Hétero11 minPor lampiao6910 de abril de 2026
Roteiro guiado

A Morena do Ônibus

Eu estava na rodoviária comprando uma passagem de volta pra minha cidade quando uma morena deslumbrante na fila do guichê me chamou a atenção. Fiquei parado ali, olhando pro corpo dela e sonhando acordado, quando o func…

Eu estava na rodoviária comprando uma passagem de volta pra minha cidade quando uma morena deslumbrante na fila do guichê me chamou a atenção. Fiquei parado ali, olhando pro corpo dela e sonhando acordado, quando o funcionário me despertou do meu devaneio:

— Hoje é seu dia de sorte… Último ingresso.

Alegremente, fui até o fundo do ônibus quando, pra minha surpresa, avistei a morena sentada ao meu lado. Seu nome era Laila e ela era muito simpática. Assim que o ônibus partiu, começamos a conversar animadamente. Falamos quase sem parar até a primeira parada. Quando descemos pra um lanche, pude apreciar ainda mais o quão atraente ela era. Usava um vestido leve que, com a brisa, realçava sua figura perfeita.

Ao perceber meus olhares demorados em direção às suas coxas enquanto ela mordiscava o lanche, ela sorriu e perguntou o que eu estava olhando.

— Estou percebendo que seu namorado é um cara de muita sorte.

— Sério? Por quê?

— Não é fácil encontrar uma garota tão bonita que também saiba conversar.

— Obrigada pelo elogio, Marcos, mas eu não tenho namorado. Eles dão muito trabalho... Além disso, eu gosto de variedade!

Ela disse isso e piscou pra mim. Meu copo de suco quase caiu da bancada. Fiquei ali parado, observando-a se afastar. Decidi ir ao banheiro, lavar o rosto e me recompor.

Quando voltei pro ônibus, descobri que ela tinha vindo me procurar. Rindo, ela disse:

— Nossa, demorou um pouco… Demorou muito pra você guardar isso?

— O quê?

— Hehehe… deixa pra lá. É só uma piada dos tempos de escola.

Insisti até que ela respondeu, fingindo constrangimento:

— É que no ensino médio, toda vez que um garoto ia ao banheiro e demorava um pouco, a gente cochichava que ele devia ter um pau muito grande, por causa da dificuldade que tinha pra guardar.

Rimos muito da história dela, e a partir daí a conversa começou a esquentar. Ela era extremamente safada, e a cada comentário picante, meu pau ficava um pouco mais duro na calça. Comecei a olhar ansiosamente pro decote e as coxas dela. Mais uma vez, ela percebeu e perguntou se eu estava gostando do que estava vendo.

— O que mais você gostaria de ver?

— Na verdade, eu gostaria de ver tudo...

E com isso coloquei a mão na perna dela, levantando o vestido e revelando a coxa rechonchuda.

— Não, não, não... É uma troca. O que eu ganho em troca do direito de assistir?

— O que você quiser… O que você gostaria de ver?

— Se "isto" aqui for muito grande...

E dizendo isso, ela colocou a mão por baixo da minha calça, acariciando meu pau bem duro. Enquanto fazia isso, aproximou o rosto do meu e, murmurando "Uau...", fechou os olhos, convidando-me pra um beijo. Não precisei esperar.

Na escuridão do ônibus, com a maioria dos passageiros já dormindo, nossas línguas começaram a se descobrir e explorar. Minha mão deslizou sobre seu corpo bronzeado enquanto ela apertava meu pau, intensificando meu prazer.

Olhando em volta pra ver se alguém por perto estava acordado — ninguém estava —, ela abriu o zíper da minha calça, fazendo um barulho terrível, pelo menos pra mim. Mal pude acreditar quando ela, com grande dificuldade, conseguiu tirar meu pau da calça e o segurou com as duas mãos, olhando pra ele com espanto.

— Nossa, ele é uma delícia...

Ela acariciava, me deixando louco. Eu não aguentava mais.

— Coloca na boca, coloca...

Ela me deu um tapa no braço, fingindo indignação:

— Ah, então é assim mesmo, né? Você sai por aí pedindo pras garotas chuparem seu pau no primeiro encontro?

Mas ela ignorou minha cara de espanto e, depois de olhar em volta novamente, abaixou a cabeça até meu colo, colocou a língua pra fora e deslizou pela cabeça do meu pau. Depois de brincar assim por um tempo, ela se levantou e, aproximando a boca do meu ouvido, disse:

— Seu pau é tão bom… Vou chupar… Quero te fazer gozar.

