O Cuzinho da Catarina
Olá, Mauro aqui. Seguindo a minha história de putaria com a Catarina, filha do meu "amigo" Paulo. Se você leu os contos anteriores, sabe que eu comia a esposa do Paulo, a Márcia. Porém, tive que parar de fuder a coroa p…
Início do roteiro
Olá, Mauro aqui. Seguindo a minha história de putaria com a Catarina, filha do meu "amigo" Paulo. Se você leu os contos anteriores, sabe que eu comia a esposa do Paulo, a Márcia. Porém, tive que parar de fuder a coroa porque a filha do Paulo me pediu exclusividade.
No conto anterior eu contei como foi minha primeira experiência com a Catarina — uma novinha de 18 aninhos com bunda grande e redonda, peitinhos deliciosos e um fogo incontrolável que quase não se percebia por trás dos seus oculinhos. As quietinhas são as piores.
Eu já tava comendo a Catarina há 1 ou 2 meses e surgiu uma oportunidade rara na vida de jovens: uma casa liberada por todo o feriadão de Carnaval. Era a casa de um amigo meu, o Caleb. Ele e a mãe tinham o hábito de viajar e, pra não deixar o cão desamparado, eu ficava cuidando da casa. Comi algumas mulheres lá durante as viagens deles — a Catarina foi uma delas.
A convidei pra ir passar o feriado comigo lá e ela topou na hora. Só precisaria de uma boa desculpa pra dizer pro pai, o Paulo. Então ela combinou com uma amiga de dizer que iria pra casa dela. Logo o dia chegou e estávamos a sós na casa do Caleb.
10 ou 20 minutos lá e eu já tava sentado no sofá com a Catarina de joelhos chupando meu pau. A visão do pretão sumindo na boquinha dela, a fazendo engasgar, era muuuito gostosa. Tive que interromper pra não queimar a largada. A minha meta pro feriadão era clara: comer o cuzinho dela.
A puxei pro meu colo, encaixando meu pau na bucetinha dela e enterrando fundo. Ficamos parados um tempo nos beijando, e ela rebolando, sentindo meu pau no fundo da buceta. Então comecei a colocar o plano em prática: enfiei um dedo no cuzinho dela e, com essa mão, comecei a ritmar a sentada, quase que guiando ela pelo cuzinho.
— Ai, meu amor, tá muito gostoso! Que saudade eu já tava dessa pica grossa. Mete na minha buceta e no meu cu. Me come toda!
— Quer no cu, é?
— Não! Foi modo de falar. Não tô pronta ainda, tenho medo, você sabe!
Nisso eu coloquei outro dedo no cuzinho dela e comecei a meter mais forte.
— Aaaaaai, filho da puta, tá me arrombando!
— Desse fim de semana não passa, Cacá! Vou comer teu cuzinho!
— Nossa! Você é louco pelo meu cuzinho, né?! Eu nunca dei. Tentei com um ex, mas doeu muito e nunca mais tentei!
— Prometo que coloco devagarinho.
— Mas teu pau é muito grosso. Vai me arrombar!
— Será que é mais grosso que os meus dois dedos que tô metendo agora?!
Claro que era! Mas não poderia assustar ela. Eu estava conquistando um cu. Tinha que ser tuuuudo com jeitinho.
— Ai, sempre que tu coloca o dedo eu fico com um tesão louco!
Nisso ela começou a sentar muito forte, fazendo minha pica fazer TOC-TOC no útero dela. Literalmente sentia meu pau bater no fundo.
— Aaaaaai, meu amor, tô gozando!
Ela gozou muito, tremendo. Perdeu as forças e caiu sobre mim. A coloquei de bruços no sofá com uma almofada sob a barriga pra deixar a bunda empinada e meti vara de novo na buceta, voltando a dedar o cuzinho dela.
— Ai, safado! Recém gozei e você já vai me fazer gozar de novo!
— Você veio aqui pra isso! Não posso decepcionar a minha gatinha!
— Ai, me fode então, amor! Mete essa piroca em mim!
Meti pica nela até gozar.
— Toma leitinho, Cacá!
— Ai, meu nego, me enche de porra!
Como estávamos transando muito e ela não era fã de camisinha, ela tinha começado a tomar pílula pra ficarmos mais seguros.
Fomos jantar e depois dormir.
Saímos pra curtir uns bloquinhos, bebemos muito e voltamos pra casa do Caleb. Chegando lá, ajeitamos as coisinhas do cachorro — responsabilidades primeiro — e depois fomos assistir um filme. Ou como gostávamos de dizer: o filme nos assistiu.
Logo estávamos nos pegando loucamente. O álcool tava alto ainda e eu tava mais corajoso. A coloquei de quatro e lambi a bucetinha dela. Ela rebolava muito enquanto sentia minha língua espancando o grelinho. Alguns minutos — a língua começando a doer —, ela goza gostoso e eu bebo todo o mel dela.
