O Rabo Que Me Pertence
Cheguei do trabalho puto da vida. Estacionei o carro no condomínio e, ao passar pela academia do prédio, vi Andréa treinando com o personal do lado.
Início do roteiro
Cheguei do trabalho puto da vida. Estacionei o carro no condomínio e, ao passar pela academia do prédio, vi Andréa treinando com o personal do lado.
Ela de roupa de treino roxa colada, estilo mulher-gato, marcando todas as curvas — peitos empinados, bunda redonda, e a calça tão justa que dava pra ver quase a racha da buceta.
O cara do lado, sorrindo, corrigindo postura. Passei de cara fechada, ciúme queimando no peito. Subi pra casa, peguei um uísque puro e mandei ver.
No fim do treino, Andréa subiu suada, sorridente, veio carinhosa me dar um beijo. Eu segurei o queixo dela firme, rosto grudado de suor.
— Isso é roupa que se use? — O quê que tem?! É roupa de academia ué? — ela respondeu, olhos arregalados. — Tira a roupa.
Ela ficou espantada, mas obedeceu. Tirou a parte de cima, peitos suados e livres balançando.
Eu me ajoelhei, segurei a calça pela cintura e puxei até abaixo dos joelhos — ela sem poder andar direito, ainda de tênis.
A calcinha preta apareceu, meio fora do lugar, encharcada de suor. Virei ela de costas: fio dental socado do cu.
— Você saiu de casa usando fio dental? Tá me escondendo algo? — Não amor, o que você tá pensando de mim... — disse ela, voz tremendo, presa com as calças na panturrilha.
Puxei a calcinha pra baixo num golpe só. Soco minha cara no **cu** dela, chupando forte, língua fundo no cuzinho suado, gosto salgado de treino me enlouquecendo. Ela impulsionada pra frente, se apoiou no sofá, gemendo baixo.
Ainda chupando o cu, minha mão no meio das pernas dela socando o dedo na bucetinha. Ela gemendo. Ela com uma das mãos querendo participar da carícia na própria buceta.
Enfiei o dedo no cuzinho dela pra massagear, depois dois dedos.
Me levantei, tirei o pau duro pra fora, encostei na entrada do cu. Forcei um pouco — cabeça entrou apertado, quente. Comecei a bombar forte, pau deslizando no rabo dela, ploc-ploc seco virando escorregadio com o suor.
Com as mãos agarrei os peitos suados, apertei forte, beliscando os bicos duros. A pele dela, antes grudenta, ficou lisa de novo, gosto salgado na boca quando eu lambia o pescoço dela. Ela gemendo e tocando a própria siririca.
— Te amo! — disse a ela.
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