Ouvir aquilo me deu arrepios. Ela se abaixou e, sem dizer uma palavra, me fez o melhor boquete da minha vida. Sua boca se movia com maestria pra cima e pra baixo no meu pau duro, enquanto eu passava a mão pela bunda dela, tentando explorar a calcinha, que já estava visível porque o vestido tinha subido até a cintura. Ela chupava meu pau como se a vida dependesse disso, alheia ao que acontecia ao redor.

De repente, ela parou de me chupar — justo quando eu senti que ia gozar —, levantou-se e disse:

— Mudei de ideia… Deixe-me passar.

Já no corredor, ela parou ao meu lado e, brincando com meu pau, disse:

— Esconda, criança... Mas não deixe ele dormir.

E com isso ela entrou no banheiro com a bolsa. Irritado, fiquei ali parado com o pau duro, esperando que ela voltasse, tentando entender o que tinha dado na cabeça dela pra primeiro dizer que queria me fazer gozar e depois, assim do nada, me deixar ali, literalmente com o pau na mão.

Alguns minutos depois, ela voltou, olhando de banco em banco pra ver se alguém estava acordado. Quando ela passou por mim, deslizei minha mão por baixo do vestido e descobri o que ela tinha feito no banheiro — ela tinha voltado sem calcinha! Tentei puxá-la pro meu colo, mas ela pulou pra poltrona perto da janela.

— Deixe-me ver seu pau.

Abri o zíper da minha calça novamente, revelando meu pau duro. Ela me beijou e fez algo que quase me enlouqueceu: abriu as pernas, apoiou-as nos bancos da frente, levantou o vestido, enfiou dois dedos na buceta e, tirando-os, deslizou-os pelo meu pau duro, dizendo:

— Veja como está molhado...

Quase gozei ali mesmo! Os dedos dela pareciam queimar meu pau. Fiquei impressionado com a safadeza daquela garota. Ela colocou uma camisinha que tinha trazido do banheiro no meu pau e decidiu sentar no meu colo. Encaixou meu pau na buceta dela, se acomodou nele, engolindo-o, e soltamos um gemido abafado de nossas gargantas.

O problema, claro, era o lugar onde estávamos, com mais de 30 pessoas. Quem estava perto dormia, então continuamos. Ela não conseguia se mover livremente, o que complicou a transa, mas não a tornou menos prazerosa. Seu vestido escondia nossas partes íntimas, mas a posição era bastante reveladora.

Estávamos prestes a gozar quando, de repente, vimos movimento na frente do ônibus. Paramos por um instante. Ela saiu de cima de mim e sentou-se no assento do corredor. Rapidamente, me cobriram com o cobertor e minhas calças foram abaixadas até os tornozelos.

Uma mulher caminhava pelo corredor em direção ao banheiro. Laila segurava meu pau por baixo do cobertor, me masturbando. Tentei tirar meu pau da mão dela, mas ela sorriu e continuou, dizendo que não queria que eu parasse.

— Fique quieto, ou você vai acordar o ônibus inteiro.

— Solta meu pau, sua louca... A tia vai perceber.

— Não... eu não ligo pra ela. Que ela fique com o pau dela, este é meu. E eu ainda não terminei de usá-lo.

Disse ela rindo. E então enfiou a cabeça debaixo do cobertor e começou a me chupar de novo. A atitude dela me deixou excitadíssimo, mas também quase me enlouqueceu. Ela era completamente travessa, mas de um jeito delicado, sensual e delicioso.

A tia finalmente voltou do banheiro. Ao passar por nós, diminuiu o passo ao ver a cabeça de Laila apoiada na minha barriga, meio coberta pelo cobertor. Continuou andando, pra alívio geral, mas eu achei que ela viu mais do que devia. Felizmente não fez escândalo.

Continuamos nos beijando, com Laila acariciando meu pau e eu deslizando a mão sobre a buceta dela. Cruzamos os cobertores sobre nós, e ela se inclinou pra trás e abriu as pernas pros meus dedos. Comecei a passar os dedos sobre a buceta dela, primeiro por fora, levemente… Depois inseri um dedo, depois dois. Ela se aconchegou feliz na minha mão. Quando comecei a mover meus dedos em círculos, em poucos instantes ela gozou, com o som abafado pela minha boca pressionada contra a dela.

Logo depois, o ônibus saiu da estrada pra parar numa das estações com restaurante. Quando o movimento dentro do ônibus cessou, eu disse:

— Vamos lá, querida... Tenho assuntos inacabados com você!

