Enchi a Buceta da Vizinha Morena Casada com Leite Usando a Calcinha Fio Dental que Achei no Temporal
Tenho um casal de vizinhos por volta dos 33 anos. Os dois são morenos, ele trabalha fora e ela em casa. Eles se mudaram depois de mim. Não tenho amizade com eles, mas sempre tenho a sorte de ver a Mariana, uma morena li…
Início do roteiro
Tenho um casal de vizinhos por volta dos 33 anos. Os dois são morenos, ele trabalha fora e ela em casa. Eles se mudaram depois de mim. Não tenho amizade com eles, mas sempre tenho a sorte de ver a Mariana, uma morena linda, cabelos cacheados longos, estatura baixa, corpo bem desenhado, bunda redonda deliciosa e peitos médios.
Sempre que posso eu como ela com os olhos. Ela vive varrendo a calçada ou caminhando de shorts curtos. Não costumo cumprimentar, acho que isso deixa um clima misterioso e deixa a vadia mais curiosa.
Várias vezes quando eu saía de carro ou a pé percebia os olhares dela e até insinuações discretas: andar mais rápido pra eu ver a bunda ou aparecer na minha frente rebolando.
Um dia ela passou na frente de casa de legging e blusa fina sem sutiã, peitos durinhos balançando, bunda empinada. PQP! O cheiro de fêmea suada misturado com creme de cabelo me deixou com a pica estralando. Entrei correndo pra casa e bati uma punheta pensando nela.
Outro dia ouvi ela e o marido brigando feio. Ela saiu com a amiga logo depois e ele ficou bebendo pinga no quintal. Descobri uma fresta no muro e ficava espiando.
Semanas depois, pela mesma fresta, tive a sorte de ver a Mariana tomando bronze no quintal de biquíni. A bunda dela pro meu lado, o biquíni socado no rego... Tirei a pica pra fora ali mesmo e bati uma das punhetas mais gostosas da vida, gozando olhando aquele corpo delicioso.
Meses depois veio um temporal forte que derrubou muros, portões e árvores. No dia seguinte meu quintal tava cheio de coisas que voaram. No meio do entulho achei uma calcinha fio dental amarela. Lavei, guardei e fiquei esperando a hora certa de usar.
Uma semana depois, vi o marido dela saindo. Bati na porta da Mariana na maior cara de pau. Ela abriu, falei qualquer coisa sobre o temporal e de repente tirei a calcinha do bolso, cheirei na frente dela e perguntei: — É sua?
Ela deu um sorriso safado e respondeu: — Não sei... preciso experimentar. Entra aqui pra ver se serve.
Me puxou pra dentro, fechou o portão e me deixou esperando na sala. Eu tava de bermuda de futebol sem cueca e regata, pica já meia bomba.
Quando ela voltou, tava só com a calcinha fio dental amarela atolada na raba gostosa. — Olha, acho que é a minha mesmo... serviu certinho.
Fui pra cima dela, beijei com muito tesão. Ela pegou meu pau grosso na mão, abaixou e começou a mamar. Chupou a cabeça primeiro, depois foi engolindo o que cabia, fazendo um boquete guloso pra caralho.
Depois de mamar bastante, deixei ela de quatro no sofá, bundinha empinada. O cuzinho piscando fechadinho e a bucetinha bem raspadinha, lábios fechados e carnudos. Caí de boca, devorando aquela xota deliciosa. Quando ela tava melada, meti meu pau grosso devagar, abrindo a bucetinha dela.
Meti alguns minutos assim, ela gemendo alto: — Isso, comedor safado! Me fode!
Ela gozou ensopando meu pau. Tirei, ela mamou de novo e depois mandei ela sentar. A bucetinha foi descendo devagar, engolindo minha pica grossa. Os peitos dela balançavam enquanto eu apertava e socava de baixo pra cima.
Quando avisei que ia gozar, ela pediu pra gozarmos juntos.
Segurei firme na cintura dela e comecei a socar com força. “Caralhuuuu... ai minha ppk tô gozandoooo!” ela gritou. Meu pau engrossou ainda mais e enchi a buceta dela de leite quente, porra escorrendo enquanto ela tremia toda. Ela caiu desfalecida no sofá.
Me vesti e falei: — Essa é a primeira de muitas.
Ela me olhou com cara de puta satisfeita e respondeu: — Com certeza.
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