A Jornada do Prazer: Descobrindo Intimidade e Confiança
Como bem sabemos, muitas mulheres carregam trauma de sexo anal. Algumas tiveram um namorado ou marido que achou que era igual aos filmes pornôs: chegar, meter e pronto. A mulher se machuca, sente dor pra caralho e perde…
Início do roteiro
Como bem sabemos, muitas mulheres carregam trauma de sexo anal. Algumas tiveram um namorado ou marido que achou que era igual aos filmes pornôs: chegar, meter e pronto. A mulher se machuca, sente dor pra caralho e perde completamente o interesse em fazer.
Minha esposa não foi diferente. Quando ainda estávamos namorando, perguntei se ela fazia anal. Ela respondeu na hora que não, e me contou o motivo. Eu deixei pra lá, não quis forçar.
Depois de casados, fui conversando com calma, explicando que o jeito que o ex dela tinha feito estava completamente errado, que existia uma forma certa de fazer, com paciência, e que podia dar muito prazer. Ela ficou com os dois pés atrás.
Mas durante o sexo eu sempre explorava novos pontos nela. Um dedo no cuzinho de vez em quando já rolava. Quando eu fazia oral, lambia bem o cuzinho junto com a buceta. Inserir um dedo, depois dois no cuzinho enquanto chupava a bucetinha dela se tornou rotina — e ela gozava muito mais rápido. Percebi que, apesar do medo, ela sentia prazer ali.
Até que um dia ela resolveu que queria tentar. Eu sabia que não seria fácil. Ia precisar de muita paciência, conter meu ímpeto e ir bem devagar. Como sempre priorizei o prazer dela antes do meu, sabia que esperaria o tempo que fosse necessário.
Tentamos várias vezes, mas sempre era pouco. Logo ela sentia dor, o medo voltava e a gente parava. Deixava um tempo sem insistir.
Certa vez, perto do nosso aniversário de 4 anos de casamento, estávamos tentando com mais frequência. Ela já conseguia alguns movimentos, sempre deixando por conta dela se mexer, pra ela controlar os próprios limites.
Chegou o dia do aniversário. Paguei o salão pra ela, queria que se sentisse divina. E caralho, que espetáculo que ela ficou. Lindíssima. Calçou um salto, vestiu um vestido que ia até os joelhos. Ela é baixinha, toda gostosinha, bumbum empinado, coxas bem feitas e seios durinhos. Eu já sou babão por ela, naquele dia então fiquei ainda mais louco.
Fomos pra uma festa, bebemos, dançamos, sorrimos pra caralho. O bar/boate ficava na frente de vários motéis. Durante uma dança bem colada, ela me abraçou, colou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Quero que você meta no meu cuzinho hoje… Quero sentir você atolar esse pau todo em mim.
Meu pau ficou duro na hora. Ela me olhou com cara de safada. Eu abracei ela forte e ela sentiu o volume por cima da calça. Pra provocar ainda mais, passou a língua nos lábios e me beijou com vontade.
Aproveitamos bem o resto da festa. Às duas da manhã fomos pra um motel. Ela tinha preparado tudo. Mandou eu me deitar na cama e esperar. Tirou o vestido devagar e ficou só com um conjunto vermelho lindo pra caralho. Eu tirei fotos, claro que tirei, não sou bobo.
Nos beijamos com paixão, pegando aqui e ali. De repente ela me empurrou, subiu na cama e ficou de quatro, empinando bem a bunda. Virou o rosto pra mim e disse, com a voz manhosa:
— Vem… Chupa sua putinha desse jeito.
E deu um tapinha no próprio bumbum.
Normalmente eu já sou tarado, mas aquela atitude dela me deixou possuído. Fui com tudo. Beijei, lambi cada pedaço de corpo que conseguia alcançar. Tirei a calcinha dela com os dentes, apreciei aquela buceta e cuzinho lisinhos. Que visão encantadora. Chupei o cuzinho dela com vontade, enfiando a língua fundo. A buceta dela estava melada pra caralho. Não deixei de lado: chupei com fome. Ela se agarrava na coberta, gemia alto, e quanto mais eu chupava, mais ela empinava e se empurrava contra minha boca.
O prazer era intenso. Ela gozou forte, tremendo, e pediu rola. Não deixei ela esperando.
Penetrei a buceta dela bem devagar. Ela gemia a cada centímetro que entrava. Mesmo molhada e melada, a entrada foi apertada. Quando estava todo dentro, ela começou a rebolar no meu pau. Dei alguns tapas no bumbum que foi ficando vermelho. Ela gemia, gritava, gozava uma atrás da outra.
