Virei uma Bizerrinha
Paty — 20 anos, 1,60 m, 60 kg, loirinha, bunda média pra grande e peitos grandes.
Início do roteiro
Paty — 20 anos, 1,60 m, 60 kg, loirinha, bunda média pra grande e peitos grandes.
Esse conto seria sobre os acontecimentos da minha vida sexual após eu começar a mamar um garoto chamado Vitor. Aconteceram uns 8 anos atrás, pra vocês terem ideia de quantos anos eu tinha na época.
Depois que eu mamei o pau do Vitor e tomei o leitinho dele pela primeira vez, viciei logo de cara. As minhas idas na casa dele viraram frequentes — visitava ele pelo menos 3 vezes na semana. Já nem me dava ao luxo de avisar meus pais. Só esperava eles saírem à tarde e ia direto pro Vitor tomar meu leitinho.
Com medo deles descobrirem algo, aceitei o convite de uma amiga pra começarmos a ir na academia juntas durante a tarde. Meus pais aceitaram e então eu tinha agora um pretexto pra sair todos os dias à tarde sem problemas. Comecei a ir no Vitor todos os dias, de segunda a sexta, antes da academia. Ia lá, mamava por uma meia hora — mamava com toda calma do mundo aquele pau gostoso — e depois ia pra academia.
Com essa frequência, aprimorei meu boquete. Aprendi a gostar de chupar as bolas. Descobri também que conseguia tocar uma siririca enquanto mamava ele e gozar gostoso com um pau na minha boca. E também levei gozadas em praticamente todo meu corpo. Ficava muitas vezes só de calcinha e levava gozada nos peitos, no rosto — que eu adoro até hoje sentir o leite quente no meu rostinho. Às vezes ficava de quatro e ele gozava na minha bunda ou na entradinha do meu cuzinho.
Mas minha preferida era e ainda é na boquinha. Adoro tomar meu leitinho, sentir o gosto e depois ficar sentindo mesmo depois de engolir a porra na minha boca. Acho uma delícia.
Vitor sempre ficava tentando me comer, mas por mais que eu quisesse, não sentia que era a hora ainda. Hoje sabendo que é tão gostoso, eu teria dado fácil pra ele. Mas enfim.
Não sei se puberdade, o tanto de leite que eu tomava e levava no meu corpo, ou a academia, mas meu corpo começou a crescer. Nessa época ganhei muita bunda em especial. Nisso comecei a notar os homens cada vez mais me olhando, e eu gostei muito dessa sensação. Comecei a me exibir pra eles — fazia questão na academia de ir perto deles pra fazer algum exercício que tivesse que abaixar ou empinar a bunda.
Nisso lembro que cheguei em casa um dia e no meu Facebook tinha uma solicitação de amizade de um rapaz de nome Danilo, da academia. Vi nada de errado e o aceitei. Ele puxou assunto, disse que me achava linda, ficou assustado de saber minha idade já que ele tinha 18 e pensava que eu tinha pelo menos 15, hahaha. Isso não impediu ele de ficar me trovando por vários dias.
Ele até que era bonito — o corpo dele principalmente, era bem definido, mais musculoso que o Vitor. Estava no Exército na época, no serviço obrigatório. O papo era bom, então sempre que eu estava no computador conversava com ele, e ele vivia me chamando pra dar uma volta no carro dele.
Pois bem, aproximadamente uns 3 ou 4 meses depois que comecei a mamar o Vitor, eu me sentia meio a namorada dele, hahaha. Pelo menos eu não ficava com ninguém além dele e ele dizia que não ficava com ninguém também. Mas ele ficava insistindo muito em me comer e eu não via que era a hora.
Daí eu e Vitor discutimos um dia antes de um feriado que ele ia viajar com os pais por uns 5 dias. Então além de brava eu ia ficar sem meu leitinho. Depois de uns 2 dias sem falar com o Vitor e falando com o Danilo direto, num dos convites dele pra andar de carro, acabei aceitando.
Marcamos o local, me vesti e falei pra minha mãe que ia na casa da minha amiga. Lembro que eu vestia uma leg preta e uma camiseta também preta — e sem calcinha, pois não gostava que marcasse.
Fui até o local e fiquei esperando o Danilo, que chegou uns minutos depois. Entrei no carro e fomos passear pela cidade. O carro tinha vidros bem escuros, então fiquei tranquila de que ninguém ia me ver. Conversamos sobre tudo — eu meio tímida no início, mas depois me soltei. Ele aproveitava pra às vezes me elogiar e passava a mão na minha perna quando ia trocar a marcha.
Fomos então até uma rua menos movimentada. Ele parou o carro e ficamos lá naquele silêncio por uns instantes, até que ele chegou perto e veio pra me beijar. Eu retribuí. Começamos a nos beijar — ele parecia querer me devorar, passava a mão em todo meu corpo com uma vontade que me deixava louca.
Uma hora tomou coragem e passou a mão na minha bucetinha por cima da leg. Me olhou e perguntou se eu estava sem calcinha. Eu disse "uhum". Ele riu e me chamou de safadinha. Nisso ele começou a esfregar meu grelinho por cima da calça — eu tava derretendo de tanto tesão.
Comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, que já estava bem duro. Ele logo já baixou o zíper e tirou aquele pauzão pra fora. Fiquei espantada. Era maior que o do Vitor e mais grosso — devia ter uns 19 cm, bem grosso e depilado. Lembro que pensei na hora: "Esse pau já comeu muita mulher."
