A mentira do cu virou gravidez
Primeiro ano na turma de Biologia. Eu, Otávio, com meus 19 anos, filho de pai industrial e mãe socialite, era o playboy da faculdade. Apaixonado por motos e pela Juju. Ela, uma ruiva de mamilos inchados e peitos durinho…
Início do roteiro
Primeiro ano na turma de Biologia. Eu, Otávio, com meus 19 anos, filho de pai industrial e mãe socialite, era o playboy da faculdade. Apaixonado por motos e pela Juju. Ela, uma ruiva de mamilos inchados e peitos durinhos. Nos conhecemos na classe. Ela vinha de família simples: pai motorista de ônibus, mãe costureira. Mas era uma garota linda pra caralho.
Nas aulas do laboratório, sempre tirava uma casquinha, encoxando ela quando passava por trás. Na mesa de ciências, como minha fileira era a última da classe, aproveitava. Nas aulas de leitura na biblioteca, ela ia de saia, e eu passava a mão na buceta dela sem dó.
Passaram-se meses. Eu vivia convidando Juju pra sair, mas ela nunca aceitava. Até que numa sexta-feira, o ônibus que trazia ela não veio. Ela pegou carona com uma amiga, mas no meio da aula a amiga faltou nas duas últimas horas pra ir meter com um namorado. Resultado: Juju teria que ir a pé, quase 3 quilômetros até em casa.
Foi quando eu, gentilmente, ofereci carona. Ela aceitou, mas disse: "Me leva direto pra casa, hein."
Saímos da faculdade. Só que eu parei numa lanchonete. Tomamos lanche. Depois... fui direto para o motel. Isso mesmo. O gentil playboy levou a garota dos sonhos pra um motel na cidade.
Entramos. Eu me despi primeiro. Ela se despiu também. Ficou peladinha, com os faróis acesos. Que peitos, que bucetinha lisa, mas o que eu queria mesmo era aquele cuzinho arrebitado.
Virei ela de quatro. Cuspi na cabeça do meu pau e lentamente fui introduzindo no cu da Juju. Ela gemia baixinho: "Nunca dei meu cuzinho... vai devagar..." E lá se foram boas metidas, socadas gostosas. Quando ficou aquele túnel de arrombada, eu falei: "Vou gozar".
Ela se virou na hora, estendeu o rostinho cheio de sardas e disse: "Goza na minha boca."
Gozei igual um cavalo. Depois nos vestimos. Levei ela pra casa, quietinha.
Na segunda-feira, a Juju contou pras amigas no ônibus que estava grávida de mim. Como assim?
Quando chegou na classe, eu sorri: "E aí, como você tá?"
Ela respondeu: "Um pouco enjoada, mas logo passa."
A professora mandou formar grupos. A Lucimara, melhor amiga da Juju, disse: "Juju, você não pode fazer força, deixa que eu arrumo a mesa."
Eu ouvi e perguntei: "Não pode fazer força por quê?"
Aí Juju soltou: "Estou grávida de você, Otávio."
A classe inteira começou a gritar: "O playboy vai ser papai!"
Eu me levantei, olhei pra todos e calei a boca de cada um com a verdade:
"Eu sei meter, porra. E a Juju não pode estar grávida porque eu só comi o CU dessa gostosa."
Todos caíram na risada. A Juju ficou vermelha igual o cabelo dela. E no fim das contas, ela tava grávida sim – mas de outro rapaz. Não do playboy.
Mentira tem perna curta. Mas o cu da Juju ficou marcado pra sempre na minha memória.
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