A Trilha Proibida: Uma Fuga Selvagem de Prazer
Eu adoro fazer trilha. É a minha forma favorita de relaxar de verdade: sem celular, sem gente, só eu, o cheiro de terra molhada e o som das folhas farfalhando com o vento.
Início do roteiro
Eu adoro fazer trilha. É a minha forma favorita de relaxar de verdade: sem celular, sem gente, só eu, o cheiro de terra molhada e o som das folhas farfalhando com o vento.
Ano passado eu voltei pro meu lugar favorito — aquela trilha isolada pra cacete que corta uma floresta densa, com as montanhas aparecendo lá no fundo como guardiãs silenciosas. O sol filtrava entre as árvores, deixando tudo dourado. Eu já estava suada, a camiseta colada nos peitos, o shortinho de corrida marcando bem a bunda.
Mais ou menos uma hora de caminhada, a bexiga apertou forte demais. Não tinha como aguentar até o fim. Saí da trilha principal, me enfiei uns vinte metros mata adentro atrás de uma árvore enorme, grossa como tronco de baobá, e olhei pros dois lados pra ter certeza que ninguém ia aparecer.
Baixei o short e a calcinha até os tornozelos, agachei devagar, abrindo bem as pernas pra o jato não espirrar na roupa. Minha buceta ficou completamente exposta ao ar fresco da floresta, os lábios inchadinhos do calor da caminhada, o grelinho já meio sensível roçando no vento. O xixi começou a sair quente, forte, fazendo um barulhinho molhado no chão de folhas secas.
Ah, que alívio, porra. Fechei os olhos por um segundo, sentindo o líquido escorrer pela pele, pingando da minha bucetinha lisinha. Foi aí que ouvi um passo leve nas folhas.
Abri os olhos de supetão e lá estava ele. Um cara de uns trinta e poucos anos, alto, pele morena do sol, barba rala, camiseta justa marcando o peito definido e uma calça jeans que não escondia porra nenhuma. Na mão ele segurava um potinho de plástico cheio de frutinhas vermelhas, como se estivesse colhendo por ali.
Ele parou na hora. Os olhos desceram direto pro meio das minhas pernas abertas. Em vez de desviar o olhar ou pedir desculpa, ele abriu um sorriso lento e safado e disse:
— Bem, essa é uma vista bem melhor que as montanhas, hein.
Eu devia ter ficado brava, puxado a roupa e mandado ele se foder. Mas não. Meu coração deu um salto, minha buceta deu uma piscadinha involuntária e eu só sorri de volta, ainda agachada, o xixi terminando de escorrer devagar.
Ele não foi embora. Ficou ali, olhando sem a menor vergonha, e eu percebi que a mão dele já descia, esfregando devagar por cima da calça jeans, apertando o volume que crescia rápido.
— Caralho, você é linda pra porra assim, toda aberta, molhada… Olha só como sua bucetinha brilha com esse solzinho que passa pelas folhas. Corpo perfeito, coxas firmes da trilha, peitos marcando a blusa. Eu queria ver mais, moça. Queria ver tudo.
A voz dele era rouca, baixa, cheia de desejo cru. Eu terminei de fazer xixi, mas em vez de me levantar correndo, abri as pernas um pouquinho mais, sentindo o ar tocar direto no grelinho que já estava inchando. Minha buceta latejava, molhada não só de xixi agora.
Ele deu um passo mais perto, ainda se esfregando.
— Não para não, continua assim. Deixa eu ver como você limpa essa bucetinha linda. Tô louco pra tocar, pra lamber cada gotinha. Quer ir mais fundo na floresta comigo? Tem uma clareira ali atrás onde ninguém vai achar a gente. Eu te mostro o que essa pica aqui pode fazer com você.
Meu coração tava disparado, a buceta pulsando forte, o cu até contraindo de tesão. Eu sabia que era loucura, mas o “não” que eu tinha na ponta da língua simplesmente derreteu.
Levantei devagar, puxei o short só até metade da bunda, deixei ele ver bem a curva da minha bunda suada e respondi baixinho:
— Tá bom… Vamos. Mas rápido, antes que eu mude de ideia.
Ele sorriu largo, guardou o potinho no bolso e veio até mim. Pegou minha mão, os dedos quentes e calejados, e me guiou mais fundo na mata, entre árvores altas, folhas roçando nas minhas pernas nuas. O coração batia tão forte que eu ouvia nos ouvidos.
Chegamos numa clareirinha pequena, cercada de samambaias altas, o chão macio de musgo e folhas secas. O sol batia direto ali, quente na pele.
Ele me virou de frente pra ele, encostou meu corpo no tronco de uma árvore e me beijou com fome. A língua dele invadiu minha boca, grossa e molhada, enquanto as mãos desciam pro meu short e baixavam tudo de uma vez — short e calcinha caindo nos tornozelos. Eu tirei os tênis rapidinho e fiquei só com a camiseta.
Ele se afastou um segundo, olhou pra minha buceta peladinha e gemeu:
— Porra, olha essa buceta rosada, inchada, já molhando a coxa. O grelinho tá pedindo boca, né? Deixa eu chupar.
Ele ajoelhou no musgo, segurou minhas coxas e abriu bem minhas pernas. A língua dele lambeu devagar da entrada do cu até o grelinho, saboreando o gosto salgado do xixi misturado com meu mel que já escorria. Eu segurei a cabeça dele, gemendo baixo:
— Aaaahhh… Isso, chupa meu grelinho… Porra, que língua gostosa.
