A Vizinha do Muro Baixo
Moro numa casa geminada no subúrbio. A vizinha do lado se chama Juliana, 32 anos, morena, corpo violão, cabelo cacheado até a cintura, olhos verdes. Ela sempre tomava sol de biquíni minúsculo no quintal dos fundos, deit…
Início do roteiro
Moro numa casa geminada no subúrbio. A vizinha do lado se chama Juliana, 32 anos, morena, corpo violão, cabelo cacheado até a cintura, olhos verdes. Ela sempre tomava sol de biquíni minúsculo no quintal dos fundos, deitada na espreguiçadeira. O muro que separa as duas casas tem menos de um metro e meio. Dava pra ver tudo — os peitos, a bunda, a marca da calcinha fio dental, os pelinhos saindo do biquíni.
Um dia, ela me chamou por cima do muro, sem levantar da espreguiçadeira:
— Você fica me olhando todo santo dia, né? — Fico — respondi, sem vergonha nenhuma.
— Por que não vem pra cá, então?
Pulei o muro na hora, quase caí de cabeça. Ela já estava deitada na espreguiçadeira de plástico, óculos escuros, protetor solar no corpo moreno. Ela mesma tirou o biquíni na minha frente, devagar, como quem oferece um presente de Natal. Os peitos caídos mas bonitos, mamilos escuros e grandes como moedas. A buceta depilada a cera, lisa, brilhando de protetor solar, os lábios rosados aparecendo.
— Põe protetor em mim — pediu, com a voz mole de quem já sabia o que ia acontecer.
Passei a mão no corpo dela. Nos peitos, apertando os mamilos. Na barriga. Na buceta. Quando cheguei lá, ela abriu as pernas sozinha, sem cerimônia. Eu enfiei dois dedos sem avisar. Tava molhada por dentro, quente, inchada, pulsando nos meus dedos.
— Isso não é protetor solar — ela disse, rindo. — É outro tipo de creme — respondi, enfiando mais fundo.
Ela ajoelhou na grama do quintal, tirou minha bermuda e chupou meu pau com vontade, com ódio, com fome, olhando pra cima com os olhos cheios de tesão, a baba escorrendo pelo queixo, o piercing do nariz balançando. Depois deu uma última lambida na cabecinha e falou:
— Agora deita de costas.
Ela montou em mim de frente, enfiou meu pau na buceta dela com tudo e começou a cavalgar como se não houvesse amanhã. Os peitos pulavam, o cabelo voava, os gemidos ecoavam no quintal inteiro. Ela gozou duas vezes, se contorcendo. Eu virei ela de quatro no chão de grama e meti com tudo até gozar dentro da buceta.
— Amanhã mesma hora — ela disse, acendendo um cigarro.
Pulei o muro de volta com o pau dolorido. Voltei no dia seguinte. E no outro. Até hoje.
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