Hétero5 minPor Raquel29 de maio de 2026
Roteiro guiado

Do bar ao quarto – dois caralhos, um cu e uma buceta insaciável

Eu e o meu marido fomos passar uns dias pelo norte de Portugal. Estávamos num hotel no Porto quando ele foi contactado para vir urgentemente a Lisboa por causa de um problema na empresa.

Eu e o meu marido fomos passar uns dias pelo norte de Portugal. Estávamos num hotel no Porto quando ele foi contactado para vir urgentemente a Lisboa por causa de um problema na empresa.

Ofereci-me para ir junto, mas ele disse para eu ficar, que voltava no dia seguinte para continuarmos as férias. Assim foi.

Por volta da hora do jantar, já estava sozinha. Fui comer ao restaurante do hotel e depois desci ao bar para passar um bocado da noite.

Depois de já estar ali há algum tempo, quando me preparava para ir me deitar, reparei em dois rapazes por volta dos 20 anos que não tiravam os olhos de mim. Não sei o que me deu, mas perdi a vontade de ir para o quarto e fiquei mais um bocado. Pedi outra bebida e me deu na telha provocar os dois.

Tinha vestido uma saia bem curta. Resolvi virar-me para eles e abrir as pernas devagar, mostrando o que estavam desejosos de ver. No início ficaram encavacados, mas depois começaram a apreciar a paisagem.

Passado um tempo, um deles se levanta e vem perguntar se não podiam fazer companhia. Respondi que sim, com todo o prazer. Assim foi. Fiquei sentada no meio daqueles dois rapagões.

A conversa foi agradável e divertida. Passado um bocado, já estávamos numa sessão de anedotas, e o tema foi ficando cada vez mais picante.

Bebemos mais, e eu comecei a ficar meio tonta. Para evitar isso, resolvi ir me deitar. Quando ia saindo, enquanto nos despedíamos, disse a eles qual era o meu quarto.

Subi sozinha, como convinha. Quando me preparava para deitar, senti bater à porta. Lá estavam eles os dois, dizendo que tinham esquecido de me contar a melhor anedota. Mandei entrar. Eu simplesmente vestia uma camisa de noite.

Num instante, senti quatro mãos percorrendo meu corpo. Mal me dei conta, estava totalmente nua no meio daqueles dois. Tratei de despir eles também.

Verifiquei que ambos já estavam muito excitados. Gostei do que vi. Os dois tinham uns belos caralhos. Um deles era perfeitamente normal, mas o do outro era um pouco mais pequeno em comprimento, porém de uma grossura extraordinária.

Como adoro chupar pau, resolvi optar pelo mais grosso. Só que ele, a muito custo, cabia na minha boca. Mal conseguia respirar de tão entalado.

Enquanto eu tentava engolir aquele belo presente, de joelhos, senti o outro amigo se colocar por trás. Ele me penetrou com violência. Inicialmente doeu um pouco, mas passados uns momentos eu já estava adorando comer dois caralhos ao mesmo tempo – situação única que nunca tinha vivido até então.

Pouco depois, tive um orgasmo. Pedi para irmos para a cama, porque no chão estava ruim. Deitei na cama. Eles resolveram trocar. Comecei a ser penetrada na buceta por aquele caralho gordo. Senti minha boceta ter que se dilatar mais um pouco para absorver aquele mastro. Enquanto isso, o outro amigo veio me oferecer o pau para chupar. Não me fiz de rogada. Chupei com cuidado para que o rebuçado não terminasse rápido.

Trocamos de posições várias vezes. Quando eu já ia no meu terceiro orgasmo, aquele que tinha me penetrado primeiro resolveu me colocar de quatro. Começou enfiando um dedo no meu cu. Inicialmente recusei, mas depois pensei: "Se cheguei até aqui, por que não ver no que dá?" Deixo claro que já não era virgem analmente falando – meu marido de vez em quando me come por ali.

E assim foi. Passado uns momentos, eu estava de quatro, chupando o caralho grossinho de novo, e sendo penetrada no cu pelo outro. Ficamos assim um bom tempo. De repente, o pau que eu chupava explodiu na minha cara. Gozou tudo na minha fuça. Passados alguns segundos, senti que o parceiro que me violentava o cu também atingiu o prazer máximo. Senti a porra quente escorrendo pelas minhas nádegas.

Então o dono do pau grosso disse que não queria terminar sem provar o meu cu. Assim fez. Colocou-se atrás e tentou me penetrar de novo no fiofó. Senti dor pra caralho, mas minha sorte é que ele já não estava mais com a dureza total. Depois de umas estocadas, resolveu tirar. Fiquei com uma sensação de alívio e totalmente satisfeita.

Eu estava estoirada. Meus amigos também. Pedi para eles se retirarem e que no dia seguinte fizessem de conta que nada tinha acontecido, porque pela manhã meu marido chegaria.

Por volta do meio-dia, meu marido chegou. Almoçamos e depois fomos para Miranda do Douro. Enquanto almoçávamos, os meus amigos passaram pela entrada do restaurante. Troquei com eles uns olhares discretos, mas de agradecimento pelos bons momentos.

Para finalizar, tenho pena que depois dessa oportunidade não tenha realizado uma imagem que costumo ver em filmes pornôs. Adorava ser enrabada e sentir um caralho na minha buceta ao mesmo tempo – e, já agora, chupar outro.

Loucuras, não são? Mas... por que não?

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