Aí ela olhou pra mim, ofegante, e pediu:
— Come meu cuzinho agora.
Minha excitação foi pro céu. Peguei o lubrificante que ela tinha trazido na bolsa, passei bastante. Brinquei com o cuzinho dela com um dedo enquanto dedilhava a buceta. Depois usei dois dedos. O cuzinho dela não reclamou, aceitou fácil. Cheguei a colocar quatro dedos. Ela gemeu que estava uma delícia.
Depois de brincar bastante com os dedos, lubrifiquei bem meu pau. Deitei ela de lado, fui por trás e comecei a penetrar com muito cuidado. Ela colocou a mão no meu quadril como se fosse me empurrar, mas não empurrou. A cabeça do pau custou a entrar, senti a pressão forte do cuzinho apertado. Finalmente passou. Ela soltou um urro misturado com gemido:
— Tá uma delícia… Vai amor, continua… Está gostoso… Põe tudo… Arromba esse cuzinho, vai!
Nessa hora eu tive que me controlar pra não meter tudo de uma vez. Queria o prazer dela, não só o meu. Quando meu pau estava todo atolado no cuzinho dela, fiquei quietinho, só sentindo a respiração dela, deixando ela acostumar. Ela já estava bem relaxada de tanto gozar.
Falei baixinho no ouvido dela:
— Curte o momento… Sente cada pedaço do meu pau no teu cuzinho.
Comecei a me movimentar bem devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Tirei mais e meti de novo. Ela já estava se acostumando. Beijei seu pescoço enquanto meu pau sentia cada espaço apertado. Ela dedilhava a própria bucetinha encharcada.
— Bomba amor… Bomba que eu vou gozar!
Agora sim. Segurei a mão dela, tirei da buceta e comecei a meter forte e rápido. Falei rouco no ouvido dela:
— Olha como eu tô arrombando seu cuzinho, putinha.
Ela perdeu o controle. Puxava minha cintura pra ela, gritando:
— Vou gozaaaaar! Vou gozaaaaar!
Ela tremia inteira, cravou as unhas no meu braço e teve um orgasmo absurdamente forte, daqueles que eu nunca tinha visto nela. Eu continuei bombando sem parar.
De repente ela pediu, quase sem voz:
— Me come de quatro, amor… Arromba sua putinha de quatro. (Ela nunca aguentava fazer anal de quatro antes.)
Tirei o pau devagar do cuzinho dela. Ela se levantou com dificuldade, as pernas bambas. Ficou de quatro, se apoiando nos antebraços. Virou o rosto pra mim e disse:
— Amor… Eu gozei pelo cuzinho.
— É sério?
— Sim… Continua, vai.
Olhei e o cuzinho dela já estava abertinho. Penetrei novamente e dessa vez meu pau entrou fácil. Ela se empinou toda. Meu pau estava todo dentro. Ela pegou um travesseiro e mordeu forte, olhando pra mim com aqueles olhos cheios de tesão. Eu podia ver perfeitamente meu pau entrando e saindo daquele cuzinho que eu tanto queria.
— Bomba amor… Vai… Me arromba… Me deixa toda abertinha.
Acelerei os movimentos. Ela revirava a cabeça no colchão, sussurrando entre gemidos:
— Me arromba… Me arromba… Delícia… Vou gozar… Vou gozaaaaar!
Ela soltou um urro longo. Eu também não aguentei mais. O prazer dela me levou ao limite. Gozei forte, enchendo o cuzinho dela de porra quente enquanto continuava me movimentando devagar, aproveitando cada espasmo.
Tirei o pau bem devagar. Ela soltou um gemido gostoso quando saiu. O cuzinho ficou aberto pela primeira vez, o leitinho escorrendo devagar.
Me deitei ao lado dela, que ainda estava ofegante.
— Gozei novamente pelo cuzinho, amor…
Eu me senti realizado pra caralho. Não só por ter feito ela gozar, mas porque ela gozou pelo cuzinho — e duas vezes. Perguntei como tinha sido. Ela respondeu que foi espetacular, que nunca tinha gozado daquele jeito na vida.
Hoje, toda vez que fazemos anal, ela goza. Normalmente duas vezes. Eu acho o máximo. Sinto um prazer e um tesão enorme no prazer dela. E isso é bom demais.
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