O Cantor do Barzinho
Um relato íntimo
Início do roteiro
Um relato íntimo
Era uma sexta-feira à noite quando saí para beber com algumas amigas, num barzinho perto da casa de uma delas. Reunimo-nos com alguns garotos que sempre bebiam conosco e estávamos curtindo a noite — música ao vivo, cerveja gelada e eventuais tira-gostos que os meninos pagavam. Não pude deixar de notar como o rapaz que estava cantando era jovem, não aparentava mais de 23. Cutuquei um amigo meu e perguntei quem ele era. Para minha sorte, esse amigo era amigo do cantor também e se dispôs a convidá-lo para beber conosco depois que a apresentação terminasse.
Assim foi feito. Quando a apresentação deles terminou e outra banda começou a tocar, vieram para a nossa mesa. Fomos apresentados e começamos a conversar entre nós e também com o pessoal da mesa. Trocamos os números e, nos dias seguintes, nos falamos mais. Algumas semanas depois marcamos de nos encontrar na casa dele para beber e, quem sabe, algo mais.
Todavia, nessa época aconteceu de eu estar a pé e ele também. Como marcamos de nos ver no sábado, depois que saísse do meu treino de jiu-jítsu, pedi carona ao amigo que nos apresentou, pois ele treinava comigo e moravam perto.
Após sair do treino, ele me levou na minha casa para tomar banho e me trocar. Assim eu fiz. Tomei meu banho e vesti algo bem provocante: uma camisetinha leve e um short curto mostrando a polpinha do bumbum. Me maquiei um pouco e saí para a sala, onde meu amigo já aguardava para me levar até lá.
Ao me ver, não conseguiu esconder o olhar de espanto e falou:
— Mas você vai vestida assim? — falou sem conseguir esconder a surpresa na voz trêmula, que chegou a falhar um pouco enquanto perguntava.
Confirmei com a cabeça e perguntei o porquê da pergunta, se eu tinha ficado feia ou algo do tipo. A resposta dele foi rápida:
— Você não está feia, só que há alguns minutos atrás estava de quimono com cara de brava, e agora está parecendo uma puta com metade da bunda de fora. Apenas fiquei surpreso com a mudança, mas ficou linda assim também.
Depois de rir um pouco com a sinceridade na voz trêmula dele, falei que achei fofo e me adiantei a ir logo para o carro. Estava ansiosa para o que poderia vir da noite com o outro e não dei muita atenção a ele nessa hora.
No carro, durante a viagem até a casa do rapaz, não deixei de notar que esse meu amigo mal conseguia manter a atenção na estrada, desviando sempre que podia o olhar da rua para ver minhas pernas. Em alguns momentos pareceu-me que sentia forte vontade de encostar a mão, mas não o fazia.
Alguns momentos depois, chegamos ao meu objetivo. Ele me deixou na porta da casa do rapaz. Me despedi dele com um beijo no rosto e saí do carro em direção à casa do cantor. Não pude deixar de sentir o olhar do meu amigo em mim enquanto eu saía, por isso fiz questão de rebolar para ele admirar minha raba antes de ir pra casa do outro.
Quando cheguei na porta da casa e bati, pude escutar meu amigo saindo com o carro. Não demorou muito e a porta se abriu à minha frente. O cantor, que todos chamavam apenas de Nego Jhan, estava sorridente me esperando. Ele era negro e bem mais alto que eu — não que seja difícil superar meus 1,53 de altura, mas ele era de fato um homem alto até para os padrões masculinos. Não era atlético, tinha até uma barriguinha de cerveja, pequena, cabelo bem baixo. Mas o que mais me chamara atenção era que ele tinha pernas grossas, que eu achava lindas, e mãos grandes do jeitinho que eu adoro.
Começamos a conversar e, a cada frase dita, ele lambia os lábios quase como se quisesse me devorar ali mesmo.
Dentro da casa dele, estávamos sentados no sofá, bebendo um vinho e fumando um cigarrinho do capeta. Na TV tocava alguma música que eu nem me lembro. Nós falávamos sobre assuntos aleatórios que pareciam mais interessantes do que eram de verdade — uma conversa claramente melhorada pela loucura da maconha. Entre uma filosofia barata e outra, alguma indireta sempre vinha, de ambas as partes.
Depois de termos terminado o cigarro e uma ou duas taças de vinho, já nos encontrávamos no sofá, agarrados e nos beijando. A mão dele por trás da minha nuca e a outra agarrada com força à minha bunda, os dedos entrando por debaixo do meu short curto.
Nesse momento comecei a rir. Lembrei do que meu amigo havia me dito ainda em minha casa, logo que me viu. De fato, algumas horas antes estava no jiu-jítsu, agarrada, treinando, toda brava e competitiva. Agora estava ali, novamente me agarrando, mas dessa vez eu estava toda puta, e nada brava.
Depois de superar a momentânea crise de riso — à qual Nego Jhan me acompanhou sem nem ao menos perguntar o porquê estávamos rindo —, quando paramos de rir, me dei conta de que minha mão já estava dentro da calça dele. Enquanto ele me puxava para outro beijo, eu massageava seu pau por dentro da calça.
