Dei Meu Cu e Minha Buceta pro Noivo da Minha Amiga Dentro do Carro na Garagem Enquanto Meu Marido Dormia na Sala
Quando mudei para o interior, nunca pensei que tivesse uma experiência tão boa do caralho como a que vou contar agora. Sou casada e mudei para o interior por causa dos serviços do meu marido. Ele, depois de casado, pass…
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Quando mudei para o interior, nunca pensei que tivesse uma experiência tão boa do caralho como a que vou contar agora. Sou casada e mudei para o interior por causa dos serviços do meu marido. Ele, depois de casado, passou a dar muito mais lugar ao trabalho do que ao prazer, me deixando literalmente na mão, com a buceta carente e o cu coçando.
Meu último ano na escola nova prometia ser um dos melhores. Apesar de muitas garotas na classe, meus amigos eram só homens. Com 1,69m, 55kg, seios fartos, uma bundinha de dar inveja a muitas mulheres, também tenho um par de olhos azuis lindos.
Sempre fui muito cobiçada pelos homens e odiada pelas mulheres, puta que pariu. Entre um dos meus amigos, Flávio era o mais atencioso. Nunca tinha rolado nada, pois eu conhecia sua noiva, que já tivera um filho dele. Nos dávamos muito bem. Ele, às vezes, depois de deixar a Ellen (a noiva) em casa, ia me deixar também, pois era caminho da casa dele.
Um dia, depois de uma briga feia com meu marido, cheguei na escola chorando. Todos ficaram preocupados, e os que mais se preocuparam foram a Ellen e o Flávio. No término das aulas, Ellen fez questão de pedir ao Flávio que me levasse para casa, depois de deixá-la. Foi assim que ele fez.
Na porta da minha casa, começamos a conversar sobre nossos relacionamentos dentro do carro dele. Ele falou que a Ellen não o satisfazia e que às vezes pensava em terminar.
Eu disse o mesmo, pois há muito tempo não tinha meu marido na cama – o filho da puta só trabalhava. Conversamos sobre nossas experiências sexuais, e como já tive muitas, contei as melhores sem nenhuma intenção. Ele reclamou de sede, eu pedi para que estacionasse o carro dentro da garagem enquanto eu pegava um copo d'água.
Abri o portão e entramos. A janela da sala da minha casa fica de frente pra garagem, tendo vista total dela, e pela garagem se percebia a TV ligada – meu marido devia estar assistindo.
Quando eu ia sair para pegar a água, Flávio segurou meu braço e disse: "Gostaria de ter uma mulher como você." Tremi, porra. A mão que já me puxara pra dentro do carro agora deslizava sobre meus seios, deixando os biquinhos duros como pedra.
Na porta da minha casa, começamos a conversar sobre nossos relacionamentos dentro do carro dele. Ele falou que a Ellen não o satisfazia e que às vezes pensava em terminar.
Eu disse o mesmo, pois há muito tempo não tinha meu marido na cama – o filho da puta só trabalhava. Conversamos sobre nossas experiências sexuais, e como já tive muitas, contei as melhores sem nenhuma intenção. Ele reclamou de sede, eu pedi para que estacionasse o carro dentro da garagem enquanto eu pegava um copo d'água.
Abri o portão e entramos. A janela da sala da minha casa fica de frente pra garagem, tendo vista total dela, e pela garagem se percebia a TV ligada – meu marido devia estar assistindo.
Quando eu ia sair para pegar a água, Flávio segurou meu braço e disse: "Gostaria de ter uma mulher como você." Tremi, porra. A mão que já me puxara pra dentro do carro agora deslizava sobre meus seios, deixando os biquinhos duros como pedra.
Como sempre fui muito safada, logo estava brincando com a rola dele, que era muito maior que a do meu marido – foi aí que entendi o assédio das meninas em cima dele.
Nos beijamos como dois animais no cio. Dizíamos que aquilo não era possível, mas o impossível era não continuar com aquela loucura maravilhosa. Pensei em desistir, com medo de que meu marido resolvesse ir até a janela e visse eu trepando com outro na garagem, mas desisti da ideia quando senti a mão de Flávio na minha buceta totalmente ensopada, igual uma cachorra no cio.
Nos despimos, e quando vi o cacete do meu colega de classe, caí de boca. Que rola gostosa do caralho! Nunca havia provado nada igual. Seus 23 centímetros eram puro prazer. Posições loucas surgiram na ideia de 69. E que 69,
porra! Depois de gozarmos um na boca do outro – ele gozou dentro da minha boca e eu engoli, e depois gozei na cara dele – pedi que ele me fudesse. Dito e feito! Me apoiei no banco de trás do carro e ele enfiou de uma vez só a pica na minha buceta. Gozei como louca, e ele logo depois.
Cansado, ele continuou de costas pra mim, ainda com a rola dentro da minha buceta. Pedi então que ele começasse meu cuzinho, que já estava piscando de tanto tesão.
Enquanto ele me fazia uma maravilhosa siririca no clitóris, foi enfiando aquele cacete grosso no meu pobre cuzinho abandonado. A cabeça da rola entrou com dificuldade, então pedi que ele enfiasse de uma vez só, pois eu queria sentir um pouco de dor. Foi maravilhoso, caralho!
Continuamos fodendo por aproximadamente duas horas. Entre beijos deliciosos, 69 enlouquecedores, anais maravilhosos – ele me comeu o cu com força – minha buceta também era fudida com muito tesão.
Foi uma das melhores transas da minha vida. Já exaustos, nos despedimos com um longo beijo, e eu entrei com muito medo de meu marido ter visto algo. Pra minha surpresa, o pobrezinho estava dormindo na sala com a TV ligada, me esperando igual um corno manso.
Fui pro meu quarto tomar um banho frio e refrescante. Meu pensamento era tomado pelo meu colega de classe e noivo de uma das minhas melhores amigas.
Dali pra frente, sempre que podíamos, parávamos em algum lugar e ele me fazia a mulher mais bem fodida do mundo. A amizade continuou, e agora, depois do término das aulas, é raro o encontro. Mas sempre que acontece, este sempre pega fogo, porra!
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