O porteiro comendo a madame no banheiro
Trabalho em um condomínio como porteiro. Certo domingo, cheguei pra render meu colega. Depois de uns 20 minutos, fui ao banheiro mijar. Já era domingo, não tinha movimento de manhã. Tava tão apertado que nem fechei a po…
Início do roteiro
Trabalho em um condomínio como porteiro. Certo domingo, cheguei pra render meu colega. Depois de uns 20 minutos, fui ao banheiro mijar. Já era domingo, não tinha movimento de manhã. Tava tão apertado que nem fechei a porta do banheiro. Quando me virei com o pau de 16cm e 7 de espessura na mão, dei de cara com a moradora do 101.
Ela é branca, de olhos azuis, uns 35 anos, muito linda. A porta da portaria estava encostada com o vento e acabou abrindo. Fiquei olhando pra ela e ela não tirava o olho do meu pau. Com a cara vermelha, disfarcei e guardei o "rapaz".
Perguntei se ela queria alguma coisa. Ela estava com uma carta na mão e, sem dizer nada, entrou, tirou a tomada das câmeras e caiu de boca no meu pau. Eu desliguei a luz da portaria e senti aquela boca macia e cheirosa chupando minha rola. Cada chupada dela me deixava louco de tesão.
Então ela se levantou, me empurrou para o banheiro, levantou o vestido e, sem dizer nada, ficou de quatro na pia.
Eu não perdi tempo: chupei aquela buceta cheirosa e deliciosa. Passei a língua no grelo dela e meti o dedo na buceta. Ela foi ao delírio, começou a gemer e disse bem baixinho que ia gozar – e gozou muito.
Depois me levantei, coloquei meu pênis na entrada da buceta dela, pincelei um pouco e fui colocando bem devagar. Que buceta quente, apertada e melada. Dessa vez gozamos juntos. Ela pegou uma caneta, anotou o telefone num papel, deixou em cima da mesa e, sem dizer nada, foi embora.
Depois teve outra transa. Conto depois!
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