A Primeira Vez que Enfiei o Pau no Cu da Debora no Escritório e Ela Virou Minha Rainha
Meu nome fictício é Dirceu. Trabalho numa construtora em Maringá, e estava com o levantamento anual atrasado, uma puta duma confusão. Tinha que fazer uma série de horas extras, do caralho. Então pensei na Debora, que es…
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Meu nome fictício é Dirceu. Trabalho numa construtora em Maringá, e estava com o levantamento anual atrasado, uma puta duma confusão. Tinha que fazer uma série de horas extras, do caralho. Então pensei na Debora, que estava com o marido em Foz do Iguaçu, e não haveria problema se ela ajudasse a levantar os balancetes. Chamei a vadiazinha, e ela de cara aceitou, feliz da vida.
Comecei numa segunda-feira. Nem fui para casa jantar de tanto trabalho. Ela chegou às 19:00 horas, e veio com um decote de parar o trânsito, os peios quase pulando pra fora. Dava os demonstrativos para ela digitar e ficava de olho nela, na bunda, nos seios – e que seios do caralho! Debora era o tipo de mulher que adoro: loira, 1,65, magra, peituda e incrivelmente gostosa pra caralho.
Nesta primeira etapa do trabalho, fazia de tudo para encostar nela. Passava atrás da cadeira, esfregava de leve. E assim se passaram três semanas, eu com o pau duro escondido e sem coragem de fazer porra nenhuma. Teve um dia, num canto da sala, que quase agarrei ela por trás, mas faltou coragem de novo. Um mês depois, Debora chegou mais provocante e perfumada que nunca, uma puta gostosa.
Nesse dia, fui em casa antes e voltei de shorts. Quando ela chegou, fui ao banheiro e armei a barraca – meu pau já latejando. Sentei na frente dela, e Debora não tirava os olhos do meu volume. Não resisti, caralho. Voltei ao banheiro, tirei a cueca e sentei de novo na frente dela, deixando os bagos completamente de fora, o pau à mostra.
Levantei, agarrei Debora por trás e comecei a acariciar todo seu corpo, passando a mão na bunda. Como num instante mágico, arranquei toda sua roupa e comecei a chupá-la como um louco, lambendo a buceta. Depois pus ela no chão e comecei a lamber seu cu, aquela preciosidade. Como ela era especial, levei um tantaço de vaselina e passei no seu rabo, começando a acariciar.
Assim, comecei a enfiar o pau no cu dela, amassando seus seios com força. Quando num instante enfiei tudo – o pau inteiro entrou naquele cu apertado. Foi maravilhoso, gozei que nem um desgraçado. Hoje sou amante de Debora, e tenho ela como uma rainha. Fim da putaria.
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