— Eu estava certa... Você é mesmo um canalha.

Disse ela rindo, e me seguiu pra fora do ônibus.

Fomos direto pros banheiros. Ela tomou a iniciativa:

— Vamos pro feminino. Acho que tem menos mulheres acordadas. E além disso, se me pegarem no masculino, vão querer me castigar lá.

Ela caminhou à minha frente, olhou em volta e fez um gesto pra eu entrar. O banheiro era enorme, bonito e bem conservado. Fomos direto pra última cabine. Fechamos a porta e comecei o que estávamos loucos pra fazer.

Ajoelhei-me no chão à sua frente e, levantando o vestido, finalmente pude ver de perto aquela linda buceta. Estava impecavelmente aparada, com uma faixa de pelos bem curta, terminando num par de lábios carnudos. Levantei uma de suas pernas, apoiando-a no vaso, e me entreguei àquela tentação. Lambi e chupei a buceta dela, mergulhando minha língua o mais fundo que pude, enquanto ela segurava minha cabeça entre as pernas e se movia sensualmente.

Logo ela começou a gemer de novo. Decidi mudar de estratégia antes que alguém aparecesse. Levantei-me e abaixei as calças, libertando meu pau. Ela fez mais um boquete, deixando-o brilhando, e tirou outra camisinha da bolsa. Virou de costas, colocou uma perna de volta no vaso e levantou o vestido.

A bunda dela era gostosa, linda. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e penetrei. Com o tesão que tínhamos, enfiei meu pau dentro dela e começamos a transar rápido, forte, sem tempo pra romance. Foi uma transa suja e incrivelmente excitante. Meu corpo batia contra a bunda dela, fazendo aquele som característico. Mas não conseguíamos mais nos controlar — agora era só ladeira abaixo.

Olhei pra aquele corpo bronzeado, o vestido levantado, aquela bunda deliciosa, a natureza inusitada da situação… Me senti como se estivesse transando com uma estrela pornô. Mais algumas estocadas e anunciei que ia gozar. E bem nesse momento ouvimos pessoas entrando no banheiro.

Paramos de nos mover e permanecemos atentos, ouvindo. Pareciam duas mulheres conversando.

— Não é só impressão minha... Eles estavam fazendo sacanagem no fundo do ônibus. Eu sei do que estou falando.

— Ah, Ester, esquece... E daí se estavam se beijando? São jovens.

— Beijos? Eu sei que eles estavam fazendo outras coisas. O garoto estava até suando. E aquela garota parece uma prostituta.

Dentro da cabine, nós reprimíamos o riso enquanto Laila, ao meu lado, segurava meu pau, me masturbando delicadamente. Com a maior discrição possível, sentei-a no vaso e, com meu pau na altura do rosto dela, ela começou a me chupar de novo, com camisinha e tudo.

Lá fora, a discussão continuava sobre nossa falta de vergonha. No banheiro, meu pau estava prestes a explodir — eu estava louco pra transar com a Laila de novo, e as duas vadias não saíam.

Felizmente, depois do que pareceu uma eternidade, as vozes diminuíram e desapareceram. Naquele exato momento, trocamos de lugar — eu sentei no vaso e Laila, de costas pra mim, sentou no meu colo. Segurei seus seios deliciosos, agora pra fora do vestido, e acariciei suas coxas arredondadas. Aquela morena estava tão excitada.

Não consegui me conter por mais tempo e meu esperma, há muito reprimido, finalmente jorrou dentro dela, inundando a camisinha. Senti como se estivesse apagando um incêndio, tamanha a intensidade e a quantidade dos meus jatos dentro dela. Ela diminuiu o ritmo, ainda mantendo meu pau dentro da buceta, e começou a se mover sobre mim. Senti arrepios percorrerem meu corpo enquanto recuperava o fôlego.

Nos apressamos pra não perder o ônibus. Na porta do banheiro, saímos de mãos dadas e, quando chegamos ao ônibus, vimos que a tal da Ester estava na janela, nos observando. Ela deve ter nos visto sair do banheiro juntos.

Refleti sobre a situação por um instante e, puxando Laila pra perto, dei-lhe um longo beijo na boca — bem em frente à janela da tia. Movido por um impulso, provavelmente influenciado pelo comportamento travesso de Laila, abaixei a mão e dei-lhe uma palmada bem forte no bumbum, fazendo o vestido subir entre aquelas nádegas deliciosas.

Entramos no ônibus rindo, ignoramos as fofocas e dormimos abraçados pelo resto da viagem.

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