Hétero8 minPor Arthur10 de abril de 2026
Roteiro guiado

Vinho, Brigadeiros e Emerson

Alicia — 45 anos, natural de Santa Catarina. Mulher bem resolvida, independente, leva a vida de forma leve e natural. Simpática e extrovertida, faz amizade fácil. Solteira há um tempo. Frequentadora de academia.

Alicia — 45 anos, natural de Santa Catarina. Mulher bem resolvida, independente, leva a vida de forma leve e natural. Simpática e extrovertida, faz amizade fácil. Solteira há um tempo. Frequentadora de academia.

Há alguns dias mudou-se para a casa ao lado da sua o Emerson — vindo do Paraná por motivo de trabalho. Emerson tinha um porte físico de chamar atenção: sujeito forte, praticante de corrida e frequentador de academia. Seu jeito de ser chamava atenção das mulheres, e não foi diferente com Alicia.

Sempre saíam pra trabalhar e voltavam no mesmo horário, e isso fez com que criassem um certo elo de amizade. Enquanto caminhavam até suas respectivas casas, conversavam, e a maneira de Emerson tratar Alicia foi mexendo com ela. Emerson era casado, mas na cidade estava morando sozinho.

Nas conversas que tiveram, ele perguntou e pediu referência de alguma academia na cidade. Como a academia de Alicia tinha promoção — indicando um novo cliente, ganhava a mensalidade —, ela viu ali uma forma de economizar uns reais e indicou a academia dela, é claro. Combinaram o horário pra irem juntos, e Emerson escolheu fazer suas séries ao lado de Alicia.

Enquanto ele fazia seus exercícios, Alicia começou a olhar o corpo de Emerson — e aquilo foi mexendo com sua imaginação e sua libido. Os dias foram passando e, depois que chegava em casa, durante o banho, ela fechava os olhos e se imaginava sendo tocada por ele. Gozava usando seus brinquedos, o chuveirinho, os dedos...

"Ele é casado, não posso me imaginar com um cara casado. É gostoso sim, mas é casado. E nem sei se ele toparia ficar comigo se eu me abrisse pra ele, falando das minhas imaginações, de como eu fico depois que chego da academia..."

Ela se via num beco sem saída. Chegou a ponto de tentar fugir dele — sair mais cedo, mudar o caminho e o horário de volta pra casa, o dia de ir pra academia. Mas nada disso adiantava. Quanto mais ela tentava fugir e ver menos ele, mais ele estava presente na mente dela.

Até que um dia, na volta pra casa por um caminho diferente, quando menos esperava, escuta uma voz lhe chamando. Quando olha pra ver quem é — era o Emerson. E agora? Ele correu, a alcançou, deu um abraço e, com o braço no ombro dela, quis saber se estava tudo bem, o que estava acontecendo, por que ela tinha sumido. Disse que tinha sentido que de certa forma ela estava fugindo dele.

Ela tentou se explicar, mas a mão dele no ombro mexia com o corpo e com a imaginação. Fazia ela ter sensações que, ao chegar em casa, sentiu que sua calcinha estava encharcada.

Tomou banho, se recompôs e, quando estava no sofá lendo um livro, recebe uma ligação. Era o Emerson. Ligou perguntando se ela aceitava visita e se bebia vinho.

"Caramba, e agora? Ela que era sempre muito receptiva com todos, adorava vinho, se viu quase na obrigação de recusar tudo aquilo..."

Emerson argumentou que estava sozinho em casa, tinha comprado o vinho há alguns dias e estava a fim de beber, mas não sozinho. Enquanto ouvia os argumentos dele, resolveu aceitar. Falou que viesse. Estava com roupa de dormir — colocou um vestido, colocou as taças na mesa e saiu na varanda esperar a visita.

Não demorou a chegar, pois não morava nada distante dali. Ela foi ao portão recebê-lo. Ele não trouxe só o vinho, mas uma caixa de brigadeiros Lindor — um bombom de uma famosa marca de chocolates suíços.

— Isso é pra você.

— Nossa, que bacana! Obrigada, Emerson.

Deu um abraço nele agradecendo e sentiu a mão dele passeando nas suas costas. Pra ele foi um carinho. Pra ela, que tinha tantas imaginações com Emerson, foi como ligar a chavinha do tesão. O corpo dela arrepiou inteiro. Ela teve um chilique ali no portão mesmo.

Voltou a si e disse:

— Vamos entrar, por favor, Emerson. Entre.

