A Melhor Amiga
Certo dia fui até a casa da minha melhor amiga pra conversar e tals, primeira vez em muito tempo que ela tava sozinha. Estávamos conversando e decidindo ir ao cinema quando ela falou que ia trocar de roupa. Decidi ir ao…
Início do roteiro
Certo dia fui até a casa da minha melhor amiga pra conversar e tals, primeira vez em muito tempo que ela tava sozinha. Estávamos conversando e decidindo ir ao cinema quando ela falou que ia trocar de roupa. Decidi ir ao banheiro.
Quando voltei e entrei no quarto dela sem querer, dei de cara com ela de calcinha e sem sutiã. Ela não tinha me visto, mas soltei um "caralho" bem alto. Ela ficou mega envergonhada e disse pra eu sair. Aproveitei a situação e tomei atitude, já que era doído pra comer ela.
Disse pra não se sentir com vergonha, que já tinha visto ela assim na praia. Ela disse que era diferente e que não sabia onde enfiar a cara. Gentilmente comecei a acariciar a bunda dela e disse que sempre achei que ela tinha uma bunda incrível, apertando a bunda dela, e a beijei.
Parei de beijar e ela disse:
— E agora? Não sei se é certo.
Disse pra ela relaxar e curtir o momento.
— Você não adora chupar rola? Chupa aqui, amiga.
Coloquei ela de joelhos e ela começou a me mamar bem ali no quarto dela. O boquete foi como eu imaginava, já que eu sabia das histórias que ela me contava — que adorava mamar e fazer garganta profunda. Depois de alguns minutos, bastante baba no chão e meu pau mega duro e molhado, puxei ela pra levantar e coloquei ela na cama.
Ela virou pra mim e perguntou:
— Tem certeza disso, amigo?
Dei um puta tapão na bunda dela pra ficar vermelho, dei um beijo nela e disse "com certeza". Puxei a calcinha — que era fio dental — de lado e caí de boca na buceta dela. Mega molhada e raspadinha.
Parei de chupar e vi ela mordendo os lábios. Disse:
— Nossa, você tá toda molhada mesmo, hein? Por que isso?
Ela apertou minha mão bem romântico e disse:
— Não sei... Nunca tive vontade ou interesse assim com você, mas você é incrível e não sei o que fazer. Só sei que você sabe exatamente do que eu gosto.
Voltei a chupar ela e ela começou a gemer alto. Tampou a boca pra não ficar muito alto. Puxou meu cabelo e começou a gemer bastante, até que largou e disse pra parar pra não gozar. Eu disse "como assim?" e ela disse que queria gozar junto comigo.
Levei aquilo como um sinal claro de que tava na hora de comer a bucetinha da minha amiga. Eu já sabia, pelas experiências que ela contou, que a buceta dela era muito pequena e apertada, então comecei devagar. Coloquei a calcinha de lado e comecei a meter de leve, olhando fixamente pra ela. Ela olhando também, mordendo os lábios, e demos as mãos.
Até que comecei a meter com mais força. Daí lembrei da tara dela por violento e comecei a fazer mais forte. Dei um tapão na cara dela e enforquei ela. Tirei um pouco de força na mão pra deixar ela falar e ela falou:
— Eu vou gozar... vou gozar...
Daí parei de enforcar ela e ela falou:
— Tira! Goza fora!
Olhei ela bem nos olhos e disse que a amizade de tantos anos e um sexo assim tinham que terminar de forma especial. Ela riu, mordeu os lábios e voltou a gemer. Ela começou a falar que tava gozando. Logo em seguida eu falei que ia gozar e comecei a gozar gostoso dentro da bucetinha dela.
Quando terminamos, tirei o pau da bucetinha dela e tava molhado de porra, gozo dela e um pouco de sangue. Quando falei do sangue, ela ficou constrangida e disse que, depois de tanto tempo, não tinha ido tão fundo assim.
Depois de limpar, sentei na cama dela e disse:
— Tá a fim de uma gozada na garganta?
Ela disse:
— Só se você não pegar leve.
Levei como um desafio de resistência. Assim que meu pau ficou durão de novo, fiz garganta profunda intenso, colocando o pau dentro da guela dela direto, fazendo e tirando, até que ela cravou as unhas grandes na minha coxa.
Começou a doer e dar muito tesão. Segurei a cabeça dela e comecei a gemer e gozar na guela dela, e ela se contorcendo um pouco.
Tirei a pika gentilmente da boca dela. Ela começou a tossir e depois disse:
— Que boquete incrível!
E eu falei:
— Eu que diga.
Depois ficamos agarrados de conchinha, conversando sobre o que isso tudo significou.
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