Rola de 19cm no ménage das duas cadelas
Olá meus amigos leitores, vou contar um conto de um amigo sortudo. Os nomes foram trocados pra preservar os nomes dos envolvidos. Espero que gostem e gozem bastante, curte e comenta — bons contos pra todos.
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Olá meus amigos leitores, vou contar um conto de um amigo sortudo. Os nomes foram trocados pra preservar os nomes dos envolvidos. Espero que gostem e gozem bastante, curte e comenta — bons contos pra todos.
Meu nome é Allan, tenho 26 anos, com 1,89m e uma rola de 19cm veiuda que faz qualquer puta tremer. Tava no sofá quando minha esposa Janaína — uma morena gostosa com seus 24 aninhos, 1,69m de curvas perfeitas, bunda empinada e peitos firmes — chegou com a Jaqueline, uma amiga dela, 42 anos, 1,71m de corpão maduro e suculento, morena tatuada com uma fênix na lateral da coxa e na bunda.
Janaína piscou: “Amor, trouxe a Jaqueline pra um ménage hoje… ela quer provar tua rola monstro.”
Meu pau endureceu na hora na cueca. Janaína trancou a porta, tirou o vestido colado, revelando lingerie preta rasgando na buceta depilada. Jaqueline, safada experiente, baixou o macacão, peitos balançando livres, cu piscando na tanga fio. “Allan, ouvi da Jana que tu arromba… me usa como cadela.”
Janaína ajoelhou primeiro, puxou minha calça: “Olha isso, Jaqueline… 19cm pra gente dividir.” As duas chupavam juntas, Janaína engolindo a cabeça babando, Jaqueline lambendo o saco e roçando o dedo no meu cu. “Porra, esposinha… tua amiga mama melhor que puta de rua!” Jaqueline engasgava fundo: “Rola de garanhão… fode minha garganta, menino!”
Levantei as duas, virei Janaína de bruços no sofá, meti na buceta dela — sequinha não, molhada pra caralho. “Toma, moreninha… soca essa buceta apertada!” Jaqueline sentava na cara da amiga, rebolando: “Lambe meu cu tatuado, Jana… ensina pro teu macho.” Eu socava forte, vendo a língua da Jana enfiada no rego da Jaqueline, tatuagens brilhando de suor.
Troca: tirei de Janaína pingando, enfiei no cu da Jaqueline. “Aaaah, caralho… rasga esse cu maduro, Allan! Minha buceta nunca aguentou isso!” Empinei ela de quatro, rola de 19cm enterrando até o talo, saco batendo nas tetas tatuadas. Janaína punhetava debaixo, lambendo onde entrava: “Fode ela, amor… enche de porra pra eu chupar!”
Jaqueline gozou gritando, cu piscando no meu pau, esguichando na cara da Jana. “Agora minha vez no cu!”, Janaína implorou. Virei ela de costas, pernas nas costas, metendo no cuzinho apertado de 24 anos, esticando tudo. Jaqueline chupava os peitos da amiga, dedos na buceta dela: “Arromba tua putinha, Allan… faz ela gozar!”
Socava como animal, dominando as morenas. “Vocês são duas cadelas… tomem rola!” Janaína gozou tremendo, cu apertando, meu leite quase explodindo. Puxei, as duas ajoelhadas de boca aberta. Gozei jatos grossos — na cara da Jana, na boca da Jaqueline, pingando nas tetas tatuadas. Elas se beijavam dividindo, engolindo tudo: “Melhor ménage… tua rola é viciante, Allan.”
Dormimos embolados, porra seca. Janaína, você é a melhor esposa — te amo.
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