Entraram. Ela, tentando fugir da situação, deixou a porta aberta. Sentaram em volta da mesa. Emerson tirou do bolso o abridor de garrafas. O diálogo continuava. Num dado momento, Alicia pegou a caixa de brigadeiros pra abrir. Emerson segurou a mão de Alicia.

— Não. Depois você prova.

Quando ele tocou a mão dela, foi como se tivesse levado um choque. Ela olhou nos olhos dele e perguntou:

— Sério que não vai me deixar provar os brigadeiros agora?

Emerson se levantou, puxou Alicia e a colocou contra a parede.

— Os brigadeiros são pra você provar, mas eu quero provar outra coisa. Eu quero provar você, Alicia.

A mão dele já subia pelas coxas, levantando o vestido. Ela tentou fugir, mas seu corpo ficou sem força. Tentou se esquivar, mas numa fração de segundos lembrou de todas as gozadas que teve imaginando ser tocada por ele. Quando voltou a si, estava sendo beijada por ele.

Sentiu a mão dele por dentro do vestido descendo rapidamente no bumbum, apertando com força. E ela ali, relutando — não sabia se aceitava ou se tentava com todas as forças fugir. Não conseguia gritar porque estava sendo beijada.

Emerson, num movimento rápido, a colocou de rosto na parede, colocou os braços dela levantados e com uma mão os segurou. Com a outra, levantou o vestido, tirando-o. Alicia não sabia o que sentia, o que queria, se resistia ou se entregava. Emerson não dava chance de reagir — cada vez que ela tentava, sentia um toque diferente, uma pegada mais forte.

Nessa confusão de pensamentos, sentiu sua calcinha sendo arreada e as mãos fortes de Emerson apertando seu bumbum. Os dedos entraram no rego e apertaram sua buceta. Tudo isso ele fazia com uma mão só, porque a outra ainda segurava os braços dela na parede.

Emerson abriu suas pernas e massageou a buceta até que Alicia gozou. Ela suspirou, gemeu e o corpo amoleceu. Sem saber como ele fez, mas com os dentes, ele desabotoou o sutiã. Chegou no ouvido dela e perguntou:

— Ainda vai resistir, gostosa?

— Seu puto, tarado, safado! Você vai me pagar por tudo isso!

— Eu sentia que você queria isso. Eu sentia desde o primeiro momento que nos vimos. E quando você sumiu foi tentando fugir de mim. Mas não adiantou, viu? Eu te peguei. E eu sei que você tá gostando.

Dizendo isso, Emerson colocou Alicia deitada sobre a mesa. Derramou o vinho, derrubou a caixa de brigadeiros. Com aquela confusão toda, ela se distraiu. Emerson tirou a calça e, segurando Alicia pelo quadril, a fodeu. Alicia sentiu a pika enorme lhe preenchendo. Ela já não tinha como fugir. Se segurou nas bordas da mesa e falou:

— Então faça valer a pena, seu puto.

Emerson segurou e meteu forte. Socou fundo. Alicia estava toda suada. E numa socada e outra, Alicia teve orgasmos que há tempo não tinha. Ali, com a porta aberta, imaginando que alguém pudesse ter visto tudo aquilo, ela esmoreceu.

Ambos se recompuseram. Emerson a ajudou a limpar tudo ali. Pediu desculpas e, num beijo longo, se despediu.

Alicia, depois de toda aquela experiência, tomou seu banho e lembrou dos brigadeiros. Já deitada, provou um a um. Logo dormiu. Quando acordou, lembrou de tudo — mas tudo parecia um sonho. Não era. Havia marcas no corpo. O corpo estava dolorido. Levantou e sentiu o cheiro de vinho no ar. Olhou pela janela e pensou:

"O que foi isso? Que experiência. Caramba. Mas valeu muito a pena. O danado acertou em cheio o que eu sentia quando o via, quando ele se aproximava de mim. E o melhor: acertou na transa. O cara é muito bom. Eu queria muito transar com toda essa pegada."

Se arrumou, saiu de casa pensando em encontrar Emerson. Mas não — ela não o viu. À tarde também não o encontrou. Não recebeu ligação nem mensagem. Começou a achar estranho. Olhou a casa onde ele morava — a casa estava vazia.

Sentiu tanto a falta dele. E concluiu que fora a última vez que se viram — que o vinho, os brigadeiros e a transa foram a despedida dele. Depois daquilo, ela não o viu mais nem teve notícias. Mas ele marcou. E ela jamais vai esquecer.

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