O Escultor Que Queria Foder a Modelo Viva
Elias não aguentou mais. A raiva que sentia pelo trabalho era um peso esmagador no pau — uma impotência demente que subia pelo estômago. Ele deu as costas para Sofia e andou rápido até o busto de argila que tentava escu…
Início do roteiro
Elias não aguentou mais. A raiva que sentia pelo trabalho era um peso esmagador no pau — uma impotência demente que subia pelo estômago. Ele deu as costas para Sofia e andou rápido até o busto de argila que tentava esculpir. A escultura era feia, uma prova fria e piranha de que sua inspiração havia sumido.
Ele não usou nenhuma ferramenta. Com um movimento rápido, bateu o antebraço com força na escultura.
O som da argila se partindo em pedaços no chão foi ensurdecedor. Era a primeira coisa violenta que acontecia no estúdio abafado. A porra da raiva de Elias finalmente tinha explodido, mas ele desabafou na arte, não nela.
Sofia levou um susto tão grande que tremeu. Foi um movimento minúsculo — um piscar de olhos e uma contração rápida dos ombros —, mas ela sabia que tinha quebrado a regra do silêncio e da imobilidade.
A buceta dela deu um pulo por dentro da calcinha. Seu coração disparou no peito. Ela fechou os olhos, esperando o grito ou a ordem para ir embora. O medo de perder o dinheiro era maior que a dor.
Elias não gritou.
Ele se virou devagar, e o corpo destruído da escultura ficou para trás. Seus olhos, que antes eram frios e focados apenas na arte, agora estavam cheios de raiva e uma exaustão escura. Ele não olhava mais para o contorno dela. Ele olhava para o cu imaginário que ela tinha escondido sob o tecido fino.
Pela primeira vez, Elias viu o suor na testa de Sofia e o tremor real nos braços. Ele viu a dor que ela estava escondendo na pose.
A tensão no pescoço dela era forçada. Ele percebeu: ele jamais faria arte se ela estivesse sofrendo. Ele só conseguiria esculpir de verdade se primeiro comesse aquela buceta suada, se enfiasse a língua no cu dela até ela gemer de tesão, não de cansaço.
A barreira do profissionalismo caiu ali, junto com a argila. Ele precisava resolver o problema. E o problema estava no corpo dela. Na **buceta** dela. No rabo dela. Em tudo o que ele ainda não havia **penetrado**.
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