Fantasias3 minPor Estavão22 de abril de 2026
Roteiro guiado

O vizinho espiando a transa

Eu sou Estevão, tenho 1,79m de altura e uma rola de 18cm que já fez mais estrago do que eu conto. Karlinha, minha amiga loirinha gostosinha de 1,69m toda impinadinha, sempre me paquerava com aqueles olhinhos safados. Um…

Eu sou Estevão, tenho 1,79m de altura e uma rola de 18cm que já fez mais estrago do que eu conto. Karlinha, minha amiga loirinha gostosinha de 1,69m toda impinadinha, sempre me paquerava com aqueles olhinhos safados. Uma noite, depois de umas cervejas, ela não aguentou mais e me chamou pro meu apê.

— Estevão, me fode logo, vai — ela disse, tirando a blusinha colada que mal segurava aqueles peitinhos firmes.

Eu joguei ela na cama, arranquei a saia jeans dela e enfiei a cara entre as coxas. Ela estava molhadinha já, gemendo alto enquanto eu chupava o clitóris inchado, enfiando dois dedos na bucetinha apertada.

— Caralho, sua rola já tá dura, me come logo! — ela implorava, rebolando na minha boca.

Levantei, tirei a calça e mostrei os 18cm latejando. Ela arregalou os olhos, pegou com as duas mãos e mamou gulosa, babando toda, engolindo até onde dava. Eu segurei a cabeça loira dela e meti na garganta, sentindo ela engasgar de tesão.

Mas aí veio o problema: o vizinho do lado começou a bater na parede.

— Para com esse barulho, porra! Tô tentando dormir, caralho!

Karlinha riu maliciosa, olhos brilhando.

— Deixa ele reclamar, filho da puta. Abre a janela, Estevão. Quero que ele assista, porra. Kkkkk

Abri a janela do quarto bem devagar, luz acesa, cortina de lado. O quarto dele ficava bem em frente, e eu via a silhueta dele espiando. Ela se posicionou de quatro na cama, bem de frente pra janela, cuzinho empinado e buceta piscando.

— Vem, me arromba pra ele ver, seu gostoso.

Coloquei a camisinha, segurei a cintura dela e enfiei os 18cm de supetão. Ela gritou alto de propósito:

— Aiii, que pauzão, me fode mais, caralho!

Metia forte, bolas batendo na bundinha redonda, enquanto ela olhava pro vizinho e gemia rouca:

— Tá vendo, seu puto arrombado? Olha como ele me enche, filho da puta!

O cara não saiu do lugar. Ficou lá, imóvel, mas eu juro que vi ele mexendo a mão na calça, o safado. Karlinha gozou primeiro, tremendo toda, esguichando na minha rola enquanto gritava:

Porra, Estevão, me enche de porra, tira essa camisinha de merda!

Virei ela de lado, uma perna no ar, e meti mais fundo, os peitos dela quicando pra janela. O vizinho agora tinha acendido a luz – assistia descarado, pau na mão, aquele corno.

Não aguentei. Gozei jatos grossos dentro dela, enchendo até escorrer pelas coxas, porra pra caralho. Ela esfregou a buceta melada na janela, lambendo os lábios pro vizinho:

— Gostou do show, seu pau no cu?

Ele sumiu rápido, mas no dia seguinte, nem um pio. Karlinha piscou pra mim.

— Já estou querendo fuder você de novo e deixar o seu vizinho assistindo, porra.

Eu já tava duro de novo só de pensar, caralho.

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