A gozada no vagão
Fala, galera!
Início do roteiro
Fala, galera!
Ando sumido, mas agora com mais tempo vou contar um rolê que aconteceu há uns 2 anos, quando eu ainda era casado.
Sou o Pedro. Na época estava casado com a Iara, 30 anos, caucasiana, magrinha, 1,60m, 60kg. Ela tinha ficado viciada em academia e virou uma magrinha bunduda top, daqueles corpos que chamam atenção pra caralho.
Chegou dezembro e ela me arrastou pro centro de SP pra fazer compras. Tava um calor infernal, igual agora. Dessa vez eu levei uma mala de viagem com rodinhas pra colocar as compras.
Deixei o carro no estacionamento e fomos de metrô. Eu de bermuda preta de linho, camiseta branca e tênis. A Iara estava de top bege, calça de tecido fino bem agarrada no corpo e bota. Ela adora exibir o corpo — conforme andava, a calça entrava mais na bunda e até formava um cameltoe na frente kkkkk.
Na volta, além de encher a mala de compras, eu ainda voltava carregando um monte de sacolas e a Iara puxando a mala. Quem conhece SP sabe que o metrô fica lotado pra caralho nessa época de festas, porque todo mundo faz compras no centro.
Falei pra ela:
— Iara, faz o seguinte: entra pelo canto da porta e já coloca a mala entre as suas pernas pra ninguém roubar. Eu entro atrás de você, ok?
Foi o que fizemos. O vagão lotou logo de cara. Ela colocou a mala no chão entre as pernas e eu fiquei atrás dela. Com uma mão segurava as sacolas, com a outra me segurava na barra.
Na estação seguinte lotou de vez. Meu corpo ficou completamente colado no dela e meu pau encaixou certinho no meio da bunda dela. Ela tentou se ajeitar e meu pau começou a ficar duro pra caralho. Situação constrangedora pra porra, ainda mais com medo de alguém perceber que eu estava de pau duro encostado na minha própria mulher. Tentei relaxar.
Tava um puta calor, uma suadeira danada. De repente ela começou a empurrar a bunda pra trás com força. O tesão foi aumentando até que senti meu pau pulsando forte. Caralho… eu estava gozando ali mesmo, no meio do vagão lotado.
Quando parei de gozar, fiquei preocupado pra caralho se alguém tinha percebido. A safada da Iara endireitou o corpo, jogou o cabelo pro lado e ficou quietinha até chegarmos na nossa estação.
Chegando no carro, no estacionamento, eu estava bravo e falei:
— Iara, não faz mais isso porra! Você ficou empurrando o rabo em mim de propósito e eu acabei gozando! Se alguém tivesse percebido eu tava frito!
Aí a Iara, rindo, contou a versão dela:
— Não foi nada disso, amor… Logo que entramos no vagão eu coloquei a mala entre as minhas pernas. Na estação seguinte lotou de vez. Na minha frente tinha um grandão segurando uma sacola e a mão dele encaixou bem na minha buceta. Você atrás de mim, com o pau encaixado na minha bunda. Eu tentei achar uma posição pra tirar a mão dele da minha buceta, mas com a mala entre as pernas eu não conseguia fechar as pernas de jeito nenhum!
— Aí senti seu pau duro roçando na minha bunda, aquele calor, o cheiro de suor… comecei a ficar com tesão. Quando olhei pra baixo, meus bicos dos seios estavam completamente duros e marcando o top. Joguei o cabelo pra frente e relaxei. Graças à sua ideia brilhante de colocar a mala entre as minhas pernas, eu não conseguia fechar as coxas. Puta vergonha! Porque com seu pau duro na minha bunda e a mão do grandão roçando na minha buceta eu tive um mini-orgasmo que até amoleceu minhas pernas. Segurei no braço do cara sem querer… afff, acho que ele nem percebeu onde estava a mão dele.
Quando chegamos no carro, ela abriu a calça pra conferir e a calcinha estava toda melada mesmo kkkkk. Com aquele calor, o roça-roça e a mão do estranho na buceta dela… ficou difícil segurar.
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