O Anal
Meu entusiasmo por sexo anal sempre foi uma tara de homem liberal, mas minha dificuldade era encontrar uma menina disposta a liberar o medo e gozar.
Início do roteiro
Meu entusiasmo por sexo anal sempre foi uma tara de homem liberal, mas minha dificuldade era encontrar uma menina disposta a liberar o medo e gozar.
Sou gerente de uma empresa. Precisava de uma secretária. Me indicaram a Vanessa, 25 anos. Esbelta, cabelos curtos, boca sedutora, saia comprida. Nada que me fizesse fantasiar meu cacete adentrando as pregas dela... até a convenção em Foz do Iguaçu. Ela apareceu de biquíni minúsculo na piscina. Falsa magra. Seios pequenos e um bumbum delicioso, as bochechas maravilhosamente à mostra.
Comecei a puxar assunto, mas ela não animou. Até que cometi uma gafe. Comprei fitas de vídeo e fotos de sexo anal — pênis invadindo ânus, dedos sumindo entre pregas. Estavam na gaveta da minha mesa. Pedi a Vanessa que buscasse um relatório lá. Ela voltou com os dedos trêmulos.
No fim do expediente, ela sugeriu hora extra com uma voz cheia de malícia. Aceitei o jogo. Na minha sala, ela sorriu, mordendo a caneta, apontando a gaveta:
— Marcelo, sua preferência é... cu mesmo?
Tentei mentir. Ela repetiu: — Curiosidade? Nunca tentou?
Fiquei de pau duro na hora.
— Para ser gostoso, o sexo anal precisa de regras femininas — ela disse. — Se aceitar, amanhã começamos.
No dia seguinte, ela entrou na minha sala, trancou a porta, levantou a saia até a cintura. Só de ligas e meias, a buceta quase totalmente depilada, as coxas gloriosas. Abriu um estojinho com um dedo de plástico fino. Passou creme no meu dedo indicador.
— Marcelo, aqui no ânus. Coloca o dedo. Vai bem profundo.
Enfiei o dedo inteiro naquele cuzinho guloso. Ela rebolou. Depois mandou eu colocar o dedo de plástico, bem fundo. O cuzinho dela tapou o plástico. Ela ajeitou a saia, impecável, e disse:
— Ele vai ficar o dia inteiro no meu bumbum guardando lugar para você.
Que dia terrível. Via ela andando, agachando, sentando, e só pensava no meu pau duro imaginando o dedo no cu dela.
À noite, fui ao apartamento dela. Ela estava nua deitada de costas, o bumbum para cima. Tirei o dedo de plástico do ânus dela — estava dilatado e úmido. Meti a língua, depois três dedos. Enfiei o pau com tudo. O cuzinho devorou meu cacete com fome. Ela gemia:
— Delicioso dar atrás... estou gozando...
Gozei naquele bumbum apertado de dobras quentes. Ela era um diamante perfeito. Preferia sexo anal do que vaginal. Depois de gozar, enfiei o pau no cu dela de novo. E de novo. Saí de lá com o pau dolorido e ela toda arrombada, mas feliz.
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