A Fabíola da Festa
Olá a todos! Sou leitor assíduo do site e resolvi compartilhar algumas aventuras. Esta me ocorreu no fim de semana.
Início do roteiro
Olá a todos! Sou leitor assíduo do site e resolvi compartilhar algumas aventuras. Esta me ocorreu no fim de semana.
Juninho — 39 anos, negro, 1,75 m de altura, magro. Fabíola — morena, 1,78 m, magra, toda estilosa, cheia de tatuagem, com um sorriso encantador. Uma tremenda delícia.
No sábado foi aniversário de uma prima minha numa chácara. Cheguei na festa mais tarde que todos — o pagode já estava rolando. Cumprimentei todo mundo e, quando cheguei perto de uma amiga dela, a Fabíola, já cheguei elogiando, dizendo que ela estava muito bonita. Ela disse que eu estava um gostoso.
Eu, no início, levei na brincadeira e disse:
— Não tem como você saber, pois não experimentou.
Rimos e saí pra outro canto.
Mais tarde, eu estava parado quando ela passa por mim a caminho do banheiro e começamos a trocar ideia. Ideia vai e ideia vem, eu digo que preciso ir no meu carro pegar um copo e saio da área. Logo quando estou chegando perto do carro, escuto me chamarem. Olho pra trás — era ela!
Já veio com uma conversinha mole e nos beijamos. Um beijo quente, já cheio de mão boba. Nessa passada de mão, coloquei a mão na lateral da perna dela por dentro da saia que vestia e senti uma calcinha bem detalhada, com renda e um fiozinho na lateral. Já fiquei louco e disse no ouvido dela:
— Ia adorar tirar sua calcinha com a boca!
Ela segurou meu pau por cima, que nessa altura já estava estourando dentro do shorts, e disse:
— Você pode fazer o que quiser.
Nisso puxei a calcinha de lado e enfiei o dedo na bucetinha dela, que estava encharcada de tesão. Dei umas dedadas nela bem fundas, tirei o dedo e chupei sentindo o gostinho dela, olhando nos seus olhos. Ela suspirou e tirou meu pau pra fora, dando uma chupada bem gostosa. Estava uma delícia.
Mas de repente uma luz se acende na rua e ela para. Nos recompomos e voltamos pra festa.
Deu a hora de eu ir embora levar minha mãe em casa. Passei por ela pra dar tchau e ela pediu:
— Volta pra me buscar pra gente terminar o que começamos.
Mais que depressa, fui e voltei! Quando cheguei, ela se despediu de todos e fomos embora.
Chegamos na casa dela e já fomos tomar um banho. No chuveiro, coloquei ela encostada na parede e já fui dando um trato na bucetinha dela, que já estava encharcada novamente. E pela primeira vez pude ver ela peladinha — que delícia de magrinha! Uma buceta linda, pequeninha. Uma bundinha empinadinha. Cheia de tatuagem.
Ela, não aguentando, pediu pra ir pra cama, que seria a vez dela retribuir.
Me jogou deitado na cama e começou a me chupar. Era uma chupada bem molhada — ela cuspia no meu pau e depois sugava a baba todinha. Enfiava ele até a garganta, que chegou a engasgar, mas sem deixar de babar muito nele. Eu estava adorando aquilo.
Ela pediu pra sentar no meu pau porque queria sentir ele todo dentro dela. Sentou com maestria, rebolando deliciosamente no meu pau. Ela subia e descia com calma, lenta e ritmadamente.
Deixei ela sentar até a hora que ela pediu pra eu meter nela de quatro. Quando a virei de quatro, enfiei meu pau bem de vagarinho pra sentir a buceta encharcada engolindo meu pau, e fui aumentando o ritmo. Ela gozou na hora e eu continuei metendo.
Até ela pedir com a voz mais safada:
— Come o meu cuzinho! Você me fez gozar gostoso e merece.
Tirei o pau da bucetinha, dei uma bela chupada no cuzinho dela e, com o gozo dela, enfiei dois dedos no cuzinho pra ele lacear. E meti meu pau! Ela rebolava e gritava dizendo que estava adorando e que iria gozar de novo.
Não resisti muito tempo e gozei enchendo o cuzinho dela de porra! Caí exausto ao lado dela. Nos beijamos e dormimos.
Na manhã de domingo, repetimos tudo de novo e prometemos que, sempre que desse, iríamos transar gostoso.
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