hroatpie familiar – a tia que engoliu o sobrinho
Matheus deu mais um passo e fechou a porta do quarto atrás de si com um clique baixo. O barulho pareceu ecoar dentro do meu peito. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza de que ele conseguia ouvir.
Início do roteiro
Matheus deu mais um passo e fechou a porta do quarto atrás de si com um clique baixo. O barulho pareceu ecoar dentro do meu peito. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza de que ele conseguia ouvir.
— Tia… — murmurou ele, a voz rouca, quase um rosnado. — Para de fingir.
Antes que eu pudesse responder, a mão dele segurou meu cabelo na nuca com firmeza. Não foi um carinho. Foi um puxão. Ele me empurrou para baixo, forçando meus joelhos a dobrarem no tapete do quarto.
Eu caí de joelhos na frente dele, o rosto na altura da sua cintura. O short de basquete já estava esticado pela ereção grossa que marcava o tecido. Meu corpo inteiro tremia — de medo, de vergonha… e de um tesão absurdo.
— Chupa — ele ordenou, baixando o short com a mão livre.
O pau dele saltou para fora, grosso, pesado, a cabeça inchada brilhando. Era maior do que eu imaginava. Eu abri a boca instintivamente.
Matheus não esperou. Segurou minha cabeça com as duas mãos e empurrou o pau direto até o fundo da minha garganta.
Eu engasguei por meio segundo… mas só meio segundo.
Meses de treino com o Pedro tinham me transformado. Eu já sabia relaxar a garganta, respirar pelo nariz, deixar a saliva escorrer. Em vez de recuar, eu relaxei a mandíbula e engoli ele inteiro até o saco encostar no meu queixo.
— Caralho… — Matheus soltou um gemido surpreso, quase um riso de choque. — Que porra é essa, tia?
Ele começou a foder minha boca com força, segurando minha cabeça como se fosse um brinquedo. Estocadas longas, profundas, sem piedade. O pau dele batia no fundo da minha garganta a cada vez, saliva escorrendo pelo meu queixo, pingando nos meus peitos.
Eu não resisti. Olhei para cima com os olhos marejados, maquiagem borrando, e deixei ele usar minha boca como quisesse. Engolia tudo, apertava a garganta em volta da cabeça do pau, lambia as bolas quando ele puxava um pouco para trás. O barulho molhado e obsceno enchia o quarto.
Matheus estava impressionado. Ele parou por um segundo, o pau todo enterrado na minha garganta, e olhou para baixo.
— Porra, tia Carla… você chupa melhor que qualquer vadia que eu já comi. Como assim? A tia certinha da família sabe fazer deepthroat assim?
Ele puxou meu cabelo com mais força e começou a meter ainda mais rápido, facefucking de verdade. Eu sentia o pau dele inchar na minha boca, as veias pulsando contra minha língua. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas eu não parava. Eu queria mais.
— Isso… engole tudo… que boca de puta… — ele gemia, cada vez mais perdido.
Eu estava encharcada entre as pernas. Nunca imaginei que ser usada assim pelo meu próprio sobrinho me deixaria tão molhada.
Ele estava perto. Eu sentia pelo jeito como o pau dele latejava na minha garganta.
E eu, de joelhos, com a boca cheia do pau do meu sobrinho, só conseguia pensar uma coisa:
Eu quero que ele goze. Quero tudo.
Matheus segurava minha cabeça com as duas mãos, como se eu fosse só um buraco para ele usar. O pau dele entrava e saía da minha garganta com força bruta, batendo fundo a cada estocada. Saliva escorria pelo meu queixo, pingava nos meus peitos, molhava a blusa fina que eu ainda vestia. Eu já não conseguia respirar direito, mas não queria que ele parasse.
Eu tinha aprendido com o Pedro. Meses de treino duro na sala de aula vazia, no carro, no motel… eu sabia relaxar a garganta, respirar pelo nariz nos intervalos curtos, apertar os lábios em volta da base do pau. E agora eu estava usando tudo isso no meu próprio sobrinho.
— Porra, tia… — Matheus gemeu alto, a voz rouca de surpresa e tesão. — Como você engole tudo assim? Que boca de puta profissional…
Ele metia cada vez mais rápido, mais fundo. O saco dele batia no meu queixo molhado. Eu olhava para cima, olhos lacrimejando, maquiagem borrada, mas não recuava. Chupava com fome, apertava a garganta em volta da cabeça grossa do pau dele toda vez que ele entrava até o fundo.
Ele começou a perder o controle.
— Vou gozar… caralho, tia… vou gozar na sua garganta…
Não tirou. Não avisou de novo. Simplesmente empurrou meu rosto contra a virilha dele com toda a força e explodiu.
Senti o primeiro jato quente e grosso bater direto no fundo da minha garganta. Depois outro. E outro. Um throatpie forte, abundante, enchendo minha boca e minha garganta de porra quente. Eu engoli o máximo que pude, mas era demais — parte escorria pelos cantos da minha boca, misturada com saliva, descendo pelo meu queixo e pingando nos meus seios.
Matheus gemia alto, o corpo tremendo, segurando minha cabeça travada enquanto esvaziava tudo dentro de mim.
— Engole… engole tudo, tia… isso… que vadia… você tá engolindo a porra do seu sobrinho…
Eu engoli. Engoli tudo o que consegui. O gosto forte, quente, salgado dele descendo pela minha garganta enquanto ele ainda pulsava dentro da minha boca. Só quando ele parou de gozar, depois de longos segundos, ele puxou o pau devagar, deixando um fio grosso de porra e saliva ligando meus lábios inchados à cabeça vermelha do pau dele.
Eu fiquei de joelhos, ofegante, cuspindo um pouco do que ainda tinha na boca, o peito arfando, o queixo e os seios melados da porra dele.
Matheus olhou para baixo, incrédulo, o pau ainda meio duro brilhando na minha frente.
— Caralho, tia Carla… você acabou de tomar um monte de jato de porra na garganta do seu sobrinho e engoliu quase tudo. Eu nunca vi uma mulher fazer isso assim… muito menos você.
Eu limpei o canto da boca com o dorso da mão, olhei para ele e sorri, a voz rouca:
— Agora você sabe, Matheus… a tia não é mais tão certinha quanto você pensava.
Ele ainda respirava pesado, olhando para mim como se me visse pela primeira vez.
E eu, de joelhos, com o gosto dele ainda na garganta e a buceta latejando de tesão, sabia que isso era só o começo.
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