Peguei nele então e comecei a bater uma. Minha mão quase não fechava de tão grosso. A cor dele era linda, bem mais moreno que o do Vitor, com a cabeça mais vermelha.
Nisso eu escuto o Danilo perguntando se eu quero mamar. Respondi acenando a cabeça e mordendo o lábio de baixo. Caí de boca naquela rola. Comecei a mamar gostoso, subia e descia com a língua, o pau dele pulsava na minha boca. Chupei até as bolas dele.
Não demorou muito — acredito pelo tesão que estávamos — e ele anunciou que ia gozar. Logo começou o leite dele a invadir minha boquinha. Já fui logo engolindo tudinho. Lembro que o gosto era bem mais forte que o do Vitor e a porra era mais grossa.
Enfim, quando tirei o pau da boca e ele viu que eu tinha tomado todo o leitinho, ele me chamou de bizerrinha. Algo do tipo:
— Que delícia, minha bizerrinha...
Nos beijamos mais um pouco, ele me deixou próximo de casa e voltei realizada por chupar um pau novo e mais gostoso — e também por ter gostado do meu apelido novo, hahaha.

Se quiser continuar esse clima em uma experiência online, abra o hub de acompanhantes virtuais e avance para chat privado ou perfis masculinos dentro da Private Muse.
Continue navegando
Mais em Hétero
Outros contos dentro do mesmo clima para continuar a jornada sem trocar de tema.
Dedada no Comboio: Gozei com um Estranho ao Meu Lado
Adoro andar de transportes públicos. Especialmente na hora de ponta, quando vai cheio. Já tive experiências muito interessantes nessas situações. Tenho estatura média e um corpo jeitoso, especialmente as minhas pernas e…
Ler agoraA Patricinha Peituda do Handebol Pediu pra Ser Comida no Ambulatório
Olá, este é o primeiro dos vários relatos que vou contar pra vocês. Sou hetero, 24 anos, estudei na PUC/SP por 5 anos onde fui presidente da Atlética e comi muitas mulheres. Sou branco, 1,85 de altura, 75 kg, cabelos ne…
Ler agoraA Ninfeta do Shortinho da Carla Perez Me Mamou e Levou no Cu
Olá, galera. A história que vou contar pra vocês aconteceu mesmo. Meu nome é Fábio, tenho 23 anos, sou alto e, modéstia parte, bonito. Uns dois meses atrás, mudou-se para o lado da minha casa uma ninfeta muito gostosa —…
Ler agoraA Mulata do Caralho que Me Enrolou por Um Ano – Ela Só Me Chupava e Eu Queria Fuder com Força
Meu nome é Marcelo, tenho 27 anos, sou moreno, 1,82m de altura e trabalho como consultor de informática. Foi graças à minha profissão que conheci Patrícia, uma mulata estonteante do caralho, que desfila em escola de sam…
Ler agoraContinue navegando
Outros roteiros para continuar no digital
Uma segunda trilha de leitura para expandir o tema, descobrir novas categorias e manter a navegação viva dentro do acervo.
A DEDADA NO TREM: GOZEI COM UM ESTRANHO DO MEU LADO
Adoro andar de transporte público. Especialmente na hora de ponta, quando vai lotado. Já tive experiências muito interessantes nessas situações. Tenho estatura média e um corpo gostoso, especialmente minhas pernas e uma…
Ler agoraA Surubona no Escuro com as Gatas do Estabelecimento (e o Dedo no Cú do Amigo)
Estávamos no shopping eu e meu amigo Marquinhos. Após algumas voltas admirando as lindas garotas que por lá passeavam, fomos nos alimentar em um estabelecimento. Na fila, aproveitamos para admirar duas gatinhas que esta…
Ler agoraA Primeira Vez que Comi o Cu de uma Morena no Ônibus Enquanto um Casal de Tarados Assistia
Viagem alucinante do caralho. Bem primeiramente, gostaria de me apresentar, me chamo Ricardo, tenho 20 anos, sou empresário, resido em Goiânia. Tudo o que vou relatar é verídico, porra. Começou mais ou menos assim... So…
Ler agoraDo conto para a experiência virtual
Transforme a leitura em conversa guiada
Esse conto combina com troca por mensagem, ritmo textual e fantasia construida em dialogo. As paginas abaixo continuam essa jornada sem sair do ambiente virtual.
Explorar acompanhantes virtuais
Abra o hub principal para comparar perfis, categorias e formatos antes de aprofundar em uma rota mais especifica.
Ir para acompanhantes virtuaisContinuar o tema em chat privado
Para roteiros guiados por mensagem, fantasia textual, confissao e provocacao por escrita, o chat privado costuma render melhor.
Abrir chat privadoExplorar perfis masculinos
Quando o conto se aproxima de fantasia entre homens ou universo gay, esta rota mantem o usuario dentro de um hub virtual compativel.
Ver perfis masculinosContinuar esse clima por sexting
Quando o conto funciona por troca de mensagens, segredo e escalada textual, sexting vira o proximo passo mais coerente.
Ver sextingLevar esse clima para uma videochamada privada
Quando o roteiro pede presenca ao vivo, imagem e conducao em tempo real, a videochamada e o encaixe mais direto.
Ver videochamada