Hétero2 minPor Lu20 de maio de 2026
Roteiro guiado

O Porteiro que Ganhou Gorjeta Especial

Meu nome é Cristina, tenho 35 anos, sou casada há dez com um homem que viaja toda semana. O porteiro do meu prédio se chama Rafael, 26 anos, corpo de academia, braço fechado de tatuagem. Toda noite que eu chegava tarde…

Meu nome é Cristina, tenho 35 anos, sou casada há dez com um homem que viaja toda semana. O porteiro do meu prédio se chama Rafael, 26 anos, corpo de academia, braço fechado de tatuagem. Toda noite que eu chegava tarde do trabalho, ele abria o portão com um sorriso e um "boa noite, dona Cristina" que sempre me pareceu mais demorado do que o necessário.

Até que numa sexta-feira, eu cheguei bêbada de um happy hour no escritório. Ele me ajudou com as compras. Subiu comigo até o apartamento. Lá dentro, joguei as sacolas no chão da sala e beijei ele sem aviso, com força, empurrando a língua na boca dele.

Ele correspondeu na hora. A língua dele entrou na minha boca enquanto as mãos já apertavam minha bunda por cima do vestido. Eu abri a calça jeans dele e tirei o pau pra fora. Já estava duro, médio, grosso, a cabeça roxa e brilhando de tesão. Sentei no sofá e mandei ele ficar de pé na minha frente.

Ajoelhei, chupei o pau dele com vontade, babando tudo, enfiando fundo na garganta até ele gemer alto. Ele segurou meu cabelo e empurrou um pouco mais fundo. Eu engasguei, adorei. Depois levantei o vestido. Tava sem calcinha, a buceta já escorrendo melada. Sentei no pau dele com tudo e comecei a cavalgar igual louca.

— Me fode, Rafael. Me fode como sua namorada não deixa.

Ele metia de baixo pra cima, segurando minha cintura com força. Eu gemia alto, os peitos pulando dentro do vestido. Gozei duas vezes sentando rápido, a buceta apertando o pau dele. Depois virei de quatro no tapete, empinei a bunda. Ele enfiou com tudo no meu cu sem avisar. Doeu no começo, ardeu, depois ficou uma delícia. Ele gozou dentro do meu cu, gemendo baixinho, o corpo inteiro tremendo.

Levantamos. Ele vestiu a calça. Eu me arrumei.

— Toda vez que meu marido viajar — eu disse, dando um beijo no pescoço dele —, você vai subir. Combinado?

Ele só assentiu, com o olho brilhando. Deu plantão no dia seguinte de pau dolorido. E no outro. E no outro também.

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