Hétero4 minPor Autor desconhecido08 de abril de 2026
Roteiro guiado

A Melhor Amiga

Certo dia fui até a casa da minha melhor amiga pra conversar e tals, primeira vez em muito tempo que ela tava sozinha. Estávamos conversando e decidindo ir ao cinema quando ela falou que ia trocar de roupa. Decidi ir ao…

Certo dia fui até a casa da minha melhor amiga pra conversar e tals, primeira vez em muito tempo que ela tava sozinha. Estávamos conversando e decidindo ir ao cinema quando ela falou que ia trocar de roupa. Decidi ir ao banheiro.

Quando voltei e entrei no quarto dela sem querer, dei de cara com ela de calcinha e sem sutiã. Ela não tinha me visto, mas soltei um "caralho" bem alto. Ela ficou mega envergonhada e disse pra eu sair. Aproveitei a situação e tomei atitude, já que era doído pra comer ela.

Disse pra não se sentir com vergonha, que já tinha visto ela assim na praia. Ela disse que era diferente e que não sabia onde enfiar a cara. Gentilmente comecei a acariciar a bunda dela e disse que sempre achei que ela tinha uma bunda incrível, apertando a bunda dela, e a beijei.

Parei de beijar e ela disse:

— E agora? Não sei se é certo.

Disse pra ela relaxar e curtir o momento.

— Você não adora chupar rola? Chupa aqui, amiga.

Coloquei ela de joelhos e ela começou a me mamar bem ali no quarto dela. O boquete foi como eu imaginava, já que eu sabia das histórias que ela me contava — que adorava mamar e fazer garganta profunda. Depois de alguns minutos, bastante baba no chão e meu pau mega duro e molhado, puxei ela pra levantar e coloquei ela na cama.

Ela virou pra mim e perguntou:

— Tem certeza disso, amigo?

Dei um puta tapão na bunda dela pra ficar vermelho, dei um beijo nela e disse "com certeza". Puxei a calcinha — que era fio dental — de lado e caí de boca na buceta dela. Mega molhada e raspadinha.

Parei de chupar e vi ela mordendo os lábios. Disse:

— Nossa, você tá toda molhada mesmo, hein? Por que isso?

Ela apertou minha mão bem romântico e disse:

— Não sei... Nunca tive vontade ou interesse assim com você, mas você é incrível e não sei o que fazer. Só sei que você sabe exatamente do que eu gosto.

Voltei a chupar ela e ela começou a gemer alto. Tampou a boca pra não ficar muito alto. Puxou meu cabelo e começou a gemer bastante, até que largou e disse pra parar pra não gozar. Eu disse "como assim?" e ela disse que queria gozar junto comigo.

Levei aquilo como um sinal claro de que tava na hora de comer a bucetinha da minha amiga. Eu já sabia, pelas experiências que ela contou, que a buceta dela era muito pequena e apertada, então comecei devagar. Coloquei a calcinha de lado e comecei a meter de leve, olhando fixamente pra ela. Ela olhando também, mordendo os lábios, e demos as mãos.

Até que comecei a meter com mais força. Daí lembrei da tara dela por violento e comecei a fazer mais forte. Dei um tapão na cara dela e enforquei ela. Tirei um pouco de força na mão pra deixar ela falar e ela falou:

— Eu vou gozar... vou gozar...

Daí parei de enforcar ela e ela falou:

— Tira! Goza fora!

Olhei ela bem nos olhos e disse que a amizade de tantos anos e um sexo assim tinham que terminar de forma especial. Ela riu, mordeu os lábios e voltou a gemer. Ela começou a falar que tava gozando. Logo em seguida eu falei que ia gozar e comecei a gozar gostoso dentro da bucetinha dela.

Quando terminamos, tirei o pau da bucetinha dela e tava molhado de porra, gozo dela e um pouco de sangue. Quando falei do sangue, ela ficou constrangida e disse que, depois de tanto tempo, não tinha ido tão fundo assim.

Depois de limpar, sentei na cama dela e disse:

— Tá a fim de uma gozada na garganta?

Ela disse:

— Só se você não pegar leve.

Levei como um desafio de resistência. Assim que meu pau ficou durão de novo, fiz garganta profunda intenso, colocando o pau dentro da guela dela direto, fazendo e tirando, até que ela cravou as unhas grandes na minha coxa.

Começou a doer e dar muito tesão. Segurei a cabeça dela e comecei a gemer e gozar na guela dela, e ela se contorcendo um pouco.

Tirei a pika gentilmente da boca dela. Ela começou a tossir e depois disse:

— Que boquete incrível!

E eu falei:

— Eu que diga.

Depois ficamos agarrados de conchinha, conversando sobre o que isso tudo significou.

Se quiser continuar esse clima em uma experiência online, abra o hub de acompanhantes virtuais e avance para chat privado ou videochamada dentro da Private Muse.

Próximo passo

Continue a leitura sem sair do clima

Continue navegando

Mais em Hétero

Outros contos dentro do mesmo clima para continuar a jornada sem trocar de tema.

Ver categoria

Continue navegando

Outros roteiros para continuar no digital

Uma segunda trilha de leitura para expandir o tema, descobrir novas categorias e manter a navegação viva dentro do acervo.

Ver todo o acervo

Do conto para a experiência virtual

Transforme a leitura em conversa guiada

Esse conto combina com troca por mensagem, ritmo textual e fantasia construida em dialogo. As paginas abaixo continuam essa jornada sem sair do ambiente virtual.