Encontros Proibidos na Estrada: A Paixão de Rodrigo e Sarah
Me chamo Rodrigo, 45 anos, alto, saudável, divorciado e dono de uma rola grande e muito grossa. Moro em Porto Iguazu, na Argentina, mas trabalho em Foz do Iguaçu. Ano passado fui visitar um irmão em São Paulo. Na volta,…
Início do roteiro
Me chamo Rodrigo, 45 anos, alto, saudável, divorciado e dono de uma rola grande e muito grossa. Moro em Porto Iguazu, na Argentina, mas trabalho em Foz do Iguaçu. Ano passado fui visitar um irmão em São Paulo. Na volta, enquanto esperava o ônibus, conheci uma mulher baixinha, muito bonita, evangélica, decentemente vestida, beirando os 35 anos. Ela era bem falante e começamos a conversar.
Ela me contou que morava em Presidente Franco, cidade vizinha a Ciudad del Leste, no Paraguai. Por mera coincidência, iríamos viajar 14 horas lado a lado. Isso me deixou muito contente — era uma companhia bem agradável.
A viagem começou e continuamos conversando baixinho. Ela me disse que o marido era tetraplégico e o quanto era difícil sua vida, mas que jamais o deixaria porque o amava muito. A noite chegou, fizemos a primeira parada, lanchamos e seguimos viagem. As luzes do ônibus se apagaram. Algumas horas depois ela disse que estava com sono e perguntou se podia deitar a cabeça no meu ombro.
Levantei a divisória dos assentos e disse que ela podia colocar a cabeça no meu colo, ficaria mais confortável. Ela hesitou um momento, mas aceitou. Pensei comigo mesmo: “Primeiro passo dado”.
Durante o trajeto, nos solavancos e curvas, a cabeça dela deslizava no meu colo e friccionava o tarugo. Minha rola foi ficando dura e latejante. Ela, que só estava cochilando, levantou a cabeça e sussurrou:
— Nossa! O que você tem aí no meio das pernas que está cutucando minha cabeça?
(Fingindo não saber.) Eu respondi:
— Desculpe, Sarah, não pude evitar. Encoste a cabeça no meu ombro, é melhor.
— Não… agora eu quero ver.
já sabendo o que ia rolar, abri a braguilha. O pé de mesa pulou pra fora, já melado de pré-gozo escorrendo. Ela olhou e sussurrou:
— Posso pegar?
— Pode.
— Meu Deus, como é grosso… Faz tanto tempo que não sei o que é isso.
Com a mãozinha delicada ela começou a punhetar devagar e a lamber a cabeça da rola. Depois, com certa dificuldade, enfiou a tora na boca e começou a chupar. Eu reprimia meus gemidos de prazer, apertando a cabeça dela contra minha rola com cuidado pra ela não engasgar e acordar algum passageiro.
Logo dei uma gozada gostosa. Ela sorveu toda a porra, depois me beijou com a boca ainda cheia de leitinho.
Devagarinho ela levantou o vestido e tirou a calcinha. Eu fui pro lado da janela. Ela sentou devagar na minha pica até a buceta ficar completamente encaixada na rola grossa. A cada curva e solavanco ela gemia baixinho e suspirava. Até que, num sussurro desesperado, disse:
— Ai meu Deusss… vô gozá… tô GOZANDOOOOOOO!
Eu já havia gozado duas vezes. Ela ficou sentadinha, com a buceta cheia de porra escorrendo na minha calça. Me beijava sussurrando que não ia colocar mais a calcinha pra facilitar, pois ainda tínhamos 8 horas de viagem.
Fomos fazendo putaria o resto do caminho até chegar perto do destino.
Quando chegamos em Foz, pegamos um táxi e fomos direto pra um hotel. Ela ligou pra filha dizendo que ia chegar tarde porque passaria na casa de uma amiga.
No quarto, ela se despiu. Fiquei deslumbrado com o corpo daquela mulher baixinha tão gostosa. Sua bucetinha era coberta por um emaranhado de pelos ruivos. Eu também fiquei pelado, com a pica dura pra caralho. Deitei de costas e ela começou a cavalgar minha rola, gemendo alto:
— Ai que rola gostosa, meu Deussss! Que delícia! Fode gostoso… goza dentro da minha buceta… me faz feliz! Nunca mais vi uma rola na minha vida! Não me deixe sem comer essa buceta carente… Vô gozáaaa karai! Enche essa buceta de gozo! Ai vô gozáaaa… tô GOZANDOOOOOOO! Aiiii meu amor, mete gostoso!
— Sarah, quero comer esse cu gostoso.
— Não posso… é pecado… é sodomia…
— Depois que eu comer você vai gostar.
Ela ficou de quatro. Chupei o cu dela com vontade, cuspi, lubrifiquei e enfiei primeiro um dedo, depois dois. Ela se contorcia toda dengosa:
— Tá gostosooo… enfia mais e mexe…
Tirei os dedos, encostei a cabeça da rola na portinha de trás e empurrei devagar, rompendo as pregas. Ela gritou. Quando a cabeça já tinha passado, perguntei:
— Quer que eu tire?
— Não… pode deixar… empurra devagar.
Ela rebolava e a pica foi entrando até encostar as bolas na bunda. Comecei o vai e vem. Ela choramingava:
— Come esse cu, meu garanhão! Goza dentro do meu cu!
Eu socava a rola com força. O tesão era tanto que eu já tinha gozado duas vezes e o cacete não amolecia. Ela gozou várias vezes com meu pau no cu, tocando uma siririca frenética.
Metemos até o começo da tarde. Depois fomos almoçar, trocamos números de telefone. Ela pegou um táxi rumo à sua cidade do outro lado e eu peguei o ônibus pra Porto Iguazu.
Nos tornamos amantes. Vira e mexe nos encontramos em Foz pra meter gostoso.
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