A Putinha Crente
Hoje vou falar de Liza. Uma jovem promissora da nossa igreja, mas que demonstrava ser uma amante da liberdade. Isso porque, uma certa vez, tinha um grupo de jovem certo pra fazer uma viagem, mas todos desistiram por mot…
Início do roteiro
Hoje vou falar de Liza. Uma jovem promissora da nossa igreja, mas que demonstrava ser uma amante da liberdade. Isso porque, uma certa vez, tinha um grupo de jovem certo pra fazer uma viagem, mas todos desistiram por motivos de varíos. Ela virou pra um cara casado e disse: "Se você for, me leva". E foram por uma estrada rural à noite. Por isso, ambos foram chamados à atenção.
Porém, passado uns dias, um outro irmão me falou que ela tinha chamado ele pra uma viagem igual, só que a distância era maior, e ele não aceitou. Com isso, eu pensei: "Vai chegar a minha vez". E chegou.
Minha esposa viajou e eu estava sozinho em casa. Mandei uma mensagem pra ela, que logo me respondeu: — Como está, irmão? E o que faz?
Eu respondi: — Estou bem, mas fazendo nada. Estou sozinho e desanimado. Se não fosse isso, eu queria comer uma pizza.
Ela respondeu: — Eu também quero. Onde é? — Pode ser aqui em casa — eu disse.
Ela respondeu: — Sim.
Perguntei o sabor, ela falou, e eu pedi. Ela disse: — Vou tomar um banho e já vou.
Pronto. Arrumei a mesa no capricho: taças e vinho na mesa, e luz. Ela chegou bem animada. Dei um beijinho no rosto dela. Alguns minutos depois, chegou a pizza. Começamos a comer, conversas e risos. Botei uma taça de vinho pra ela, que tomou rápido e ficou muito soltinha. Ela pediu outra. Eu botei. Ela tomou mais devagar.
Comemos a pizza e sentamos no sofá. Ela encostou em mim. Eu passei a mão no cabelo dela e ela deitou no meu peito. Fui passando a mão nela e falei: — Você é muito bonita. — Você acha? — ela perguntou.
— Sim — eu respondi. Ela me olhou e sorriu. E deu o primeiro beijo. E ela se entregou.
Começamos a nos pegar. Logo estávamos sem roupas. Levei ela pro meu quarto. Chupei a buceta dela — deliciosa, meladinha. Ela também chupou minha pika. E que chupada gostosa, viu? Ela chupava com vontade, olhando pra cima, babando tudo. Eu gozei na boca dela e ela engoliu tudo, lambeu os lábios.
Tirei o pau da boca dela e cheguei na buceta. Enterrei tudo. Ela gostou, mas falou: — Sem camisinha não. — Ah, sim — eu falei. — Então vai ser no cu.
Ela aceitou.
Dei uma lambida naquele cuzinho roxo dela. Lubrifiquei bem com cuspe e saliva. Botei ela na posição de frango assado — pernas abertas, tudo à mostra — e fui enterrando. Ela gemia, gritava, mas não queria parar. Também, minha força é bem maior. Eu dominei ela e enterrei tudo. Dei um descanso a ela, uns beijinhos na boca, e comecei a meter com força.
Chamei ela de cachorra. Dei tapa na cara dela.
E a safada começou a latir e grunhir. E disse: — Eu gosto de ser cachorra.
Eu meti sem pena. Gozei no cu dela.
Levei ela pro banheiro. Tomamos banho juntos. Depois, enfiei um frasco de desodorante no cu dela. Botei ela sentada na tampa do vaso sanitário, com o frasco enterrado. E botei a pika na boca dela outra vez. Ela chupava meu pau e rebolava com o frasco no cu ao mesmo tempo. Gozamos de novo.
Depois comi o cu dela mais uma vez. Saiu toda assada, mas feliz.
Se rolar outra vez com ela, eu conto aqui.
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