Ele chupou forte, sugando o grelinho pra dentro da boca, lambendo em círculos rápidos. Dois dedos entraram na minha buceta molhada, curvando e batendo bem no ponto G. Meu corpo tremeu inteiro, as pernas bambeando. Eu gemia cada vez mais alto, desesperada:
— Ahhh porraaa! Mais fundo com esses dedos… Chupa minha buceta, caralho! Tô gozando, tô gozando!
O orgasmo veio forte, minha buceta apertando os dedos dele, jorrando um squirtzinho quente que molhou o queixo dele. Ele lambeu tudo, sorrindo com a boca brilhando.
— Delícia de buceta que esguicha. Agora é minha vez, abre essa boquinha linda.
Eu me ajoelhei no musgo, abri o zíper dele e puxei a pica pra fora. Grossa, veia saltada, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Cheirava a homem, suor e tesão. Eu lambi da base até a ponta, sentindo o peso na língua, depois engoli tudo de uma vez, até encostar no fundo da garganta. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca devagar no começo, depois mais forte.
— Isso, engole essa pica toda, sua putinha da trilha… Caralho, que boca quente.
Eu babava inteiro, o cuspe escorrendo no queixo, gemendo com a pica na boca:
— Mmmph… Me fode a boca… Quero essa pica na buceta agora.
Ele me levantou, me virou de costas contra a árvore, levantou minha camiseta e segurou meus peitos, apertando os bicos duros. A pica dele roçava entre minhas nádegas, quente e latejante. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça e empurrou devagar na entrada da minha buceta encharcada.
— Aaaahhh porraaa! Mete tudo, vai! Enche minha buceta!
Ele meteu fundo de uma vez, a pica grossa abrindo meus lábios, batendo lá no fundo. O som molhado de pele contra pele ecoava na clareira. Ele fodia forte, ritmado, uma mão no meu quadril, a outra beliscando meu grelinho.
— Toma essa pica, sua safada… Olha como sua buceta engole tudo, apertada pra caralho. Tá gostando, né? Diz pra mim.
Eu gemia desesperada, as unhas cravadas na casca da árvore:
— Tô amando, caralho! Mete mais forte! Fode minha buceta molhada! Aaaahhh… Vou gozar de novo!
Ele acelerou, o saco batendo na minha buceta, o cu piscando de tesão. Eu gozei pela segunda vez, apertando a pica dele, o corpo tremendo inteiro. Ele não parou.
Tirou devagar, virou-me de frente, levantou uma das minhas pernas e meteu de novo, olhando nos meus olhos.
— Quero ver sua cara enquanto eu te fodo. Olha pra mim enquanto eu encho essa bucetinha.
O suor escorria no peito dele, pingando nos meus peitos. Eu mordia o lábio, gemendo alto:
— Porra, que pica grossa… Me rasga toda… Aaaahhh! Mais, mais!
Ele me deitou no musgo macio, abriu minhas pernas bem abertas e meteu de novo, fundo e rápido. O corpo dele cobria o meu, a pele colando de suor. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo, o grelinho roçando na virilha dele a cada estocada.
— Goza de novo pra mim… Quero sentir essa buceta apertando.
Eu gozei pela terceira vez, gritando:
— Aaaaahhh porraaa! Tô gozandooo! Enche meu cu agora, por favor!
Ele sorriu safado, tirou da buceta, cuspiu no cu e empurrou a cabeça da pica devagar no meu cuzinho apertado. Eu arqueei as costas, sentindo a ardência gostosa virar prazer puro.
— Isso, relaxa esse cu pra mim… Caralho, tá apertado demais. Vou foder esse cu gostoso.
Ele meteu devagar no começo, depois mais fundo, a mão voltando pro meu grelinho, esfregando rápido. Eu delirava:
— Aaaahhh! Fode meu cu! Mete essa pica no meu cu virgem, vaaai! Porra, que delícia!
O ritmo aumentou, ele fodendo meu cu com força, a buceta pingando no musgo. Eu gozei mais uma vez só do cu sendo arrombado, o corpo convulsionando. Ele rosnou:
— Tô gozando, porra! Vou encher esse cu de porra quente!
Ele meteu fundo e gozou, jatos grossos enchendo meu cu, escorrendo pelas coxas quando ele tirou devagar. Nós dois ficamos ofegantes, suados. Ele deitou do meu lado, a mão ainda acariciando minha buceta melada.
— Você é foda, moça. Melhor vista da minha vida.
Eu sorri, ainda tremendo, o cu e a buceta latejando de tanto prazer. A gente ficou ali um tempo, o sol aquecendo a pele, o som da floresta voltando aos poucos.
Depois vesti a roupa devagar. Ele me acompanhou até a trilha principal. A gente se despediu com um beijo demorado e ele sumiu entre as árvores, do mesmo jeito que tinha aparecido
Eu terminei a trilha com as pernas bambas, a buceta e o cu ainda sentindo ele dentro de mim, a porra escorrendo devagar na calcinha. Não consigo parar de pensar nisso até hoje. Toda vez que volto pra aquela trilha, meu corpo lembra e fica molhado só de imaginar ele surgindo de novo.
Foi a foda mais safada e intensa da minha vida, ali no meio da mata, sem pudor nenhum.
E eu faria de novo num piscar de olhos.
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