Hétero4 minPor Mari22 de maio de 2026
Roteiro guiado

Minha Primeira Vez (e o Cu de Brinde)

Vou postar de uma só vez alguns dos textos que já pus em outros sites, pra tudo ficar igualzinho.

Vou postar de uma só vez alguns dos textos que já pus em outros sites, pra tudo ficar igualzinho.

Logo no dia seguinte à minha primeira mamada, algo mudou em mim. Um desejo súbito de me entregar ao meu lado safado. Foram anos "escondendo" isso, mas eu queria ir mais longe. Eu queria saber que prazer tinha no mundo.

Na segunda-feira, comecei a pensar em quem poderia ser meu primeiro homem. Não tinha sonhos românticos, mas queria um cara da minha idade e com fama de bom comedor. Escolhi o Rafael. O cara era tranquilo, bonito, mas tinha passado na mão de várias amigas minhas. Fama de comer bem.

Definido o alvo, precisei atacar. Comecei sentando perto dele, puxando assunto. No dia seguinte, fui mais produzida: calça apertada, camisa do curso, perfume. Ele seguia na mesma, conversava mas não dava o que eu queria. E acho que isso aumentou meu interesse.

No final da aula, resolvi ser mais direta.

— E aí, Rafa, vai fazer algo hoje? — Nada. Vou passar a tarde em casa jogando.

— Eu gosto de jogos. Posso ir com você?

Ele deu um sorriso sacana de canto. — Minha mãe sai de casa 13h. Aparece lá.

Estava feito. Voltei pra casa correndo, tomei banho, me vesti e pedi pro meu pai me levar na casa de uma amiga perto da casa dele.

Cheguei lá umas 13h15. Ele me atendeu sem camisa, com um short molinho e claramente sem cueca. Eu estava de short curtinho, havaianas e uma baby look branca, sem sutiã. Entrei e ele me deu um abraço apertado, cheirou meu pescoço e me convidou pro quarto.

Ele sentou na cadeira, eu sentei na cama.

— Você quer ficar comigo, é? — ele perguntou. — É. Mas só se você me comer.

Ele arregalou os olhos. — Você não é virgem, Clara?

— Sou. E quero que você seja o primeiro a me comer.

Ele riu, passou a mão no pau, já dava pra ver sua excitação.

Ele veio na minha direção, me empurrou até eu deitar e se colocou entre minhas pernas. O beijo dele era perfeito. Enquanto me beijava, ele começou a me sarrar com gosto.

Eu tirei a blusa. Ele caiu de boca nos meus peitos, mamava meus mamilos rosados. Eu gemia igual cadela e me esfregava no pau dele.

Ele tirou meu short e calcinha de uma vez e começou a brincar com os dedos na minha buceta. Eu estava ensopada, minha bucetinha piscando de desejo.

Ele tirou o short dele. O pau não era grande, mas era bonito, cabeça rosinha. Ele esfregava a pica no meu grelo.

— Tá pronta? — Tô. Mete em mim, vai.

Ele enfiou a cabecinha, depois foi colocando o resto devagar. Senti uma dorzinha, mas logo virou prazer.

— Pode me foder com vontade.

Ele começou a meter com ritmo. Eu apertava seus braços e me contorcia de prazer. — Tô perto, Clara — ele avisou.

Eu assustei e empurrei ele. Não queria que gozasse dentro. — Não pode gozar na minha buceta, tá?

— Tá bom. Gozo onde então? Pensei rápido.

— Goza no meu cu. Ele parou de meter.

— Tem certeza? — Claro. Já que estou aqui, come meu cu também.

Ele pediu que eu ficasse de quatro. Me empinei do jeito que via as atrizes fazer, deixando tudo exposto.

Ele lambeu minha buceta e meu cu, depois colocou o pau na entrada. — Vai. Mete enquanto estou com tesão.

Ele enfiou a cabecinha no meu cu de uma vez, depois foi colocando o resto devagar. Parecia que estava me rasgando no meio. Doía demais, mas eu não queria pedir pra parar.

Ele deu duas estocadas e gozou. Sem avisar.

Eu empurrei ele pra trás, sentindo minha bunda ardendo muito, mas também uma satisfação enorme.

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