Hétero3 minPor Larinha10 de abril de 2026
Roteiro guiado

O Pedreiro da Obra

Fui acompanhar uma obra numa empresa — meses de serviço. O térreo do prédio estava liberado, junto do salão de festas. Havia quatro pedreiros trabalhando, e um deles, em particular, me chamou a atenção. Um sujeito mais…

Fui acompanhar uma obra numa empresa — meses de serviço. O térreo do prédio estava liberado, junto do salão de festas. Havia quatro pedreiros trabalhando, e um deles, em particular, me chamou a atenção. Um sujeito mais velho, com cara de encrenqueiro. Logo percebi que era o que mais dava trabalho e sempre ficava por último.

O engenheiro me deixou lá pra supervisionar, e eu montei um escritório improvisado no salão. Todos os dias eu via que esse pedreiro — que vou chamar de X — era sempre o último a sair. E eu dependia dele pra ir embora. Reclamei com o chefe dele, e ele recebeu uma advertência. Depois disso, ficou dois dias me olhando com cara feia.

No terceiro dia, meu trabalho estava atrasado, e eu ia ficar um pouco mais tarde no salão atualizando planilhas. Saí pra ir à padaria comprar algo pra jantar e, quando voltei, achei que todos já tinham ido embora. Entrei no salão, coloquei o lanche na mesa e ouvi um barulho vindo do banheiro. Fui até lá e abri a porta.

O pedreiro X estava nu, com o celular em cima da bancada num vídeo pornô, se punhetando. Ele levou um susto — achava que estava sozinho. Me implorou pra não contar a ninguém, tentando se vestir.

Aquela cena me molhou imediatamente.

Olhei pra ele e disse que poderia terminar com calma. Imediatamente o toquei. O pau pulsava na minha mão. Ele gemeu e disse:

— Não sabia que a dona era uma putinha safada.

Eu olhei pra ele e disse:

— Você não faz ideia.

Ele respirou fundo e me mandou ficar nua também, pra provar pra ele que eu era puta.

Na mesma hora tirei o vestido e deixei cair no chão. Ele me fez ajoelhar e, pegando pelos cabelos, me fez chupar aquele pau melado. Mamei. Lambi. E ele só gemia, me chamando de puta safada.

Quando me dei conta, ele estava gozando na minha boca. Engasguei, mas engoli tudo. O pau não baixou. Ele queria mais.

Me pôs de quatro virada pro espelho e começou a lamber minha xota. Enfiava o dedo e lambia. Eu não aguentei — gozei com o dedo dele na minha xota. Gemi alto.

Depois que gozei, ele meteu forte e ficou ali — mordendo, me dando tapa na bunda, puxando meu cabelo, me chamando de cachorra, safada, égua. Eu nunca rebolei tanto. Ele apertava minhas tetas.

Fomos ficando suados. Cheiro de sexo. Gemidos. Até que gozamos.

Ele me largou e foi pro outro banheiro se lavar. Eu me lavei e me vesti. Saímos do banheiro. O cheiro dele no meu corpo. Esqueci do trabalho e da comida.

Ele se aproximou e disse:

— A partir de agora você é minha. Vai ser minha amante sempre que eu quiser.

Me beijou e saiu, me deixando ali — excitada e saciada.

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