. A Policial que Me Revistou com a Mão na Buceta
Fui parado numa blitz de madrugada, voltando do trabalho. A policial, uma morena de 27 anos, corpo fechado no colete, cabelo preso num coque apertado, me pediu documentos com uma voz grave. Revistou o carro inteiro — po…
Início do roteiro
Fui parado numa blitz de madrugada, voltando do trabalho. A policial, uma morena de 27 anos, corpo fechado no colete, cabelo preso num coque apertado, me pediu documentos com uma voz grave. Revistou o carro inteiro — porta-luvas, banco de trás, porta-malas. Depois bateu no teto e disse:
— Desce do carro. Vou revistar você também.
Ela passou a mão nas minhas pernas, no meu peito, nas costas. Tudo profissional. Até que chegou na minha virilha e sentiu meu pau duro — impossível disfarçar.
— Isso é uma arma? — ela perguntou, com um sorriso discreto no canto da boca. — É. E tá carregada — respondi, sem pensar.
Ela olhou pros lados. Os outros policiais estavam ocupados com outro carro, luzes piscando. Ela me puxou rápido pro lado escuro da viatura, abriu minha calça jeans e tirou meu pau pra fora com a mão enluvada.
— Tamanho permitido por lei — ela disse, avaliando. — Mas vou ter que fazer uma vistoria mais aprofundada.
Ela ajoelhou na rua escura, tirou a luva com os dentes e começou a chupar meu pau com fome. Eu segurei no capô quente da viatura enquanto ela me chupava com vontade, babando tudo, fazendo um barulho obsceno. Depois levantou, ergueu a saia do uniforme — tava sem calcinha, o pelo baixinho aparecendo — e disse, ofegante:
— Enfia. Rápido. Antes que alguém veja.
Enfiei com tudo, apoiado na viatura, o metal gelado na minha barriga. Meti com força enquanto ela mordia o lábio pra não gemer, os olhos vidrados. Ela gozou em dois minutos, segurando no meu pescoço com uma mão. Eu gozei na bunda dela, quente e rápido. Ela limpou tudo com um lenço de papel, ajeitou o uniforme, prendeu o cabelo de novo e disse, já fria como antes:
— Tudo em ordem. Pode seguir. Mas não exceda a velocidade. E volta amanhã no mesmo horário.
— É uma ordem? — perguntei, ainda tremendo.
Ela colocou a luva de volta, bateu no teto do meu carro e respondeu: — É uma intimação.
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