Então coloquei dois dedos na buceta recém melada e comecei a lamber o cuzinho dela. A novinha ficou louca. Rebolava muito e gemia alto.
— CARALHO! QUE DELÍCIA! ME CHUPA TODA!
— Tá gostando, safada?
— Ai, tô adorando! Me faz gozar enquanto chupa meu rabo, vai, meu negão gostoso!
Aceitei o desafio e chupei muito ela enquanto enfiava os dedos na buceta e outro brincava com o grelo. A outra mão apertava um dos seios dela. Era muito estímulo. A novinha tremeu.
— Aaaaaaaaai, filho da putaaaa, tô gozando!
Ela gozou e caiu na cama, ficou com a bunda pra cima e a cabeça apoiada no travesseiro. Era a minha chance.
"Montei" nela e posicionei meu pau na entrada do cuzinho. Ela relutou, mas o cu tava tão melado do gozo dela e da minha saliva que a cabeça logo entrou. Ela deu um grito.
— Cachooooorro! Tira, que vai doer!
— Calma, bebê! Confia em mim. A cabeça já entrou, é só ir devagar agora.
— Ai, eu tô sentindo tua pica no meu cu, mas a sensação é estranha...
— Estranha como?
— É uma dor gostosa.
— É mesmo?
Nisso eu enfiei mais um pouco.
— E agora? Tá doendo?
— Ai! Doeu, mas também tá gostoso. Promete que não vai me machucar?
— Prometo, bebê!
Era mais um cuzinho conquistado na família do Paulo.
Fui metendo devagar e parando de tempos em tempos até ela ir acostumando. Logo ela já tinha se recuperado da gozada e estava de quatro, rebolando e levando pica no cu.
— Ai, mor! Tá muito gostoso agora! Não acredito que tu tá comendo meu cu! Que delícia, não para!
— Toma pica nesse rabão gostoso! Uma bunda linda dessas merece ser comida por completo! Agora posso dizer que você é toda minha!
— Sim, é tudo teu! Só faltava o meu cuzinho, agora não falta mais. Come, vai!
Era uma visão paradisíaca! A menina que eu achava ser quietinha se mostrou um furacão na cama, com curvas esculpidas pelos mais sádicos deuses. E agora ela estava rebolando e jogando a bunda pra trás enquanto minha pica acabava com as poucas pregas que ainda lhe restavam.
— Ai, Maurinho! Tá muito gostoso, meu Deus! Se eu soubesse que era tão bom assim, já tinha dado antes!
— É bom com quem sabe comer!
— Isso você sabe! Comeu até o da Márcia, né, safado! Agora eu superei ela mesmo! Mete pica em mim, meu comedor!
Com aquela novinha linda levando pica no cu, eu nem lembrava mais da Márcia.
Passamos a noite fudendo. Como era a primeira vez dela, não meti por muito tempo. Logo tirei, dei uma limpada no "garoto" e meti na buceta. Ela tava tão melada de tesão que meu pau foi engolido na hora, sem resistência. Como eu tava por cima num papai e mamãe, acabei batendo no fundo da buceta dela.
— Aaaai, filho da puta! Vai me rasgar assim!
— Desculpa, você tá muito molhada.
— Não precisa se desculpar. Você sabe que é assim que eu gosto.
Peguei no pescoço dela e passei a fodê-la enquanto a enforcava e dava tapa na cara.
— Isso! Bate em mim! Bate na tua puta! Me fode com vontade!
— Toma, vagabunda! Toma pica do teu negão!
Logo eu anunciei que iria gozar, tirei da buceta e cheguei com o pau pertinho do rosto dela. Ela entendeu o recado e caiu de boca. Gozei na garganta dela, a fazendo engasgar um pouco. Mas a novinha não desperdiçou nem uma gota.
— Nossa, tô toda arrombada!
— Calma, ainda tem 2 dias pra eu te arrombar.
— Ai, safado! Vou adorar ser arrombada por você, pirocudo.
Meu pau deu sinal de vida de novo e recomeçamos a putaria.
Desde aquele dia, Catarina ficou viciada em dar o cuzinho — às vezes dando só ele numa rapidinha. Como disse antes, eu não sentia nenhuma falta da madrasta dela. A novinha não me deixava passar vontade de nada. Ficamos nos encontrando por quase 1 ano. Mas o Paulo nunca aceitou, por achar que eu era muito velho pra ela — na época eu tinha 23 anos. Ele achava que ela era santinha ainda. Mal sabe ele que a esposa e a filha já tinham beijado ele logo depois de beber a minha porra. Esse clima "bélico" me azedou um pouco e eu larguei de mão. A novinha logo tava com outro namorado, teve filho e casou. Mas nossas aventuras ficarão pra sempre na minha memória.
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