Como Eu Fodi a Recepcionista no Motel da Raposo – Bofete na Cara, Gozada no Rosto e Ameaça de Comer o Cú Dela
O primeiro dia que a recepcionista chegou na repartição foi um frisson do caralho. Morena, alta, peitão bonito, boca carnuda.
Início do roteiro
O primeiro dia que a recepcionista chegou na repartição foi um frisson do caralho. Morena, alta, peitão bonito, boca carnuda.
Eu dei uma olhada de soslaio, para não dar muita bandeira, e me preparei pro tiro. Eu que já sou sisudo por natureza, vesti minha melhor cara de mau e só a cumprimentei com um "oi, seja bem-vinda". Por dentro, eu falava com meus botões: "que mulher da porra!"
Fomos convocados para uma atividade extra num clube. Na saída, eu perguntei se ela me dava uma carona – praticamente sem voz, de tanto que eu tava olhando o comprimento do vestido que ela usava.
Ela, toda solícita, disse que sim. Fomos no fusca dela, barulhento que só. "Niqui", ela sentou na direção, o vestido subiu o que restava, e eu olhei acintosamente. Ela me disse para eu parar de olhar, que ela já se sentia nua.
Eu retruquei que quem não queria ser olhada não devia deixar tamanha beleza à vista. Ela avermelhou e disse: "também não é assim..."
Chegamos na minha casa, e acordei minha mulher para dar "uma" que eu tava precisado. A despedida da minha colega foi com um selinho promissor. E passamos a nos olhar com muito mais interesse. Soube que o marido dela era faixa preta de jiu-jitsu, mas nem essa porra me amedrontava.
Um dia sugeri que ela inventasse uma ida ao médico, para sairmos antes do almoço com folga. Troquei de carro com um amigo solteiro para não dar na vista, e marquei com ela num ponto adiante do trabalho. Voei, literalmente, para um motel na Raposo.
Lá chegando, ela me beijou – a língua dela parecia uma borboleta – tirou minha roupa e disse que adorava negros e que eu ia realizar a fantasia dela. Dito isso, começou a me lamber inteiro: peito, barriga, umbigo. Parou no meio das minhas coxas e abocanhou meu pau, que já estava duro feito uma rocha do caralho.
Para não gozar logo, pedi que me desse a vez. Beijei ela – sentindo o gosto do meu próprio pau na boca dela – e fui lambendo.
Chupei seus peitos belíssimos e grandes, e ela, enlouquecida, pedia que eu a penetrasse. Mas eu resisti e fui descendo com a boca.
Caí na mata dela – era peluda, tipo Vera Fisher – e demorei com a língua, num vai e vem louco, até que ela terminou, quase me arrancando os cabelos. Gozou muito na minha cara, porra.
Aí já vim com a lança preparada e enterrei nela. Ela deu um gemido e falou: "Neguinho, cê vai me matar..." E eu sentia que meu pau tocava a parede do útero dela. Quando percebia que ela ia gozar, eu parava. Fiquei um tempão nesse jogo. Ela, louca, me arranhava todo, prometendo que faria o que eu quisesse.
Falei: "Vou gozar na sua cara." Ela disse que melhor não, que tinha nojo. Dei-lhe um bofete e disse que ali quem dava as ordens era eu. Ela chorou, com as marcas dos meus dedos no rosto – não sei se de dor ou de prazer.
Pediu que eu batesse na sua bunda. Dei uns tapas até ficar vermelha. Ordenei que ela chupasse meu pau até eu gozar. Ela, com maestria, lambeu meu pau da cabeça, fazendo um vai e vem com a boca até que eu esguichei no rosto dela. Ela lambeu, dizendo que o gosto não era tão ruim...
Na segunda-feira, comi o cú dela, que ela tanto protegia. Mas a tática, conto em outra vez.
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