Hétero6 minPor patyputinha10 de abril de 2026
Roteiro guiado

Virei uma Bizerrinha

Paty — 20 anos, 1,60 m, 60 kg, loirinha, bunda média pra grande e peitos grandes.

Paty — 20 anos, 1,60 m, 60 kg, loirinha, bunda média pra grande e peitos grandes.

Esse conto seria sobre os acontecimentos da minha vida sexual após eu começar a mamar um garoto chamado Vitor. Aconteceram uns 8 anos atrás, pra vocês terem ideia de quantos anos eu tinha na época.

Depois que eu mamei o pau do Vitor e tomei o leitinho dele pela primeira vez, viciei logo de cara. As minhas idas na casa dele viraram frequentes — visitava ele pelo menos 3 vezes na semana. Já nem me dava ao luxo de avisar meus pais. Só esperava eles saírem à tarde e ia direto pro Vitor tomar meu leitinho.

Com medo deles descobrirem algo, aceitei o convite de uma amiga pra começarmos a ir na academia juntas durante a tarde. Meus pais aceitaram e então eu tinha agora um pretexto pra sair todos os dias à tarde sem problemas. Comecei a ir no Vitor todos os dias, de segunda a sexta, antes da academia. Ia lá, mamava por uma meia hora — mamava com toda calma do mundo aquele pau gostoso — e depois ia pra academia.

Com essa frequência, aprimorei meu boquete. Aprendi a gostar de chupar as bolas. Descobri também que conseguia tocar uma siririca enquanto mamava ele e gozar gostoso com um pau na minha boca. E também levei gozadas em praticamente todo meu corpo. Ficava muitas vezes só de calcinha e levava gozada nos peitos, no rosto — que eu adoro até hoje sentir o leite quente no meu rostinho. Às vezes ficava de quatro e ele gozava na minha bunda ou na entradinha do meu cuzinho.

Mas minha preferida era e ainda é na boquinha. Adoro tomar meu leitinho, sentir o gosto e depois ficar sentindo mesmo depois de engolir a porra na minha boca. Acho uma delícia.

Vitor sempre ficava tentando me comer, mas por mais que eu quisesse, não sentia que era a hora ainda. Hoje sabendo que é tão gostoso, eu teria dado fácil pra ele. Mas enfim.

Não sei se puberdade, o tanto de leite que eu tomava e levava no meu corpo, ou a academia, mas meu corpo começou a crescer. Nessa época ganhei muita bunda em especial. Nisso comecei a notar os homens cada vez mais me olhando, e eu gostei muito dessa sensação. Comecei a me exibir pra eles — fazia questão na academia de ir perto deles pra fazer algum exercício que tivesse que abaixar ou empinar a bunda.

Nisso lembro que cheguei em casa um dia e no meu Facebook tinha uma solicitação de amizade de um rapaz de nome Danilo, da academia. Vi nada de errado e o aceitei. Ele puxou assunto, disse que me achava linda, ficou assustado de saber minha idade já que ele tinha 18 e pensava que eu tinha pelo menos 15, hahaha. Isso não impediu ele de ficar me trovando por vários dias.

Ele até que era bonito — o corpo dele principalmente, era bem definido, mais musculoso que o Vitor. Estava no Exército na época, no serviço obrigatório. O papo era bom, então sempre que eu estava no computador conversava com ele, e ele vivia me chamando pra dar uma volta no carro dele.

Pois bem, aproximadamente uns 3 ou 4 meses depois que comecei a mamar o Vitor, eu me sentia meio a namorada dele, hahaha. Pelo menos eu não ficava com ninguém além dele e ele dizia que não ficava com ninguém também. Mas ele ficava insistindo muito em me comer e eu não via que era a hora.

Daí eu e Vitor discutimos um dia antes de um feriado que ele ia viajar com os pais por uns 5 dias. Então além de brava eu ia ficar sem meu leitinho. Depois de uns 2 dias sem falar com o Vitor e falando com o Danilo direto, num dos convites dele pra andar de carro, acabei aceitando.

Marcamos o local, me vesti e falei pra minha mãe que ia na casa da minha amiga. Lembro que eu vestia uma leg preta e uma camiseta também preta — e sem calcinha, pois não gostava que marcasse.

Fui até o local e fiquei esperando o Danilo, que chegou uns minutos depois. Entrei no carro e fomos passear pela cidade. O carro tinha vidros bem escuros, então fiquei tranquila de que ninguém ia me ver. Conversamos sobre tudo — eu meio tímida no início, mas depois me soltei. Ele aproveitava pra às vezes me elogiar e passava a mão na minha perna quando ia trocar a marcha.

Fomos então até uma rua menos movimentada. Ele parou o carro e ficamos lá naquele silêncio por uns instantes, até que ele chegou perto e veio pra me beijar. Eu retribuí. Começamos a nos beijar — ele parecia querer me devorar, passava a mão em todo meu corpo com uma vontade que me deixava louca.

Uma hora tomou coragem e passou a mão na minha bucetinha por cima da leg. Me olhou e perguntou se eu estava sem calcinha. Eu disse "uhum". Ele riu e me chamou de safadinha. Nisso ele começou a esfregar meu grelinho por cima da calça — eu tava derretendo de tanto tesão.

Comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, que já estava bem duro. Ele logo já baixou o zíper e tirou aquele pauzão pra fora. Fiquei espantada. Era maior que o do Vitor e mais grosso — devia ter uns 19 cm, bem grosso e depilado. Lembro que pensei na hora: "Esse pau já comeu muita mulher."

Peguei nele então e comecei a bater uma. Minha mão quase não fechava de tão grosso. A cor dele era linda, bem mais moreno que o do Vitor, com a cabeça mais vermelha.

Nisso eu escuto o Danilo perguntando se eu quero mamar. Respondi acenando a cabeça e mordendo o lábio de baixo. Caí de boca naquela rola. Comecei a mamar gostoso, subia e descia com a língua, o pau dele pulsava na minha boca. Chupei até as bolas dele.

Não demorou muito — acredito pelo tesão que estávamos — e ele anunciou que ia gozar. Logo começou o leite dele a invadir minha boquinha. Já fui logo engolindo tudinho. Lembro que o gosto era bem mais forte que o do Vitor e a porra era mais grossa.

Enfim, quando tirei o pau da boca e ele viu que eu tinha tomado todo o leitinho, ele me chamou de bizerrinha. Algo do tipo:

— Que delícia, minha bizerrinha...

Nos beijamos mais um pouco, ele me deixou próximo de casa e voltei realizada por chupar um pau novo e mais gostoso — e também por ter gostado do meu apelido novo, hahaha.

Virei uma Bizerrinha

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