chefe se tornou meu brinquedo predileto, a ponto de ele próprio desfrutar de ser usado e abusado por uma mulher. Por mais de uma vez fiz com que ele se batesse para mim em seu escritório, dentro do elevador, no interior do carro e até mesmo no banheiro feminino da empresa. Cada nova safadeza me concedia uma autoconfiança impressionante — e ele exibia um prazer indescritível em ser dominado. Na única ocasião em que trepamos de verdade, fiz questão de montar nele e cavalgar a rola toda, ouvindo o delicioso barulhinho das minhas bundas se chocando contra o ventre dele enquanto ele gemia igual a um cachorrinho.
Pouco mais de um ano depois Norberto me pediu em casamento. Recebeu como resposta uma gargalhada eufórica. Ele demorou a perceber que eu estava livre para usar e não ser mais usada — e mesmo diante disso jamais se afastou de mim, assim como jamais houve outra mulher em sua vida. Eu preenchi todos os espaços vazios que ainda existiam em seu interior.
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