Do vinho ao cu treinado – a reencontrada que engoliu tudo
Estava à toa na internet quando vi uma conhecida das antigas com quem nunca tinha tido nada, mas que me tratava bem e tínhamos boas conversas na época da faculdade quando pegávamos o ônibus.
Início do roteiro
Estava à toa na internet quando vi uma conhecida das antigas com quem nunca tinha tido nada, mas que me tratava bem e tínhamos boas conversas na época da faculdade quando pegávamos o ônibus.
Lídia tinha por volta de 28 anos, baixinha e magra estilo atlética, porém muito bem dividida: bunda bonita e empinada que era fenomenal e ótimos peitinhos médios. Dona de uma pele clara e cabelo liso bem preto na altura do ombro.
Puxei conversa com ela no Messenger e ela foi toda legal, educada e naquele dia marcamos de sair. Ela chegou na minha casa e eu tinha comprado vinho e começamos a conversar e ela me contava como estava sua vida de técnica de segurança numa empresa e o aperto que tinha passado ao ser assaltada.
Começamos a nos beijar depois de algumas taças e fomos pra cama. Eu meti logo a língua na buceta daquela gostosa que eu era doido pra comer há anos. Passava bastante a língua de um lado pro outro até que ela gozou.
Eu já fui me posicionando pra penetrar e quando coloquei a cabeça do pau na porta daquela buceta quente, a safada já jogou a pélvis e socou até o talo. O pau entrou rasgando macio naquela buceta quente deliciosa. Comecei a bombar gostoso e ela gemia com uma voz gostosa que me deixava louco.
Eu já estava sentindo um calor no pau e vi que iria gozar se continuasse naquela posição. Vi que seria uma boa ideia trocar, pra tirar um pouco aquele pico de excitação. Dei um beijo bem safado nela com o pau todo atolado na gostosa e disse:
— Posso te pedir uma coisa? — Ela: pode. — Eu: então fica de quatro pra mim!
Como se já estivesse esperando aquele pedido, ela sorriu e ficou de quatro. Eu já fui me achegando em sua traseira e enfiei novamente o pau naquela bucetinha gostosa que já fazia barulho de suco de tão molhada.
Fui bombando e segurava a bunda gostosa daquela mulher com as duas mãos. Ela ficava exposta com o cuzinho olhando pra mim. Até que eu molhei meu polegar com saliva e passei de leve no seu anel enquanto fodia gostoso.
Qual foi a minha surpresa? Percebi que aquele cuzão já era acostumado com rola, pois apesar de passar o dedo de leve, não era nada difícil introduzir. Resumindo: aquela puta tinha o cu treinado mesmo.
Depois de perceber isso, ninguém em sã consciência deixaria de fazer o óbvio, que eu mesmo fiz, claro. Tirei o pau da buceta, que já estava todo melado do gozo daquela vagabunda linda, e coloquei a cabeça na entrada do cuzinho.
Bastou uma leve pressão e o cacete foi deslizando centímetro por centímetro, sendo engolido por aquela bunda redonda e gulosa. Foi devagar e constante até entrar todo liso, sem resistência de pregas e sem qualquer reclamação. Lídia permanecia de quatro e em silêncio, já com meu cacete todo atolado no cuzinho quente.
A partir de então, comecei a trabalhar com movimentos de vai e vem. Como aquele cu não tinha pregas, eu tinha que socar forte e rápido. Quando eu tirava o pau pra ver, o cuzao ficava lindo boquiaberto, e eu tornava a meter a piroca naquilo. Até que percebi que queria gozar e anunciei o gozo.
Ela saiu da posição. Na hora que eu comecei a gozar, ela enfiou tudo que conseguiu do cacete na boca. Gozei farto. Jorrei na boca daquela vagabunda deliciosa, e ela engoliu tudo.
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