Quando terminamos o beijo e olhei para o pau dele, que eu já havia tirado para fora da calça, senti minha boca salivar. Me curvei sobre o colo dele e coloquei na boca. Permiti que a saliva que tinha se juntado em minha boca escorresse pelo pau dele até as bolas. Enquanto minha cabeça subia e descia, com aquele pau delicioso entrando e saindo, eu massageava as bolas dele, lustrando-as com a saliva que escorria do boquete que fazia com tanto gosto. Sentia as mãos dele forçando minha cabeça para baixo, tentando fazer com que eu fosse mais fundo. Mesmo sendo muito maior do que eu conseguiria colocar inteiro na boca, estava tão gostoso que me esforcei para ir o mais profundo que eu conseguia.
Pouco tempo depois, ainda com a cabeça curvada sobre o colo dele, eu apenas me apoiava no sofá enquanto ele movia o quadril para cima e para baixo, segurando minha cabeça e fodendo minha boca como se estivesse fodendo a minha bocetinha. Cada socada encostava na minha garganta. Eu já nem controlava mais a saliva, que a esse ponto já escorria e se espalhava a cada socada que ele dava. Meu rosto já estava todo melado e meus cabelos úmidos, mas ele continuava, cada vez mais rápido.
E assim foi até que ele segurou firme minha cabeça, forçando-a para baixo enquanto gozava direto na minha garganta. Os tapinhas na perna que no jiu-jítsu, horas antes, teriam feito largar o estrangulamento, ali não funcionaram. Aquele sufocamento delicioso se manteve, enquanto minha boca estava totalmente preenchida por aquele pau enorme e minha garganta sentia os jatos lá no fundo, enquanto eu sentia meus olhos revirarem.
Quando enfim ele soltou, me levantei rápido buscando respirar. Da minha boca escorria saliva e o gozo dele misturados. Enquanto tentava respirar, senti ele me segurar pelos cabelos na parte de cima da cabeça, me forçando a olhar pra ele. Ainda ofegante e sem ar, então com a outra mão ele pegou toda aquela saliva misturada com gozo que eu babava e esfregou no meu rosto todo, seguido de uns tapas bem dados na minha face.
— Não apaga não, vagabunda. Não apaga não.
Não consegui responder. Apenas dei um sorriso e continuei a tossir.
Depois de alguns segundos retomando o fôlego, ele começou a tirar minha blusa. Apenas ergui os braços e aceitei que ele o fizesse. Logo que o fez, eu desabotoei meu short e tirei, ao mesmo tempo que ele tirava as calças que ainda estavam em suas pernas.
Sentei-me nua no sofá e, de forma meio que automática, assim que ele se aproximou, minhas pernas já se abriram quase que sozinhas.
Assim que ele me penetrou, senti um calafrio de satisfação. O pau dele estava tão babado do meu boquete que entrou sem esforço nenhum. Passou as mãos em volta de meu pescoço, me sufocando de leve, e começou a estocar com vontade. Eventualmente apertava meus seios e se curvava para frente beijando meu pescoço. Falava no meu ouvido como minha bucetinha era gostosa para meter.
Quando acelerou as estocadas, cruzei minhas pernas em volta de sua cintura. Senti ele aumentar a intensidade e, depois de alguns instantes, senti-o parar de vez — os jatos quentes direto dentro da minha bucetinha. O pau dele era tão grande que, quando gozou, eu sentia a cabecinha encostar em algo por dentro de mim.
Apertei as pernas em volta da cintura dele e comecei a mover meu quadril pra frente e pra trás. Estava tão gostoso e eu estava tão perto que apenas fechei os olhos e continuei. Já sentia o gozo escorrendo pra fora enquanto eu me movia.
Então senti o tapa no rosto. Depois outro e um terceiro. Logo ele pôs novamente as mãos no meu pescoço e apertou suavemente.
— Goza, cachorra. Goza no meu pau, vai. Agora.
Uma mão apertava meu pescoço e a outra dava tapas em meu rosto. Eu continuava a mover o quadril, as pernas bem fechadas em volta da cintura dele. Debaixo de vários tapas e xingamentos — de que eu era apenas uma putinha barata — enquanto tinha meu pescoço sufocado... GOZEI.
Já não tinha mais forças para manter as pernas em volta da cintura dele. Meu corpo tremia, leves espasmos. Uma sensação maravilhosa que temos depois de uma gozada tão boa.
Enquanto ainda me tremia de pernas abertas e com tudo escorrendo de dentro da minha bucetinha, ele se sentou ao meu lado e disse:
— Vou bolar mais um pra gente. Cê quer comer algo?
Eu apenas sorri e acenei positivamente com a cabeça.
Permaneci sentada ali, de pernas abertas. Ele se levantou e foi em direção à cozinha, mas antes de sair completamente do cômodo, olhou pra trás e disse:
— Você é muito gostosa. Quero te comer mais vezes.
Olhei para ele, mordi os lábios e sorri.
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