A foda a três que abriu a porta
A porta do quarto mal tinha acabado de travar e a urgência entre nós era palpável. O perfume de Beatriz ainda parecia flutuar na pele de Thalita, misturado ao cheiro de sal e ao suor doce da entrega de minutos atrás. Aq…
Início do roteiro
A porta do quarto mal tinha acabado de travar e a urgência entre nós era palpável. O perfume de Beatriz ainda parecia flutuar na pele de Thalita, misturado ao cheiro de sal e ao suor doce da entrega de minutos atrás. Aquilo não era um ciúme corrosivo; era combustível puro.
Eu a prensei levemente contra a madeira da porta, minhas mãos encontrando o caminho por baixo do tecido leve do seu vestido de linho.
— Você está elétrica — sussurrei, sentindo o corpo dela vibrar sob o meu toque.
— Eu estou em chamas, Thiago — ela confessou, jogando a cabeça para trás e expondo o pescoço. — Ver você ali, sentado, me devorando com os olhos enquanto ela me chupava e dedava... Eu nunca me senti tão fodidamente desejada.
Minhas mãos subiram, mapeando cada centímetro que eu vira Beatriz explorar. Eu queria reivindicar aquele território, não por posse, mas por uma conexão que agora parecia ter ganhado uma nova dimensão. Thalita desabotoou minha camisa com uma pressa febril, seus dedos tropeçando nas casas, a respiração tão curta quanto a minha.
Nós nos movemos em direção à cama de dossel, mas não chegamos a deitar de imediato. Paramos diante do grande espelho que refletia a luz da lua vinda da varanda.
Eu a abracei por trás, olhando nosso reflexo. As marcas leves das mãos de Beatriz ainda estavam ali, e eu as cobri com as minhas.
Thalita olhava para o espelho, vendo a si mesma através dos meus olhos. "Eu pareço diferente?", ela perguntou, a voz embargada.
"Você parece mais viva e mais puta — no melhor sentido", respondi, beijando seu ombro enquanto já sentia o tesão subir de novo.
Ela se virou nos meus braços, e o beijo que trocamos foi carregado de uma fome nova. Era como se a experiência com o outro casal tivesse aberto uma porta que não queríamos mais fechar. Eu a levei para a cama e, ali, o ritmo era nosso. Cada toque dela era mais ousado, cada movimento meu era guiado pela excitação de tê-la visto em êxtase nos braços de outra mulher, gemendo enquanto eu olhava.
Naquela noite, o sexo não foi apenas mecânico; foi uma conversa sobre o que tínhamos acabado de viver. Thalita guiava minhas mãos, sussurrando como Beatriz havia chupado sua buceta e como ela queria que eu repetisse, mas com a força e a intimidade que só nós dois tínhamos. "Mete mais fundo", ela pedia. "Fode do teu jeito agora."
Quando finalmente chegamos ao ápice, foi uma explosão coordenada. Eu gozei dentro dela enquanto ela se contraía toda na minha pica, gemendo meu nome misturado com o de Beatriz. Eu sentia o coração dela batendo contra o meu peito, um ritmo frenético que parecia acompanhar as ondas do mar batendo nos recifes lá fora. Desabamos um sobre o outro, suados, exaustos e com um sorriso de cumplicidade que selava nosso pacto silencioso.
A lua de mel no nordeste tinha acabado de se tornar o marco zero de uma nova vida.
A luz da manhã começou a entrar pelas frestas da cortina, e o som dos pássaros tropicais nos acordou. O celular de Thalita, sobre a mesa de cabeceira, vibrou com uma notificação.
Era uma mensagem de Beatriz no WhatsApp: "O café da manhã no terraço está divino. Esperamos vocês em 20 minutos?"
Thalita olhou pra mim, mordeu o lábio e respondeu: "Vamos. Mas hoje à noite eu quero vocês dois juntos."
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