A Cavala Trinitária: Boquete de Garganta Profunda e Estreia Anal na Pandemia
Essa história aconteceu com uma mulher muito bonita com quem eu tinha um caso há muitos anos. Juliana é alta, levemente acima do peso, com uma bunda enorme, seios médio-grandes, estilo cavala. Pele branca, cabelos lisos…
Início do roteiro
Essa história aconteceu com uma mulher muito bonita com quem eu tinha um caso há muitos anos. Juliana é alta, levemente acima do peso, com uma bunda enorme, seios médio-grandes, estilo cavala. Pele branca, cabelos lisos e pretos, algumas tatuagens, e um rosto tão bonito que ouso dizer: lembra a Trinity do Matrix.
Durante a pandemia, ela me assistia numa live e começou a me mandar mensagens me provocando enquanto eu ainda estava apresentando. A gata estava surtada. Disse que me queria naquela noite de qualquer jeito.
Disse que eu teria que fazer com ela **tudo** que ela me pedisse. Eu, logicamente, não tive como recusar aquela oferta deliciosa daquela mulher com quem eu já tinha uma longa história.
Ela morava numa cidade vizinha. Assim que a live acabou, peguei meu carro e fui até a casa dela – uns 12 km de onde eu estava.
Quando cheguei, ela não fez cerimônia. Não queria conversa. Após um breve cumprimento, já veio me beijando, me agarrando, e me levou pro quarto. Detalhe: eu sou casado, ela também. O marido dela estava viajando pro Rio de Janeiro.
Naquele dia, a Juliana estava particularmente voraz. Sem cerimônia alguma, ajoelhou na minha frente, abaixou minha calça com cueca e tudo.
O pau pulou pra fora – direto pra dentro da boca quente dela. A mulher simplesmente enfiou o cacete até a garganta e fez movimentos intensos de vai e vem.
Literalmente fodendo meu pau com a boca dela no modo **hard**. Eu sentia a ponta do cacete na garganta dela, e ela fazia um barulho delicioso de se ouvir – uma verdadeira puta profissional, como ela provou ser.
Depois de um tempo, eu já sentia que ia gozar na garganta dela. Quando anunciei, ela simplesmente enfiou ainda mais o cacete na boca.
Garganta profunda. Ela só não conseguiu por muito pouco esconder todos os 20 cm da pica dentro da boca. E sequer deixou escapar nada – sequer deve ter sentido o gosto da porra que tomava, porque já estava na garganta. Eu me contorcia com espasmos de prazer, enquanto ela não tirava o cacete da boca.
Depois dessa recepção calorosa, nos recompomos e ficamos deitados na cama. Ela veio por cima de mim, colocando os peitões brancos e firmes na minha cara. Ajeitou a buceta rosa na cabeça do cacete e foi deslizando gostoso.
Depois daquele boquete, a gostosa já estava toda molhada – chegava a escorrer o mel que, nessa altura, ensopava meu saco. Juliana sentava e fodia gostoso. Os peitos balançavam na minha cara. Eu chupava e segurava a cintura dela.
De repente, ela virou de costas pra mim e empinou aquele monumento de bunda branca, grande e gostosa na minha frente.
Apontou o cacete na entrada da raba. Eu pirei, porque ela nunca tinha me dado a bunda antes. Ela foi dando umas reboladas com o cuzinho na ponta do meu cacete.
De repente, senti a cabeça deslizando pelo anel – aquele cu delicioso abraçando meu pau com força. Sensação de prazer inexplicável.
Aquela mulher linda de costas pra mim na posição *reverse cowgirl*, fazendo anal, foi uma das melhores fodas da minha vida.
Ela começou a fazer movimentos pra trás e pra frente com o pau já todo atolado. Quando vinha pra trás, amassava aquela raba gostosa na minha virilha.
A bunda branca mostrava algumas celulites – e por algum motivo, aquela imperfeição me deixava ainda mais excitado. Comecei a esbofetear aquela bunda gulosa, que facilmente ficou toda vermelha.
Depois de uns cinco minutos, comecei a gozar. Senti o pau pulsando. Ela ainda disse: "Enche meu cu de porra, seu cachorro."
Ela saiu de cima de mim, veio me beijando, toda suada. Ficamos conversando até que deu minha hora e tive que ir embora.
Mas aquela noite ficou marcada como a vez que a Trinity da vida real me fez de puta ao contrário – e eu adorei cada segundo.
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